.ღ Saudade lembrada, saudade sentida, saudade hoje e para o resto da vida...saudade eterna! ღ

.ღ Saudade lembrada, saudade sentida, saudade hoje e para o resto da vida...saudade eterna! ღ

.

.

ღ NO MOMENTO AS HOMENAGENS ESTÂO SUSPENSAS! Abraços fraternos!

ღ NO MOMENTO AS HOMENAGENS ESTÂO SUSPENSAS!  Abraços fraternos!
As homenagens são publicadas conforme a disponibilidade de tempo. Se ela chegar sem foto e mensagem não poderei publicar. As homenagens são publicadas conforme a ordem de chegada no e-mail.

.

.

ღ NO MOMENTO AS HOMENAGENS ESTÂO SUSPENSAS! ABRAÇOS FRATERNOS!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

E seguirão bem vivos, sempre...



HÁ ALGO MAIS... UM AMOR. UMA LUZ

Que calendário poderá marcar a eternidade do espírito?
As vidas passam, as eras se sucedem nos eons e eons de tempo, pessoas e espíritos vão e vêm, mas o que importa é sempre o que fica no coração, em Espírito e Verdade. E isso não se explica, só se sente...
Não é passado ou futuro, é presente de quem sente algo mais...
Um Amor. Uma Luz.
Ah, nada pode matar o espírito – nem o que é real.
Ao longo das diversas vidas, quantos corpos perecíveis ficaram para trás, na poeira do tempo?
E outros mais se seguirão, na longa fieira evolutiva pela qual os seres evolvem e se aprimoram no infinito...
Mas, o SER real é imperecível, eterno e autoluminoso, além de qualquer tempo ou condição. E nenhuma arma pode feri-lo!
É algo mais... Um Amor. Uma Luz.
Nenhuma tumba pode segurá-lo, pois o seu lugar é além do zimbório celeste – sim, o seu lar verdadeiro é muito além, no Grande Coração do Eterno, onde são forjadas as estrelas no fogo do Amor Divino.
Ah, os sentidos do corpo não percebem isso, mas, não há morte, de forma alguma!
A vida segue, além, e os espíritos também, algures...
Enquanto os corpos perecíveis retornam ao seio dos elementos terrestres para sua reciclagem planetária natural, o princípio espiritual, essência real e imperecível, voa pelo Invisível Imanente, de onde veio.
Porque há algo mais... Um Amor. Uma Luz.
E, por isso, as consciências espirituais continuam sua saga cósmica e eterna...
Sim, continuam... Bem vivos!
Ah, eles vivem! Eles vivem! Eles vivem!

P.S.:
O passado não pertence a ninguém.
Pois o que passou, passou mesmo...
E o futuro também não pertence a alguém.
Será o que tiver de ser...
Então, qualquer tipo de apego é inútil.
E ansiedade não faz o tempo passar mais rápido.
O que importa é o momento presente, sempre tempo de aprender...
Ah, o Amor é um estado de consciência.
E o agora é sempre! É algo mais... Coisa do coração.
Sim, algo mais... Um Amor. Uma Luz.

Dedicado aos mentores espirituais que há algumas noites me levaram fora do corpo para assistir à passagem final de um cachorro – da raça pastor alemão -, em uma clínica veterinária. Vi os estertores finais do animal e sua agonia para respirar, e o sofrimento dos seus donos diante da perda de seu companheiro fiel.
Mas vi, também, uma presença extrafísica elevada, sem forma humanóide - eu só via o seu olhar em meio a uma massa de luz viva -, que estava ali para dar suporte espiritual invisível. E senti o Amor que ela irradiva serenamente, além de um contentamento interno de estar no raio de ação de suas energias amistosas.
Então, irradiei energias pelas mãos extrafisicas e fiz uma prece ao Senhor da Vida, pelo bem de todos que ali estavam, humanos e animais.
Na sequência, quando o cão finalmente desencarnou, e o seu corpo ficou imóvel, tentei ver o seu corpo espiritual desprendendo-se de volta para casa, mas nada vi, somente o seu cadáver, que me dava a impressão de ser um boneco frio e duro.
E também vi os seus donos chorando e fazendo carinho no corpo abandonado, e também o veterinário, visivelmente constrangido com a situação, sem saber direito o que dizer para eles.
Como eu não vi nenhuma luz e nem o cão partindo para o “lado de lá”, olhei para aquela entidade amorosa, que me comunicou, pelo seu olhar lúcido e pacífico, que eu estava ali apenas para ajudar espiritualmente – e que, posteriormente, eu saberia mais sobre o caso.
E, hoje, enquanto eu escrevia essas linhas, um dos amparadores extrafísicos trouxe o cão aqui em casa. O animal estava tranquilo e brincando em volta dele. E ele não precisou me dizer nada, pois eu compreendi tudo.
Ah, como eu gostaria de dizer para os seus donos que ele está bem vivo e brincando com os espíritos, lá em cima, na Casa das Estrelas...
Sim, como eu gostaria que o Grande Arquiteto Do Universo fizesse esses escritos chegarem até eles, de alguma maneira.
Há algo mais... Um Amor. Uma Luz.

