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.ღ Saudade lembrada, saudade sentida, saudade hoje e para o resto da vida...saudade eterna! ღ

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ღ NO MOMENTO AS HOMENAGENS ESTÂO SUSPENSAS! Abraços fraternos!

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As homenagens são publicadas conforme a disponibilidade de tempo. Se ela chegar sem foto e mensagem não poderei publicar. As homenagens são publicadas conforme a ordem de chegada no e-mail.

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quarta-feira, 21 de julho de 2010

O MEU CACHORRO ATRAVESSOU O ARCO-ÍRIS - Parte 2




 
 
O MEU CACHORRO ATRAVESSOU O ARCO-ÍRIS - Parte 2
 
 
Continuamos sentados conversando sobre tudo e eles contavam histórias engraçadas dos seus donos que não entendia nada dos latidos dos cachorros e estes também não entendiam nada do que seus donos queriam.

- O que é mesmo “vai buscar”?

- É quando alguém joga alguma coisa pra você ir pegar e trazer de volta pra ele.

- Ah! Eu nunca acertei isto, pensava que era comida, corria e via que não era bom voltava na esperança de ganhar alguma coisa melhor.

Disse uma cachorrinha cookie spanel, preta de pelos compridos, muito brincalhona e amiga de todos..

- Vocês tiveram sorte, já eu fui passear uma vez com o meu dono com quem eu morava desde muito pequeno e ele jogou um pedaço de pau pra eu ir buscar e quando voltei ele tinha sumido. Fiquei latindo pra ver se ele aparecia e acabei tendo que morar no parque passando muita fome e com muita saudade dele até ser chamado para a nova missão. Doía imaginar que ele também estava me procurando e sofrendo por mim.

Falou um velho pastor alemão.

Pobre cachorro! Pensei, como pode alguém abandonar um amigo só porque ele ficou velho? Como podemos esquecer todas as coisas boas que ele nos deu durante todos os anos que passou conosco? Ele foi tão fiel e acreditando na amizade sincera nunca pensou que tivera sido abandonado. Passei as mãos sobre sua cabeça e ele fechou os olhos como se tivesse pensando nos bons tempos quando ainda era jovem e querido pelo seu ex-dono.

- Uma vez eu fui demarcar o carro do meu dono e ele me deu um grito que tive que segurar quando não dava mais e me fez um mal danado, resmungou, um vira-lata todo malhado para o riso de todos.

- É que nós não gostamos do cheiro da urina de vocês e quando vocês molham o pneu do carro dá um trabalhão para limpar, respondi.

- Mas limpar pra que se estamos demarcando nosso território para que outros ao sentirem o cheiro saibam que aquele carro já tem dono?

-Agora eu sei, mas é difícil pra nós entendermos isto, pois o dono, nesse caso é o homem que comprou o carro e não o cachorro dele. 
Vocês são muito complicados, murmurou um Dálmata, saltitante.

- Você tem razão, nós complicamos muito mesmo, respondi prontamente.

- Você já pensou em ser cachorro?

Perguntou-me um vira-lata com cara de bom garoto.

- Não, nunca me imaginei um cachorro.

- Que pena! Você iria gostar. É muito legal correr atrás dos carros.

- Pode ser, mas até hoje eu não sei por que vocês fazem isto.

- É porque vocês demonstram gostar mais do carro do que de nós e sempre tem mais tempo para eles. Então, uma forma de protestarmos contra isto é correndo atrás e quando ele pára, nós, simplesmente, o demarcamos para mostrar quem é o manda chuva.

Cada vez chegavam mais e mais cachorros para me perguntar o significado de alguma palavra e um Pintcher que estava atrás de todos os outros pulava feito louco gritando:

- Eu quero perguntar, eu quero perguntar!

- Cala a boca aí, ô baixinho, gritou um São Bernardo, só para irritar o pequeno cãozinho.

Eu via somente a cabeça do pincher quando ele pulava e, com dó, disse-lhes:

- Deixe-o passar. Ele quer me perguntar alguma coisa também.

Uma labrador que estava deitada levantou-se para que o pinther pudesse passar por entre as suas pernas e ele chegou todo animado, pulando feito louco e dizendo:

- O que significa “busca o chinelinho da mamãe, busca”?

- É para você ir buscar o chinelo para a sua dona, respondi.

- Eu sabia, eu sabia. Eu sou o mais inteligente, eu sou o maior! Gritava todo convencido e logo o São Bernardo, que nitidamente gostava de irritar o Pintcher, falou:

- É mesmo o maior. A maior pulga que eu já vi!

Ouviu-se uma gargalhada sem igual.

O pintcher rosnou e disse-lhe:

- Eu ouvi o que você falou e é melhor você pedir desculpas.

Nova gargalhada e então eu disse-lhes:

- Vamos parar com isso, encoste os focinhos um no outro como sinal de amizade. 
O São Bernardo, aquele tipo Bethoven do filme, muito brincalhão, retrucou:

- Então eu vou ter que me deitar para alcançar o focinho do dobermann pigmeu?

- Olha a ofensa com a minha raça!

Respondeu um dobermann, também brincalhão, que estava encostado na parede, para a gargalhada de todos, menos é claro, do pequeno Pintcher que acabou encostando o focinho no do São Bernardo e recebeu uma lambida em sua cabeça como sinal de carinho.

A velha labrador que voltou a deitar-se disse que sentia muita saudade do seu antigo dono, um deficiente visual de quem durante muitos anos fora o seu guia e quando ela já não tinha mais idade para acompanhá-lo, trouxe outro cão para lhe substituir, porém, não a abandonou e a tratou com todo o carinho até ela ser chamada para a nova missão.

- Tem homens bons e homens ruins e você deu sorte de ter um dono do bem.

Respondi-lhe.