E os homens e os animais – e também todos os seres -, são centelhas vivas do Eterno. E seguirão bem vivos, sempre...

- Wagner Borges –
mestre de nada e discípulo de coisa alguma, agradecido ao Todo, por tudo.
São Paulo, 26 de junho de 2012.

Notas:
* Esse texto fará parte de um novo livro sobre vida após a morte que publicarei daqui a alguns meses (com diversos textos alusivos à temática da imortalidade da consciência).
Fonte: http://www.ippb.org.br/


Paz e Bem


Curta e compartilhe a página da
Capelinha de São Francisco.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Estrelinha Pituka





19/02/2013

Pituka

No dia 19.02.2013, tomei a decisão mais difícil de minha vida, pedi para terminarem com o sofrimento da minha querida Pituka, ela iria completar 9 anos no próximo dia 17 de março, mais infelizmente não estará presente ao meu lado. 
Peço perdão a Deus e principalmente a ela por essa decisão, espero que ela tenha me compreendido. A Pituka me trouxe só amor, carinho compreensão e muitas alegrias.
Ela sempre foi desde filhote muito frágil, eu nunca medi esforço , tempo e dinheiro para tratar dela. Em março de 2012 ela teve pancreatite passou muito mal, cuidamos, tomou muitos remédios, exames, felizmente ficou mais um ano comigo, agora durante o carnaval fizemos mais alguns exames e descobrimos que ela estava com um grave problema no coração, aumento do fígado e deficiencia respiratória. 
Eu não sei explicar mais diante de tudo isso ela estava aparentemente bem... mais novamente o destino nos pregou uma peça, ela já era ceguinha também, havia mais ou menos 2 anos... na madrugada de segunda feira dia 18 de fev. ela sofreu uma queda horrível e fraturou sua coluna , o pior diagnóstico que ela poderia ter. 
Cuidamos, internamos, mais eu havia prometido para ela que nunca a deixaria sozinha e fui na clínica buscá-la e a levei para veterinária que sempre cuidou dela. 
Já cheguei com a decisão tomada, conversei com a médica e aplicou-se a injeção na minha bebê.
Ela ficou calma, tranquila, não a deixei partir sozinha, fiquei a seu lado o tempo todo.
Pedi muito perdão para ela e a Deus. 
Agora ela descansa feliz, sem dor , sofrimento e cegueira.
Descanse e seja feliz, porque aqui você me fez uma pessoa melhor e muito, muito, muito feliz também.
Perdoe a mamãe, sinto muito sua falta.
bj no seu coração.

Mamãe Elaine

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Estrelinha Kiko





      15/03/2006
20/02/2013

Kiko

"Há momentos na vida em que nosso coração se despedaça, momentos em que a luz se apaga, e a saudade, a dor, tomam conta do nosso coração de profundos sentimentos de pesar. Mas Jesus enxugará todas as lágrimas e não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor.Tudo isso passou para sempre e tornarão alegria, pois hoje onde há saudade amanhã haverão rostos felizes pelo reencontro. Eternas saudades de nós que para sempre iremos te amar, Kiko, cãozinho amado permaneça em paz com todo o nosso amor. amém."

Larissa Catelan

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Eutanásia Animal



Eutanásia Animal

(Respostas dadas por Marcel Benedeti, publicadas no site Comunidade Espírita.)

P: O que você pensa da eutanásia aplicada nos animais?

R: Acredito na eutanásia como meio de aliviar-lhes um sofrimento que não se pode aliviar com os métodos terapêuticas convencionais. Mas note que não há restrições desde que seja praticado por um profissional devidamente apto, ou seja, um médico veterinário que, segundo a legislação e segundo a recomendação do próprio Emmanuel, mentor de Francisco Cândido Xavier, é a única pessoa capaz de avaliar esta necessidade. O veterinário também é a única pessoa habilitada a manipular as substâncias próprias deste procedimento com segurança, de modo brando e sem sofrimento. Ele usará uma anestesia que tirará a consciência do animal e provocará uma sedação para, em seguida, aplicar uma outra substância capaz de provocar a parada cardíaca.

A interrupção da vida de um animal por qualquer motivo que seja e não vise ao alívio de algum sofrimento recebe outro nome: assassinato. Tirar a vida de um animal futilmente é motivo de condenação nossa e certamente teremos de responder por atitudes como esta posteriormente.


P: Sou veterinária e tenho uma dúvida importante. O que fazer quando aparece um animalzinho doente, sofrendo em fase terminal. Posso fazer eutanásia ou não, segundo a visão espírita?

R: Para os animais não é levada em grande consideração a Lei de causa e efeito como é para os seres humanos. Para nós é importante que vivamos cada segundo até o derradeiro, mas para os animais esta lei não exige deles retratações e pagamento de dívidas, porque eles são como crianças. Não podemos cobrar de uma criança a atitude ou responsabilidade de um adulto. Os animais vivem no mundo físico para adquirir experiências de vida que contribuam para esta evolução e como eles não possuem tais débitos elevados com aquela Lei, a eutanásia, quando os animais estão passando por casos extremos de sofrimento, não havendo como se recuperar desta dor, tendo sido tentados todos os meios conhecidos e possíveis de amenizar-lhe tal sofrimento, é um método terapêutico. Interrompemos uma vida de sofrimento para que renasçam em um novo corpo sadio e completo para retomar as suas experimentações.

A eutanásia já está nos planos dos Espíritos superiores que cuidam dos animais e que a incluem como meio de aliviar-lhes os sofrimentos.


P: Fale sobre eutanásia praticada por veterinários, às vezes a pedido do dono do animal.

R: A eutanásia é um último recurso usado para aliviar o animal de um sofrimento do qual não se recuperará e não um meio de os donos descontentes de se livrarem de um incômodo. Se for retirada a vida de um animal sadio por simples comodidade dos que querem se livrar de seu animal, por ser velho ou por ser imperativo, por exemplo, neste caso não se falará em eutanásia, mas, sim, em assassinato. Não se pode tirar a vida de uma pessoa ou animal por simples comodidade. O veterinário consciente de suas obrigações, como médico, não deveria aceitar proceder a eutanásia a pedido dos donos, a menos que concorde que não haja tratamentos que possam recuperá-lo do sofrimento. O médico veterinário, após passar anos pelos bancos de faculdades, sabe avaliar a necessidade ou não de se proceder à eutanásia. Os donos podem até mesmo cogitar da possibilidade, mas é o veterinário quem dirá se é ou não válida esta prática em um caso específico. Proceder à eutanásia por comodismo ou por simples meio de obter vantagens financeiras é condenável.




P: Eu gostaria de saber o que acontece a um cão que falece por eutanásia.

R: Quando um animal falece, seu Espírito é amparado por espíritos encarregados de encaminhá-lo aos locais adequados no Plano Espiritual. Não importa se falecem naturalmente ou por eutanásia, eles são igualmente assistidos e amparados pelas equipes espirituais. Quando um veterinário procede à eutanásia, ele usa anestesia geral para que, perdendo a consciência e dormindo profundamente, o animal se desligue parcialmente do corpo. Em seguida a equipe espiritual, que se encarrega deste animal, procede aos desligamentos complementares deste corpo para que seu corpo espiritual separe-se de modo definitivo, enquanto o espírito do animal mantém-se também inconsciente naquela outra dimensão. Então, além do desligamento parcial criado pela anestesia, há o desligamento complementar promovido pelos espíritos. Logo após, o veterinário, aplicando alguma substância letal, consegue provocar uma parada cardíaca no corpo físico. Neste momento o espírito do animal já não se encontra mais ligado a ele. Portanto, deste modo não há sofrimento nem dor neste procedimento.