Outro pitbull todo cheio de curativos levantou a pata e pediu licença pra falar também e disse-nos que o seu dono não era muito bom e que o obrigava a participar de rinhas (brigas de cachorro) onde se apostava dinheiro.

- Eu era obrigado a machucar muito os outros cachorros e também eles me machucavam muito. Eu não gostava nem um pouco daquilo, mas tinha que servir o meu dono e quando eu perdi uma briga, levei uma surra e fui jogado pra fora de casa. Vivi perambulando e todos tinham medo de mim. Um dia me deram um pedaço de carne saborosa e depois que eu comi, comecei a passar mal, sentindo muitas dores na barriga e acordei aqui, para a nova missão. 
 
Pôxa, te deram carne envenenada? Como deve ter sido triste a sua vida!

Respondi passando a mão sobre a sua cabeça e recebendo uma lambida muito gostosa.

- Eu gostaria de tirar uma dúvida com vocês.

Falei em direção a todos

Por que vocês têm mania de cheirar o traseiro de todos os cachorros que vocês encontram?

O Pintcher pulou e gritou:

- Me deixa responder, me deixa responder?

O São Bernardo, gozador nato, replicou:

- Com esse seu tamanho você já conseguiu cheirar algum traseiro, pigmeu?

- Parem com isso. Deixem-no falar.

Interferi.

- É porque pelo cheiro nós sabemos se o colega já demarcou alguma área perto da nossa. Nós somos bons no olfato e através do cheiro reconhecemos qualquer um. Quando passamos por algum lugar demarcado, também colocamos nosso cheiro para que quando nos encontrarmos possamos nos reconhecer.

O São Bernardo deu uma piscada e aplaudiu o pequeno cãozinho que ficou todo cheio.

- Então é isso?

Perguntei.

- É exatamente como o anãozinho falou.

Replicou o Doberman.

- Anãozinho é a ...

- Parem com isso, interferi antes que ouvisse um palavrão do Pinscher.

- Boca suja!

Respondeu o Doberman..

- Eu não ia falar palavrão não, viu?

Falou o pintcher olhando pra mim

- Eu sei que você seria incapaz!

Respondi piscando para o São Bernardo e o Doberman que estavam com a pata na boca para esconder a gargalhada.

continua...

Anderson Balderrama dos Rei, paulista, pós graduado com especilização em Gerenciamento de Pessoas, palestrante e autor do livro " Clareira, quando a amizade é essencial"

terça-feira, 20 de julho de 2010

Feliz Dia do Amigo

Homenagem aos nossos Amigos de Pêlos

Os animais, mesmo os mais selvagens, as vezes tem atitudes muito mais louváveis que os prepotentes seres racionais.
 
Muita gente entra e sai em tua vida ao longo dos anos. Mas só os animais, verdadeiros amigos deixam impressões em seu coração. 

Obrigada Amigos verdadeiros em nossas vidas!!! 
Capelinha de São Francisco


segunda-feira, 19 de julho de 2010

O MEU CACHORRO ATRAVESSOU O ARCO-ÍRIS - Parte 1


O MEU CACHORRO ATRAVESSOU O ARCO-ÍRIS

Era uma linda tarde de domingo!

Eu brincava de jogar disco para o meu cachorrinho Baiuki, ir pegá-lo, como fazíamos todo final de dia. Ele era muito querido pelos meus colegas que, de vez em quando, escondiam o disco para o desespero do bichinho.

Na minha rua existiam outros cachorros e alguns muito mal tratados pelos seus donos que os castigavam sempre que cometiam alguma travessura, coisas normais de cachorro, mas imperdoáveis aos olhos dos seus donos. Certa vez, um pastor alemão cavou o jardim de sua casa a procura de um osso que havia escondido e quando o seu dono chegou deu-lhe a maior surra.

Isto me entristecia, pois eu seria incapaz de bater no meu cachorro e, tirando um pitbull da casa amarela de minha rua, eu gostava de todos os demais. Este pitbull era muito bravo e treinado para ser assim pelo seu dono que ficava o dia todo fora e no final da tarde, principalmente aos sábados, fazia o cachorro pular e grudar com a boca num pneu amarrado a quase dois metros do chão. Ele ficava pendurado jogando a cabeça de um lado para outro querendo trucidar o pneu e se um gato, coitado, pulasse para o quintal deste vizinho, era morte na certa. Quando o dono passeava com ele em nossa rua, todos os demais vizinhos trancavam os seus cães em casa, pois este pitbull os mataria sem nenhuma pena. Nesse mesmo dia, quase ao anoitecer, por um descuido meu, o Baiuki sumiu e coloquei toda a rua a procura dele. Eu chorava desesperadamente imaginando onde ele poderia ter ido e como estaria sendo tratado por quem o tivesse encontrado, quando um amigo me perguntou: 
 
-E se ele entrou na casa do pit bull?

- Meu Deus, isso não!

Corremos para lá, mas não vimos nem sinal do meu Baiuki.

Passaram-se dias e nunca mais tive notícias dele.

Meus pais quiseram me dar um novo cachorro, da mesma raça e cor, mas nenhum outro cachorro substituiria o meu Baiuki e tinha esperança de um dia ele voltar para mim, mas ao passar do tempo ia ficando mais difícil acreditar nisso.