P: Tive de sacrificar uma pastora de 13 anos que estava com câncer, mas isso me pesou muito. Fiquei triste e até arrependida. Queria saber se ela sofreu muito com este procedimento e como é a vida espiritual dos animais.

R: Quando o animal sofre muito em função de alguma enfermidade degenerativa que não poderá ser curada com os meios terapêuticos disponíveis e o sofrimento já se configurou como algo insuportável, o melhor é a eutanásia, que é uma conduta terapêutica que visa aliviar o sofrimento. Por meio dela são feitas aplicações de substâncias que provoquem uma parada respiratória e cardíaca. No entanto isso somente é feito após a aplicação de um sedativo potente que desconecte a consciência do animal da realidade, para que não sofra no momento em que a substância letal esteja agindo. Este procedimento apenas pode ser feito por um médico veterinário, da maneira mais adequada e para que não haja sofrimento ao animal. O animal e o médico que age neste sentido nunca estão sozinhos. Sempre há uma equipe espiritual acompanhando os procedimentos de eutanásia visando a um retorno tranquilo dos animais ao mundo espiritual, onde serão preparados para a nova experiência que se seguirá, em outra reencarnação que lhe será oferecida.

Uma vez entrando na dimensão espiritual, são assistidos de perto e acompanhados com toda a atenção possível, e seu retorno poderá ocorrer rapidamente ou não.

O espírito não sente dor nem sofre como sofria quando encarcerado no corpo físico. Estando livre do físico, a recuperação da saúde é imediata.




P: Meu cachorrinho sofria de insuficiência renal crônica, um tumor no testículo e inflamação crônica na coluna. Decidimos pela eutanásia, mas me sinto culpada desde que vi seu corpinho sem vida. Queria saber se o Espírito dele já está livre das dores que o corpo terreno lhe proporcionava. Queria ter certeza de que ele está bem e feliz.

R: As equipes espirituais, que se encarregam dos animais, se esmeram em evitar que sofram desnecessariamente. Quando desencarnam, eles imediatamente se vêem livres das dores que lhes provocavam sofrimento. Eles são tratados de modo a eliminar as dores e corrigir as formas corporais e fisiologia corporal (do corpo espiritual) antes de serem enviados à reencarnação ou trabalhos voluntários ao lado dos Espíritos. Quando encaminhados à reencarnação, seus corpos são reconstituídos e preparados para a miniaturização que antecedem ao retorno ao mundo físico. Neste processo, todo o sofrimento evidente nos momentos que antecederam o desligamento (em decorrência da própria enfermidade) desaparece para dar lugar a um corpo, sadio e perfeito em que não há mais dores e sofrimento. No entanto, no caso de morte provocada sem as devidas providências preventivas (provocada por algum leigo e não por um veterinário), as consequências são diferentes. Quando no desligamento não foi usada anestesia e substâncias tóxicas causaram lesões ao corpo espiritual, as equipes espirituais têm mais trabalho em recuperar a saúde do animal lesado e o sofrimento é maior também. E prolonga-se porque o desligamento entre o corpo físico e o espiritual é mais lento. Neste caso o animal mantém a consciência por mais tempo, permanece ligado ao corpo físico por mais tempo, mas mesmo assim o alívio é imediato quando as equipes o desligam em definitivo. Então, em geral, são tornados inconscientes e permanecem em estado de suspensão. Algumas vezes têm permissão para ficar acordados durante o processo de desligamento e após também. Uma vez desligados, o sofrimento desaparece e a felicidade toma o lugar da dor.

Se a eutanásia foi feita por uma pessoa que evitou a dor, então ele nada sentiu e somente encontrou a felicidade no outro lado da vida.


Paz e Bem


Curta e compartilhe a página da
Capelinha de São Francisco no Facebook.



Vida Após a Morte dos Animais



SENHOR DE TODAS AS VIDAS

Vida Após a Morte dos Animais

– Wagner Borges -

Enquanto eu meditava, preparando-me espiritualmente para realizar uma aula para o grupo de estudos e assistência espiritual do IPPB, entrou no quarto um cachorro desencarnado, brincando, latindo e batendo o rabo alegremente.

Percebia o animal pelas vias da clarividência, de olhos fechados, diretamente na tela mental frontal interna (correspondente à área de ação do chacra frontal*).

O cão era um vira-lata normal, adulto, de pelo castanho-claro (mais claro do que castanho), muito alegre e ativo.


Ele olhava para alguém à frente, que eu não via, com o qual ele brincava e corria em torno.


Contudo, mesmo sem ver a entidade extrafísica no ambiente, eu sentia sua presença tranqüila e amistosa.

Admirado com a alegria do animal, morto na Terra, mas vivo em espírito, cheio de animação, pensei: ‘Alguém deve estar chorando a perda desse animal. Do jeitinho alegre que ele é, deve estar fazendo muita falta para os seus donos e entes-queridos.’

Então, o espírito em frente se comunicou telepaticamente comigo e me disse o seguinte: ‘O nome dele é Terry. E ele está muito bem tratado aqui!’

Nesse instante, o meu chacra frontal pulsou, cheio de luz branquinha fluorescente e eu o vi também.

Era um homem alto, de cabelos pretos muito grandes, à moda indígena da América do Norte. Estava vestido de calça lisa marrom-claro, com uma camisa esporte, tipo pólo (por dentro da calça). O cinto era preto. Seus olhos eram bem pretos, brilhantes, e a pele bem moreno-avermelhada. No conjunto, ele mais parecia um mestiço de branco com índio americano, moderno no jeito, mas com uma certa atmosfera ancestral xamânica.

Ele me olhou e riu e na seqüência pegou o cão no colo.


O animal se mexia feliz junto dele, tentando lambê-lo todo tempo. Em torno dele havia uma aura amarelo-suave, que irradiava uma atmosfera de segurança e
tranqüilidade à sua volta.

Enquanto acariciava o animal em seu colo, ele me olhou firmemente e com simpatia e me disse: ‘Já que você fala das coisas do espírito para os homens encarnados na Terra, então diga-lhes que até mesmo os animais têm assistência espiritual após o desenlace da matéria. Eles são cuidados e afagados com muito carinho. Há grupos de auxiliares astrais que cuidam especificamente deles em seus períodos extrafísicos. São espíritos dedicados ao bem-estar desses nossos irmãos menores na Natureza.

E mais: peça aqueles que gostam dos animais, que orem na sintonia desses benfeitores invisíveis; para que eles se associem sutilmente com eles, em espírito, na mesma bondade e amor por esses serzinhos tão queridos.

Nenhuma criatura é abandonada pelo Grande Espírito.
O Seu Amor é para todos!
A Sua Luz anima todas as luzes e seres.
Para Ele, todos são iguais na Natureza.
Homens e animais, vegetais e minerais, todos são Seus filhos.
Que aqueles que sofrem com a perda temporária de seu bichinho amado, seja ele qual for, rezem ao Grande Espírito, para confortar seus corações. Mas, que saibam, também, que há outros seres que amam os seus bichinhos, que seguirão cuidando deles nesse imenso universo do Grande Espírito, cheio de vida, em todos os planos.
O meu recado é só esse. Que Manitu abençoe a sua jornada!’

P.S.: Agora, vou levar esses escritos e compartilhá-los com os meus companheiros de estudo e prática espiritual. Que a jornada deles também seja abençoada por Manitu, Senhor dos homens, dos animais e de tudo o mais que existe, seja lá onde ou como for.