Pedia a Deus todas as noites para que ele voltasse e a saudade me fez perder o apetite e por não comer fiquei muito debilitado, pegando uma virose muito forte que depois se transformou numa pneumonia e me deixou ardente em febre, para o desespero de meus pais que já estavam combinando com o médico a minha internação no hospital para o dia seguinte,

. Quando eu estava muito mal, ouvi um barulho debaixo de minha cama, como se o Baiuki estivesse cavando, o que ele fazia sempre quando queria deitar-se no chão, simulava que estava cavando até sentir que seu “ninho” estivesse apropriado e se enrolava todo, colocando o seu rabo por cima de sua cabeça, como se estivesse cobrindo os seus olhos. Pulei da cama feliz da vida e olhei debaixo e nada, mas o barulho continuava e parecia que vinha do outro lado da parede. Entrei para debaixo da cama e coloquei meu ouvido na parede, chamando pelo seu nome e, de repente, percebi um pequeno furo por onde consegui ver o meu cãozinho. Chamei por ele, mas ele não me atendia e, não sei explicar como, senti que eu podia passar pelo pequeno furo e alcançá-lo, o que aconteceu sem maior esforço. Quando estava do outro lado, ouvi o latido de muitos outros cachorros, só que agora eu entendia tudo o que eles falavam e quando fui chamar pelo Baiuki saiu de minha boca apenas latidos, nada de palavras. Ele correu em minha direção e outros cães também vieram e fizeram uma roda à minha volta e, vendo que eu falava a língua deles, com seus rabinhos balançando começaram a me perguntar um monte de coisas.

-O que quer dizer “senta”, perguntou-me uma poodle com lacinho vermelho no pescoço.

- Significa isso, olha, e me sentei

- Nossa! Tão simples e eu nunca acertei!

- O que significa calar a boca, perguntou-me um vira-lata já velho que havia morado há muito tempo em minha rua.

- É para ficar calado, respondi latindo.

- Mas por que nos manda ficar quieto se estamos só fazendo nosso trabalho?

- É que às vezes vocês exageram.

- Acho que vocês não ouvem muito bem e pensam que estamos latindo, só por latir.

- Acredito que seja isso mesmo. A audição de vocês, assim como o olfato é muito melhor do que o nosso.

- O que significa “coisinha linda”?

Perguntou-me uma cachorrinha, com os pelos bem cuidados que parecida mais um cachorrinho de pelúcia. Era do tipo que as mulheres levam no colo para onde quer que vão.

- É uma forma carinhosa de expressar amor. Respondi.

- Eu era mesmo muito amada e sinto saudades da minha dona!

- Deveria ser mesmo, pois você tem os pelos muito bem cuidados. Completei.

- E o que significa “pega e mata”?

Perguntou-me um pit bull, parecido com aquele que eu tinha tanto medo.

Eu tremi e respondi que isto era muito feio e que cachorro não foi feito para matar, mas para nos alegrar e nos proteger, mas nunca para matar alguém. Ele assustado, disse-nos que jamais quisera fazer mal, mas seu dono o ensinava apenas a atacar e batia muito nele quando ele não obedecia tornando-o muito feroz só para agradá-lo, mas no fundo o que ele desejava era ter tido muitos amigos para brincar, pois a única brincadeira que ele tinha era com o seu velho pneu e se ele deixasse vivo qualquer animal que entrasse em seu quintal o seu dono o trocaria por outro e ninguém iria adotá-lo. Parecia que ele estava falando do cachorro da casa amarela, mas não era ele. 

-Como eu sobreviveria sem dono?

Perguntou-nos.

Fiquei por um momento olhando nos olhos dele e vi que ele não passava de um pobre cão que nunca ouviu nada de carinhoso, apenas gritos e mais gritos e fiz um carinho na sua cabeça e ele levantou a pequena orelha que fora cortada assim como o rabo, demonstrando que gostava desse tipo de carinho.

Abracei o meu Baiuki e perguntei-lhe o que havia acontecido e por que ele tinha fugido se eu nunca o tinha maltratado.

- Eu não fugi, apenas fui chamado para a nova missão.

- Que missão?

- Nós, cachorros, temos uma missão muito importante na terra que é ver quais os homens bons e quais os homens ruins. Nós vemos tudo o que eles fazem e mesmo não entendendo o que eles dizem guardamos em nosso coração tudo o que vemos e nossa próxima missão é falar de cada um deles para um anjo que anota tudo para o julgamento final.

- Que anjo?

- Anjos que vêm para nos ouvir e que levam as nossas mensagens para o céu.

- Vocês têm um Deus também?

Perguntei-lhe assustado.

- É o mesmo Deus de vocês e Ele também nos ama como a todos os seres vivos da terra, não apenas os humanos. Se somos vivos é porque Deus nos deu vida, assim como a vocês!

- Mas vocês falam com Deus?

- Sim, como você em suas orações.

- Significa que Deus vai ouvir vocês em nosso julgamento?

- Ele não precisa nos ouvir, pois Ele vê o coração de cada um de vocês, mas vocês também são julgados pela forma que nos tratam e isto Deus nos pede para relatarmos para que vocês, humanos, no julgamento final, possam ouvir as maldades praticadas contra outros filhos de Deus, que também sentem dor, fome, sede, tristeza, saudades, amor, enfim tudo o que vocês sentem. 
 
 - Mas como pode ser?

-Anjos cachorros?

- Não! Apenas anjos.

Na verdade, Deus nos criou para que nos aproximássemos dos homens e fossemos exemplos de fidelidade, já que o homem nunca soube o verdadeiro significado desta palavra e desde então, temos essa missão de sermos amigos para todos os momentos e nunca, mas nunca mesmo, trair nossos donos. Se somos assim, tão fiéis e os homens nos tratam tão mal, nada mais justo de sermos as “testemunhas” no julgamento final.

- Parece-me tão irreal tudo isto!

- Eu sei.

Respondeu-me o Baiuki, lambendo minhas mãos.

- Mas você iria voltar pra mim?

- Não, na verdade você voltaria pra mim no futuro.

- Como assim?

- Depois que todos cumprirem a sua missão na terra, os bons vão para um lugar onde reencontrará todos os amigos que concluíram a missão antes dele.

- Depois de morrer, você quer dizer?

- Esta palavra não conhecemos, pois sempre há vida, ela nunca deixa de existir.

- Então você já tinha cumprido a sua missão?

- Eu não sabia até que entrei no quintal da casa amarela da nossa rua.

- Então foi o pitbull que te pegou?