Paz e Luz.
São Paulo, 12 de julho de 2006; às 19h50min.




sábado, 23 de fevereiro de 2013

Estrelinha Lucky





Lucky Lelahel Clopidogrel

Sei que vc não está mais aqui
Por isso choro sempre quando sinto saudade
Gostaria de não sentir essa dor profunda
Porém, quero deixar a todos vocês que tiveram uma amizade tão pura
Tão verdadeira
Tão eterna
Tão gratificante
Que faz compensar todas as tristezas
Confesso que passaria por tudo de novo
Só para viver de novo essa experiência
Esse mundo é mesmo maravilhoso

Aprendi que o amor transcende e nos mostra o que realmente importa
Agora o vento me leva até você, Lucky

Você me ensinou que não preciso correr atrás da vida
Apenas vivê-la
Nos pequenos momentos, nas brincadeiras, nas malcriações
Enfim, nas grandes coisas simples
Em junho, vai fazer um ano que pedi para a Doutora levar você
Acompanhei seu último momento com sua canção e ela até chorou

Segue Lucky, segue teu caminho…
Você trouxe tanta alegria

A todos que aprenderam a ser mais felizes com os animais: Suzi, Ana Beatriz, Adélia, Adriana, Glauber, Mary, Maria, Andréa, Luisa, Kátia, Taline, Adriana C., Cristiane, Luciano, Marcelo e Naligia
A todos vocês que estão sofrendo pela ausência, pela tristeza pela falta de um ser tão maravilhoso
Deixo meu carinho
E um abraço fraternal

Vania
Cristina Maciel


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Estrelinha Aike





Aike,
o grandalhão, com um enorme coração!

"A despedida de um cão...
Ao longo do tempo você me trouxe amor,
Perdeu o brilho nos olhos e a força de caminhar,
Mas me mostrou que até o final iria lutar.

Vi todos os dias algo chamado superação,
Lutando para manter batendo seu pobre coração,
Mesmo quando já parecia em vão.

Todos os dias a mim se dedicou,
Tinha em ti um companheiro fiel,
E agora é uma estrela no céu.

Mesmo que tenha perdido teu porte,
Que tenha esquecido a elegância,
Sabes o quanto foi forte e me passou segurança.

E quando a doença chegou,
Tu tentaste resistir,
E mesmo triste senti que iria conseguir.

E hoje chegou tua hora amigo,,
Foi para o céu alegrar a Deus,
E aqui fiquei procurando como seguir.

Agora as lágrimas desforram por meus olhos,
E meu coração sente muita dor,
Mas é que realmente eu tinha por você grande amor.

Se hoje você se foi resta-me pensar assim,
Que devo lembrar-me de todas as alegrias,
Que um dia trouxe a mim.

Você sempre esperava alguém pra te alisar,
Alguém que ao final do dia viesse te encontrar.

Deitado sempre perto a nos escutar,
Sabendo quando a tristeza estava pra chegar.


Descanse em paz amado amigo,
Pois tua lembrança sempre carregarei comigo"

(autor desconhecido)

Para Glauber oliveira, uma homenagem a seu amado Aike, que partiu para que pudesse cuidar da Yummy!

Suzi Leopoldino

Oração a São Francisco de Assis Para salvar (ou encontrar) um animal



Oração a São Francisco de Assis
Para salvar (ou encontrar) um animal

São Francisco misericordioso
Peço ajuda para salvar (encontrar) este animal
(Dizer o nome do animal)
Com a plenitude de tua compaixão,
Não permita que ele seja cruelmente tratado,
Nem que permaneça em cativeiro.
Peço ajuda a São Francisco,
Padroeiro dos animais,
Que me ajude a salvá-lo (ou encontrá-lo)
Em qualquer lugar da terra.
Em nome de São Francisco
Que está presente em toda parte,
Guia-me com teus olhos,
Para que possa salvá-lo (ou encontrá-lo).
Cuide para que
(Nome do animal)
Esteja a salvo!
Que assim seja,
Amém.