- Nem percebi, mas deve ter sido

- Sentiu dor?

- Nenhuma!

continua...


Anderson Balderrama dos Rei, paulista, pós graduado com especilização em Gerenciamento de Pessoas, palestrante e autor do livro " Clareira, quando a amizade é essencial"

sábado, 17 de julho de 2010

Chico Xavier


"Toda separação é temporária, ninguém fica irremediavelmente distante dos seres queridos para sempre,
porque os verdadeiros laços de afeição não se rompem nem com a distância e nem com os breves momentos de separação!
Quando duas almas se amam verdadeiramente, elas se atraem, procuram-se através do espaço,
existe uma força superior que as impulsiona a virem em busca um do outro.
Os seres que se amam verdadeiramente se encontrarão um dia na terra ou no espaço,
é preciso ter paciência e confiança nas resoluções do criador.
Ele sabe o que faz."
-- Chico Xavier

domingo, 11 de julho de 2010

Estrelinha Bianca



† 11/07/2010
Bianca

Querida amiga, não temos mais tua presença física 
 mas morarás sempre no nosso coração,
 pois nosso amor por ti é eterno.
Fique com Deus!

Com saudades, 

Mamãe, Papai, Vô João, Vó Nininha, Lili, Sá e Lulu 


sábado, 10 de julho de 2010

O Céu dos Bichos



O Céu dos Bichos
Sylvia Browne

Para muitos, perder um bichinho de estimação é o mesmo que perder alguém da família. Especialmente as crianças têm muita dificuldade de entender o que acontece com seus animais quando eles morrem. Muitos pais costumam dizer que lês vão para o céu, mas a verdade é que a espiritualidade dos animais é muito pouco discutida. 

Em "Céu dos Bichos - A Vida Espiritual dos Animais que Amamos", a médium e mestre espiritual Sylvia Browne tenta decifrar esse enigma. O livro é resultado de 40 anos de pesquisas e depoimentos.
Entre outras coisas, a autora concluiu que os animais têm personalidades distintas, particularidades e hábitos que compõem seu espírito e sua alma. E é enfática ao afirmar que eles vão para o céu.
"Eles possuem habilidades que nos levarão a histórias impressionantes de laços criados com os seres humanos. Há ainda episódios vivenciados na companhia de animais --tanto neste mundo quanto do outro lado-- que comprovam a ligação estreita que temos com nossos bichinhos", afirma Sylvia. 

Para a autora, os animais possuem a capacidade de neutralizar energias negativas sem sequer precisarem absorvê-las, como se fossem espécies de anjos da guarda na Terra. O livro explora, a partir de pesquisas cientificas e relatos pessoais, histórias de amor e lealdade entre os seres humanos e seus animais de estimação. 

Sylvia é autora de 46 livros, sendo que 22 deles figuraram na lista de mais vendidos do jornal "The New York Times". Ela também usa sua mediunidade para auxiliar o trabalho da polícia e do FBI para desvendar casos de desaparecimentos e outros crimes misteriosos, além de ter fundado uma igreja própria (Society of Novus Spiritus) há mais de 20 anos.

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"Céu dos Bichos - A Vida Espiritual dos Animais que Amamos"
Autora: Sylvia Browne
Editora: Ideia E Acao
Páginas: 208

Leia abaixo um trecho:

O Céu dos Bichos


Trecho retirado do livro 
O Céu dos Bichos

Os elefantes africanos desenvolveram uma estrutura social maravilhosa baseada no matriarcado. Todos os elefantes machos são expulsos do bando depois de certa idade, mas o cuidado que as fêmeas dedicam aos filhotes e aos mais velhos e em especial o sentimento de luto demonstrado por elas quando um membro do grupo se vai são características admiráveis. Nessas ocasiões, a tristeza do bando é palpável; os elefantes tentam fazer o companheiro moribundo se levantar, enquanto o resto do bando forma um círculo protetor em torno dele. É possível ver e sentir a angústia dos animais. Eu já testemunhei uma cena assim, e vi a imensa elefanta que era a matriarca do grupo fazer soar sua tromba de um jeito que nunca vou esquecer - num grito de dor inconfundível. 

No relato a seguir, veremos um caso de luto animal mais próximo de nossa experiência cotidiana. Debra escreveu: "Minha filha sempre adorou os animais. Não foram poucas as vezes, quando ela era pequena, em que apareceu em casa trazendo bichinhos perdidos para tomar conta. Certa vez, quando ela estava com dez anos, nosso lindo e bagunceiro labrador preto estava passando o dia no canil atrás de nossa casa. Minha filha deixou Sady sair para que ele fizesse um pouco de exercício. No meio do bosque, o cachorro encontrou um filhote de coelho. Infelizmente, ele não se deu conta da fragilidade do bichinho e começou a brincar com ele de uma forma meio bruta demais. Minha filha, quando viu o que Sady havia feito sem querer, embrulhou o coelhinho numa toalha e o levou para casa chorando. Eu fiz o que pude, mas não consegui salvar o animal. 

"Nós o levamos para enterrar no quintal e, enquanto dissemos nossas orações, minha filha plantou um ramo de flores no túmulo. Cerca de duas horas mais tarde, saímos de casa e vimos a mãe coelha sentada imóvel à beira do túmulo - foi um momento carregado de espiritualidade, muito comovente. Muitas vezes, as pessoas dizem que os animais não têm sentimentos ou que são incapazes de ter emoções, mas, depois desse episódio com o coelhinho, nunca mais pensei dessa forma. Já se passaram muitos anos desde o incidente, mas as flores continuam crescendo no local exato onde enterramos o coelhinho." 

Todos os animais têm sentimento de luto. Há alguns anos, um dos meus dois lhasa apsos amados faleceu. Os dois eram irmãos e haviam sido criados juntos desde que nasceram, sem jamais se separarem. Mitsy, a cadelinha que ficou, meteu-se debaixo da cama de tão triste e, por mais que eu a chamasse, não conseguia fazer com que viesse brincar, comer ou beber água. Por fim, eu tive a ideia de sair e comprar um novo filhote, o mais parecido possível com nosso falecido Chewy. 

No instante em que entrei com o filhote em casa, Mitsy pôs a cabeça para fora e começou a observá-lo. Depois de duas horas, ela saiu de baixo da cama para brincar com ele. Talvez ela tenha pensado que seu querido irmão havia encolhido ou, talvez, mesmo notando a diferença, isso não importasse para ela. Desse dia em diante, assim como era com o Chewy, os dois tornaram-se inseparáveis. A única diferença era que Mitsy mostrava um instinto protetor especialmente aguçado com o novo Chewy - imagino que por ter medo de perdê-lo novamente. 
Nós, humanos, não somos os únicos a ter corações, mentes e espíritos sujeitos a sentir luto, dor e arrependimento. Sabendo disso, por que não conseguimos entender que os animais se sentem solitários, abandonados e enlutados da mesma maneira que nós? 

Não consigo sequer mencionar episódios de crueldade ou mesmo os experimentos que são feitos com animais, pois não suporto pensar no assunto e ele fica me assombrando por dias a fio. Mas tenho a esperança de que, um dia, com o trabalho educativo que fazemos com as pessoas e os protestos constantes, o ser humano acabe com a brutalidade contra essas criaturas maravilhosas que nada fazem senão nos ajudar e, muitas vezes, salvar nossas vidas. 

Não tenha medo de chorar. As lágrimas libertam a mente dos pensamentos tristes.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/livros

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Voa


    VOA


                                                                             
"Voa lindo Ser
Voa sem parar
Viaja pra longe
Te encontrarei
Em algum lugar
Permaneço em ti
Como sempre foi

Mais perfeito e mais fiel
Mesmo sozinha sei que estás perto de mim
Quando triste olho pro céu
Quando eu te vi o sonho aconteceu
Quando eu te vi meu mundo amanheceu
Mas você partiu sem mim
E sei que estás em algum jardim
Entre as flores...


Anjo,
meu tão amado anjo
Bem sei que estás,
E eu do brando sono hei de acordar
Para os teus olhos ver uma vez mais
O verdadeiro amor espera uma vez mais
Quando eu te vi o sonho aconteceu
Quando eu te vi meu mundo amanheceu
E sei que estás em algum jardim entre as flores...
Não precisava ter sido assim,
mas foi maior que todos nós...
Eu espero que lá em cima você esteja muito feliz,
em Paz,
que possa cuidar de nós aqui
principalmente a preencher esse vazio que ficou dentro de nós!!!"
Ivo Pessoa




sábado, 3 de julho de 2010

Em Algum Lugar Além do Arco-íris


"Somewhere over the Raibow...."

"Em algum lugar sobre o arco-íris
Bem lá no alto
E os sonhos que você sonhou
Uma vez em um conto de ninar

Em algum lugar sobre o arco-íris
Pássaros azuis voam
E os sonhos que você sonhou
Sonhos realmente se tornam realidade

Algum dia eu vou desejar por uma estrela
Acordar onde as nuvens estão muito atrás de mim
Onde problemas derretem como balas de limão
Bem acima dos topos das chaminés é onde você me encontrará,
Em algum lugar sobre o arco-íris pássaros azuis voam
E o sonho que você desafiar, por que, porque eu não posso?

Bom, eu vejo árvores verdes e
Rosas vermelhas também
Eu vou assisti-las florescer pra mim e pra você
E eu penso comigo
Que mundo maravilhoso

Bem eu vejo céus azuis e eu vejo nuvens brancas
E o brilho do dia
Eu gosto do escuro e eu penso comigo
Que mundo maravilhoso
As cores do arco-íris tão bonitas no céu

Também estão no rosto das pessoas que passam
Eu vejo amigos apertando as mãos
Dizendo, “como vai você?”
Eles estão realmente dizendo, eu, eu amo você
Eu ouço bebês chorando e eu os vejo crescer
Eles vão aprender muito mais
Que nós saberemos
E eu penso comigo
Que mundo maravilhoso

Algum dia eu vou desejar por uma estrela

Acordar onde as nuvens estão muito atrás de mim
Onde problemas derretem como balas de limão
Bem acima dos topos das chaminés é onde você me encontrará,
Em algum lugar sobre o arco-íris pássaros azuis voam
E o sonho que você desafiar, por que, porque eu não posso?"

domingo, 27 de junho de 2010

Pedro, meu amigo


Meu Amigo se Foi


Hoje é um dia triste para mim, meu amigo Pedro se foi. Ontem a noite, na hora do seu costumeiro passeio, vi que ele não estava bem. Estava muito amuado, coisas da vida, estava me esperando para se despedir. Envolvendo em meus braços, ficou recostado por alguns momentos, tentando uma última recuperação. O calor de seu corpo não escondia a pulsação fraca e nos momentos finais soltou um grito desesperador e depois se foi. O arsenal de remédios que eu tinha a disposição não foi o suficiente. Tristeza... parece que não há chão, o que falar? Nesse momento parece que o tempo pára, mas com certa ingratidão uma faca transpassa nosso coração e não sai mais, fica alo sangrando até cicatrizar, mas ela nunca sai, de modo que o tempo pode querer apagar, mas ela está lá e sempre dá um sinal de alerta, seja quantos anos ou décadas se passem.

Acabou...pois é...vira-se a página...todos passam por isso.

Mas quero lembrar agora não deste triste final, quero recordar os anos que passamos juntos, os anos que Deus me deu a oportunidade de estar a seu lado. Quando o vi pela primeira vez estava todo encolhido, mas sua beleza era estonteante, todo de uma cor só. Ele ceio comigo pois não tinha mais como desempenhar aquilo que vinha fazendo durante anos e anos, tinha até um brinco marcador que ganhara para o identificar, e seu valor era baixo, mas não diminuía nem um pouco a qualidade de sua beleza.