O Protetor São Francisco de Assis



O Protetor São Francisco de Assis

Que a tua benção não tenha medida
Que o teu alimento venha transbordar
Que Deus te abençoe, com sua familia
Que Deus abençoe o teu sentimento
Que a dor e a tristeza em ti não achem lugar
Que a saude em ti venha morar
Que Deus te abençoe, de dia, de noite e de madrugada
Que reine em tua vida a porção dobrada
Que seja uma benção tua trajetória
Que Deus te abençoe
Que Deus te abençoe com muito amor
Que a Humanidade
Possa ver e entender
Que a Solidariedade
Vai prevalecer.
São Francisco de Assis
Nos dê a Sua proteção,
Nos dê a Sua Paz

Paz e Bem

Estrelinha Tita





21/02/2013

Tita

Ontem, dia 21/2, minha amiga eterna Tita me deixou...depois de 15 anos de alegria ao seu lado!
Agora ela está ao lado de DEUS, levando alegria do lado de lá, como sempre fez!
Gratidão eterna à Deus que me deu de presente essa amiga, companheira de todas as horas...
Tita, agora, onde vc está, não há mais dor, doença, só PAZ...
um dia a gente volta a se encontrar meu amor...Te amo!!

Ana Beatriz M.

Estrelinha Bell





Bell

Saudades da minha estrelinha Bell...

Adélia Castro.

Em 10/11/2013
Saudades da minha pequena parceira Bel, Dia 12 de novembro de 2013 faz um ano que virou uma estrelinha...Foi uma Guerreira..Minha linda..nós deu 12 anos e 8 meses de muitas alegrias...Saudades Eterna!

Adélia Castro

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Estrelinha Bóris





21/02/2013

Bóris

Hoje é um dia muito triste,meu bebê chamado Bóris nos deixou após 9 anos de convivencia, eu o amo muito e esta sendo difícil, agora teremos que nos adaptar sem a sua presença,
Já estamos com tanta saudade que chega a doer,
descanse em paz meu amigo, até um dia!!!

Adriana Ramos

REENCARNAÇÃO DE ANIMAIS



Reencarnação de animais

Reflitamos:

- a reencarnação, como nós espíritas sabemos, é uma das sublimes bênçãos de Deus aos seus filhos – os seres vivos, todos; tal é o ciclo da Evolução, Lei Divina, amplamente exposta por Kardec em O Livro dos Espíritos e praticamente em todos os livros da Doutrina Espírita;

- um dos postulados da reencarnação, para seres humanos, é justamente o esquecimento do passado. Esquecimento, mas jamais perda da individualidade, da personalidade, do caráter;

- os animais, após a desencarnação, segundo Kardec (questão 600 de O Livro dos Espíritos), embora mantendo também sua individualidade, são agrupados e mantidos sob cuidados de Espíritos especializados; neles, a reencarnação não se demora;

- no livro Evolução em Dois Mundos, do autor espiritual André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, encontramos:

“A girencefalia (características do cérebros com circunvoluções, o que se possibilita uma maior área cortical – córtex. Exemplo: o cérebro dos primatas) e a lissencefalia (condição de cérebro sem circunvoluções, o que resulta em uma pequena área cortical), obedecem a tipificações traçadas pelos Orientadores Maiores, no extenso domínio dos vertebrados, preparando o cérebro humano com a estratificação de lentas e múltiplas experiências sobre a vasta classe dos seres vivos.

“À maneira de crianças tenras, internadas em jardim de infância para aprendizes rudimentares, animais nobres desencarnados, a se destacarem dos núcleos de evolução fisiopsíquica em que se agrupam por simbiose, acolhem a intervenção de instrutores celestes em regiões especiais, exercitando os centros nervosos” (capítulo IX, Evolução e Cérebro, páginas 67-68).

“(…) Nomearemos o cão e o macaco, o gato e o elefante, o muar e o cavalo, como elementos de vossa experiência usual mais amplamente dotados de riqueza mental, como introdução ao pensamento contínuo” (capítulo XVIII. Evolução e Destino, página 212).

- quanto aos seres mais evoluídos no reino animal, dentre os quais os cães, símios, bovinos, eqüinos, felinos (gatos, em particular), golfinhos e outros, embora não possamos afirmar com inteira convicção, é muito provável, mas muito tempo, que os criados em ambiente doméstico e que foram amados por seus donos talvez retornem ao convívio deles, num breve tempo após a desencarnação;

- o Amor é a mais sublime vertente do universo; foi por isso que o apóstolo João recitou: “Deus é Amor”! (I João, 4:8).