Lembro nos primeiros dias quando deu seu primeiro passeio, acostumado a ficar preso agora um mundo inteiro se abria para ele. Engraçado, sem saber o que fazer ficou parado, até que ganho um empurrãozinho e zumm...começou a correr e não parava mais. Com o passar dos anos seu andar elegante já não era mais tão ingênuo, pois passava a se esconder e se recusava a voltar ao seu quarto, quando terminava sua hora de passear.

Mas o que mais me deixará saudades é o seu olhar...sabia quando alguém falava seu nome “Pedro!!!” e adorava ganhar uns petiscos para beliscar, até se escondia no seu labirinto para que ninguém pudesse oferecer resistência a sua degustação.

Ele me ensinou pequenas coisas que hoje são grandes para mim, mesmo já velhinho quando chegou ele me mostrou que é possível aprender, é possível desfrutar de uma liberdade antigamente recusada e que também é possível mostrar tranqüilidade mesmo quando as coisas não vão bem. Ele realmente foi feliz e deixou-me uma marca que não esquecerei.

Finalizando, só posso dizer assim: “Pedro, que o Papai do Céu te dê um lugar lindo para brincar com seus amigos aí no céu, e, se um dia for merecedor também, quero encontrá-lo novamente num futuro próximo.”

Obrigado, Pedro, por tudo o que você deu para mim e para minha família, por colorir minha vida com seu pequeno jeito de ser.

Descanse em paz, meu amigo!

Meu amigo se foi publicado 1/06/2010 por Ricardo Araujo em




http://www.webartigos.com/

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Estrelinha Pitchulla


† 20/06/2010

Pitchulla

AMADA ESTRELINHA PITCHULLA...

EM 20/06/10 , você atravessou a PONTE DO ARCO-ÍRIS ,
nos deixando um grande vazio em nosso lar e em nossa vida, pois nesses 13 anos que esteve conosco, nos proporcionou muita alegria e felicidade, foi um serzinho maravilhoso , alegrando nossos corações e hoje a tristeza nos toma conta...

Dos olhos ... lágrimas
Dos lábios ... uma prece à Deus!
No coração ... dor e amor eterno
Na Terra ... fica a saudade do momentos alegres e da felicidade que nos deus...
Nossa Bebêzinha, nosso Anginho,
Eterna Estrelinha-Guia...
Que você, segure na mão de Deus e suba as escadas aos Céus,
junto ao Senhor, nosso Criador, com a mesma alegria contagiante,
que se fez presente em todos os momentos aqui na Terra.

Seu ZÓINHO e SUA POPOZIZINHA,
que nos acordavam todos os Domingos, jamais serão esquecidos,
e por fim, foi num Domingo que você partiu, agora só lembrança e tristeza...

Beijo no seu coraçãozinho ...BEBÊZIZINHA!
Saudades Eterna!
Mamãezizinha e Papaizizinho, Daminha e Manquinho

Angelita & Ciro







quarta-feira, 23 de junho de 2010

A linguagem dos Gatos

Ao contrário de nós, sejam os gatos turcos, aqueles italianos ou brasileiros, todos falam uma língua universal. Aprendi a falar com os gatos na Turquia e foi muito mais fácil me comunicar com eles, do que com os turcos, que não falavam inglês. Pelo resto do mundo, usei a língua aprendida, com variações, não de país para país, porém, conforme o nível de inteligência de cada gato.

 
Alegria – O gato exprime alegria com o rabo levantado e murmurando “palavras” que só o dono entende. Os olhos são o termômetro da alegria e o rosto muda de expressão quando eu chego em casa. Abanar o rabo não significa raiva, como dizem alguns. Significa que o gato está apreensivo, pensando no que deve fazer ou no que está dentro daquela caixa fechada.


Barriga arrastando no chão – O gato vai andando abaixadinho, com a barriga esfregando no chão. Pode significar caça à vista. Pode significar um ambiente novo. Então o gato se faz mais baixinho, para que os outros não o vejam. Todas as vezes que CICIO e MEMÉ se mudavam, MEMÉ chegava à nova casa e ia se arrastando cautelosamente, até ter certeza de que aquela era a sua nova casa. Os gatinhos que trago para casa, saem da gaiolinha se arrastando, na expectativa daquilo que encontrarão. E encontram 41 gatos bobões, que não fazem nenhuma objeção aos novos chegados.


Barriga para cima – É o gato mais feliz, seguro e tranqüilo deste mundo. Aliás, pessoas que dormem de barriga para cima, também demostram que são absolutamente seguras de si.


Corcova – Aquela corcova, igual a um camelo, é para parecer maior, impondo medo aos inimigos. Da mesma maneira, os pêlos arrepiados dão um ar de temor, que pode fazer os inimigos recuarem ou vacilarem o suficiente para permitir uma escapada.


Em pé – Gatos têm grande facilidade para ficar em pé, embora não consigam, ainda, caminhar sobre duas patas, como nós, os macacos e os ursos. Entretanto, as mutações se encarregarão de criar, mais cedo ou mais tarde, o gato bípede. Mesmo gatos gordos e adultos, como UMI, ficam em pé, com grande facilidade, quando chega a papa. E por quê? Para ficarem maiores e serem notados por você, senão você pode se esquecer de dar a comida deles. Como se isso fosse possível!


Enterrar a comida – “Nunca mais quero comer isto!” - pensa o gato, enquanto tenta enterrar a comida, arranhando o pavimento. Pior é quando estão comendo no jardim e um dos gatos não quer mais comer e enterra, realmente, a comida que os outros ainda não comeram. Na realidade, é apenas uma encenação. Retire o pratinho e o apresente, logo em seguida, com a comida revirada, que o gato cai em cima e até lambe o pratinho.


Por outro lado, quando o gato começa a comer, e em um dado momento pára, olha para você e diz: “Miau” e volta a comer. Isto quer dizer: “A comida está ótima, cozinhe sempre desta maneira!”


Mordidinhas – Enquanto o gato dá um banho em você, pode dar mordidinhas. Significa: “Como você está sujo. Deve ser punido por tamanho relaxamento. Não ouse interromper o banho que estou dando!”


Olhos fechados – “Estou ignorando a sua presença.”


Orelhas – Orelhas para cima: “Atenção!” Orelhas para trás: “Não estou gostando disto.” Orelhas grudadas na cabeça: “Estou pronto para a briga.” E por quê grudar as orelhas na cabeça? Porque se o rival lhe der uma patada, não atingirá tão importante órgão.


Pinotes – Quando você vai acariciar seu gato, muitas vezes ele se levanta até a sua mão, para receber mais rápido a sua carícia, com os olhinhos fechados. Outra forma de afeto é quando dá uma cabeçadinha na sua mão, o que pode fazer você entornar uma xícara de chá. Mas é o preço do amor.


Pisar no pé – Por que alguns gatos têm o hábito de pisar no pé do dono? Elementar: para que o dono nunca mais se afaste dele.É uma prova de amor.


Rabo – Rabo levantado significa alegria. Rabo balançando não significa raiva, significa apreensão. O gato balança o rabo quando está diante do inimigo, ou quando está doido para saber o que você tem naquela misteriosa caixa. Gatos de rabo peludo, jamais os têm levantados. Talvez para não serem confundidos com algum perigoso tamanduá.


Rebolar – Significa ar suspeito. Quando o gato rouba comida do pratinho do outro, chega rebolando, igual a um rato e fica meio vesgo. É o ar de culpa do pecador.


Voz – “Meu gato só falta falar…” Não é verdade, eles “falam”, sim. Gatos usam sons diversos, em freqüências diversas, para expressar o que pensam ou o que querem. Os gatos têm as manifestações vocais acompanhadas de expressões faciais idênticas às nossas. Expressões de felicidade, de descontentamento, de repreensão, etc.
Fonte: Rocky Gadelha - Biólogo
http://novohamburgo.org/blogs/bichos/?page_id=216

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Nós e Eles?!














"Os animais são pessoas, como nós somos animais."
Teixeira Pascoaes


sexta-feira, 18 de junho de 2010

Oração do Amigo


Oração do Amigo

Eu Te peço, Senhor, nesta singela oração, que eu seja fiel aos meus amigos. São poucos e impossível seria que fossem muitos. São poucos, mas são preciosos. Eu Te peço, Senhor, que eu não padeça do mal da inveja que traz consigo outros desvios, como a fofoca. A terrível fofoca que humilha, maltrata, faz sofrer. Eu Te peço, Senhor, que o sucesso do outro me impulsione a construir o meu caminho e que jamais eu tenha a ânsia de querer atrapalhar a subida de meu amigo. Eu Te peço, Senhor, que eu seja leal.
Que eu saiba ouvir sempre e saiba quando é necessário falar.

Senhor, eu sei que a regra de ouro da amizade consiste em não fazer ao amigo aquilo que eu não gostaria que ele fizesse a mim. E eu Te peço que eu seja fiel a essa intenção. Que eu tenha poucos amigos, mas amigos que permaneçam para sempre. Não poderia ter muitos; não teria tempo para cuidar de todos, e de amigo a gente cuida, acolhe, ama.

Senhor, proteja os meus amigos. Que nessa linda jornada consigamos conviver em harmonia. Que nesse lindo espetáculo possamos subir juntos ao palco. Sem protagonista. Ou melhor, que todos sejam protagonistas e que todos percebam a importância de estar ali. No palco. Na vida.

Obrigado Senhor, por esse presente precioso que colocou em minha vida, a amizade dessa pessoa linda e abençoada que está lendo essa mensagem.

Obrigado, Senhor, pelo dom de viver e conviver. Obrigado, Senhor, pelo dom de sentir e manifestar o meu sentimento. Obrigado, Senhor, pela capacidade de amar, que é abundante e sem fim.

Amém






Amigo, adote um!

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Luz

"(...) E, um dia, na mais absoluta solidão
 - eu já não tinha mais vontade de me alimentar nem de chorar,
e nem fé do altíssimo eu tinha mais
- e nesse momento aproximou-se de mim um cão vadio.
Esse animal era só Luz.
Ele não tinha nenhuma treva, nenhuma escuridão.
Ele era infinita Luz.
E sentou-se ao meu lado sem nada pedir(...) senti vir dele a chama mais calorosa e permeada de amor que
nenhuma mulher, nem amigo, e nem sequer o
colo de minha mãe tinham me oferecido.(...)
 E assim eu me tornei quem eu sou:
O Protetor dos Animais.
Mas eu lhes digo:
 muitas vezes, muitas vezes mesmo, eu fui protegido por eles...e amado...muitas vezes mais do que protegi. (...)


Obra Os Sete Mestres suas Origens e Criações"


"Não há nenhum psiquiatra no mundo igual a um filhote de cachorro que lambe a sua face. "


Ben Williams

segunda-feira, 14 de junho de 2010

A coleira está vazia

A coleira está vazia



Não existe nada mais triste que uma coleira vazia.



Uma coleira vazia pode significar muitas coisas, pode significar que o cachorro está solto, está dormindo, ou está no canil...


Pode significar que o cachorro é tão obediente, que não precise mais dela...


Pode significar simplesmente que não estamos mais com vontade de fazer uso dela...


Pode significar tudo isso ou nada disso.


Hoje, a coleira do Misty está vazia.


E por mais que eu saiba que isso é o melhor que poderia acontecer neste momento, não existe nada mais triste que ver essa coleira vazia.


Confesso que durante esses 4 anos, usamos muito pouco essa coleira como deveríamos, mas não interessa, ela sempre estava lá, entre a gente, ora arrastada pela boca dele, ora enrolada na minha mão, sem função nenhuma...


Hoje, até ela parecia estar diferente... largada no banco do carro... como muitas outras vezes também esteve quando íamos passear... nessas ocasões, a ordem era sempre a mesma: ela no banco da frente e ele deitadão no banco de trás.


Hoje, ela estava só... no banco da frente. Não tinha Misty no banco de trás.


Quando uma pessoa morre, nos conforta lembrar das coisas boas e ruins que passamos por causa dela. As coisas boas enaltecem ainda mais a grande pessoa que nos deixa, mas as ruins, estas parecem tomar tamanhos maiores do que realmente são, para acalentar nossos corações... como que para justificar a perda.


Quando morre um cachorro, um cachorro como o Misty, morre um pedaço da gente junto. Pois, não há nesse mundo, um ser que tenha querido me fazer mais feliz que ele... devo até não ter correspondido a todas as lambidas, pinotes e pulos que meu "carneirinho" dava... mas, ele nunca fez nada disso esperando reciprocidade. Fazia porque queria. Fazia porque se sentia bem. E acima de tudo, fazia porque era feliz. Não fazia média. Nunca mentia.


Não existe nada mais triste que essa coleira vazia.
Essa vida é mesmo engraçada. Ontem, a coleira não era nada.Hoje, significa tudo que tenho.
O Misty está livre. Sem dor. Correndo como um louco, como sempre.
Nunca tinha ficado triste por ver a coleira dele vazia.
Coleria vazia, para mim, sempre foi sinônimo de cachorro solto...


Hoje, vejo que ela pode significar muito mais que isso.
Uma coleira vazia pode significar muitas coisas: que o cachorro está solto, está dormindo, ou está no canil...
Pode significar que o cachorro é tão obediente, que não precise mais dela...
Pode significar simplesmente que não estamos mais com vontade de fazer uso dela...
Para nós, Misty e eu, na maioria das vezes, sempre significou tudo isso.
E hoje não é nada disso.
Porque hoje, a coleira do Misty está vazia e ele não está aqui.



O texto " A coleira está vazia" foi escrito por Fabiana Russi em sua tristeza e em sua dor. Uma homenagem póstuma ao MYSTERY/Misty. Lindo texto, linda homenagem que repasso ao amigos.
Fonte : http://www.australianshepherd.com.br/

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Dia de Santo Antonio


Oração de Santo Antonio

Lembrai-vos, glorioso Santo Antonio, amigo do Menino Jesus, filho querido de Maria Imaculada, de que nunca se ouviu dizer que alguém daqueles que têm recorrido a vós e implorado a vossa proteção tenha sido por vós abandonado.


Animado de igual confiança, venho a vós, fiel consolador e amparador dos aflitos. Gemendo sob o peso dos meus pecados, me prostro a vossos pés e, pecador como sou, ouso a me apresentar diante de vós. Não rejeiteis, pois, a minha súplica. (Fazer o pedido), vós que sois tão poderoso junto ao Sagrado Coração de Jesus, mas escutai-a favoravelmente e dignai-vos a atendê-la. Amém.

(Rezar um Pai Nosso, uma Ave Maria e fazer o sinal da cruz.)

terça-feira, 8 de junho de 2010

Fernando Pessoa

"Deus costuma usar a solidão
para nos ensinar sobre a convivência.


Às vezes, usa a raiva,
para que possamos compreender
o infinito valor da paz.


Outras vezes usa o tédio,
quando quer nos mostrar a importância da aventura e do abandono.
Deus costuma usar o silêncio para nos ensinar sobre a responsabilidade
do que dizemos.


Às vezes usa o cansaço,
para que possamos compreender
o valor do despertar.


Outras vezes usa doença,
quando quer nos mostrar
a importância da saúde.


Deus costuma usar o fogo, para nos ensinar sobre água.
Às vezes, usa a terra,
para que possamos compreender o valor do ar.


Outras vezes usa a morte,
quando quer nos mostrar
a importância da vida".

Fernando Pessoa

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Adeus, meu amigo


ADEUS, MEU AMIGO




Adeus, meu dono
Adeus, meu amigo
Foi bom viver ao seu lado
Espero ter sido bom viver comigo
Não pergunto para onde vou agora
Nem mesmo porque estou indo
(Aos cães, Deus resolveu
bondosamente perdoar dúvidas)
Se for como foi aqui
Com certeza estarei rindo




Levo a lembrança
De nossos dias em festa
Afinal minha alegria
Todo dia era de criança
Quantas vezes não consolei
Sua solidão e tristeza
Latindo: estou aqui
Olha do sol a beleza
Reparte comigo o que não sei
Você se sentindo um caco
Para mim sempre um rei




Adeus, meu dono
Adeus, meu amigo
Entro em paz neste sono
Deixando cumprida a missão
De um cão neste mundo insano:
Fazer bater feliz seu coração
Tornar seu sentir mais intenso
E, por que não dizer, mais humano




Ulisses Tavares

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Dia de Corpus Christi


Dia de Corpus Christi


Na Festa do Teu corpo e Sangue
Dá-nos Senhor a
Certeza da Tua presença
Nos dons eucarísticos!




Na festa da vida,
Que deve ser cada eucaristia,
Ensina-nos Senhor
A comunhão com os irmãos,
Radicada na unidade sacramental.




Ensina-nos que nunca é compreensível
Celebrar o gesto que significa
Sacrifício e dom da vida,
União com Cristo e com os irmãos
E fomentar divisões,
Cultivar discórdias e manter desigualdades!


Impele-nos a viver cada eucaristia
Como atores comprometidos
Convictos da Tua presença
E não como simples espectadores!