- Amor é a linguagem universal, entre todos os seres vivos. Fazemos essa citação para analisar que é muito provável que animais recém-desencarnados, embora não tenham condições de se manifestar, certamente recebem as boas vibrações de amor daqueles que os amaram, quando desencarnados;

- registramos, como simples suposição: em casa, temos 99% de suspeitas de que alguns dos nossos gatos(somos “gateiros de carteirinha”, embora minha esposa e meus dois filhos amemos a todos os animais)são a reencarnação de alguns que, conquanto tenham feito a Grande Viagem, deixando profundas marcas de saudade em nossos corações, são sim os mesmos. Pois só quem convive com gatos há 26 anos, como nós, por exemplo, pode perfeitamente avaliar os costumes dos felinos, cada qual tendo seu canto próprio, suas manias, sua linguagem, sua forma de demostrar gratidão, medo, carinho, fome etc.

Em casa, tivemos gatos que conviveram conosco por 14, 15 e até 16 anos. Atualmente (2005), só gatos “jovens” – “Baixinha” com 14 anos, a “Ventania”, com 8, e o “Dominó”, com 6.

Ora, quando um gato, dentre tantos, repete os mesmos gestos e apresenta os mesmos costumes, permitimo-nos conjeturar que pode ser a reencarnação de um daqueles que já havia morado conosco e que procedia exatamente assim.

- assim, dentro do quadro de animais domésticos desencarnados que foram amados por seus donos, sabendo que por pouco tempo permanecem no plano espiritual, embora não possamos afirmar com inteira convicção, é muito provável, mas muito mesmo, que retornem àquele convívio terreno, num breve tempo após a desencarnação. Não sendo improvável, da mesma forma, que se nossa desencarnação for próxima, à deles, talvez possamos encontrá-los no plano espiritual, considerado nosso patamar evolutivo e principalmente nosso merecimento.

- É uma esperança!

CASTRAÇÃO DE ANIMAIS

A resposta está em O Livro dos Espíritos, questão 693, com trechos que reproduzimos:
“693. São contrários à lei da Natureza as leis e os costumes humanos que têm por fim ou por efeito criar obstáculos à reprodução?”

“R: Tudo o que embaraça a Natureza em sua marcha é contrário à lei geral.”

“a) Entretanto, há espécies de seres vivos, animais e plantas, cuja reprodução indefinida seria nociva a outras espécies e das quais o próprio homem acabaria por ser vítima. Pratica ele ato repreensível, impedindo essa reprodução?”

“R: Deus concedeu ao homem, sobre todos os seres vivos, um poder de que ele deve usar, sem abusar. Pode, pois, regular a reprodução, de acordo com sua necessidades[..]”.

De nossa parte, consideramos a castração “mil” vezes preferível ao cruel do abandono, ou, mais grave ainda (se possível for), o abate das crias, dos filhotes.

Fonte: Revista Espiritismo e Ciência Nº38





ANIMAIS TAMBÉM REENCARNAM




Animais também reencarnam

O médium e escritor Eurípedes Kühl – Autor dos livros Animais, Nossos Irmãos (Petit Editora) E Animais, Amor e Respeito (LEB Editora) – Fala sobre o aspecto espiritual de nosso relacionamento com os animais e a possibilidade dos animais domésticos reencarnarem na mesma família.

Por Eurípedes Kühl


Hoje, quase todo mundo tem em casa um animal de estimação; dos mais tradicionais cachorros e gatos, até os mais exóticos, eles geralmente não são mais considerados apenas bichos sem alma, sem personalidade, mas praticamente fazem parte da família e, como tais, merecem toda a atenção e cuidado, inclusive no que diz respeito ao aspecto espiritual.

Após a edição do meu livro Animais, Nossos Irmãos, da Petit Editora, recebemos um número surpreendente de cartas de leitores, contendo perguntas instigantes, como:

- Se os animais não tem consciência, por que sofrem?;
- Animais podem reencarnar nos mesmo lares nos quais eram amados ao morrer?;
- Deve-se castrar animais para evitar a prole?.

Para responder adequadamente a essas questões, preciso falar sobre a dor nas plantas e nos animais. Em sua obra Depois da Morte (Ed. FEB, 1944), Léon Denis escreve: A dor é uma advertência necessária, um estimulante à vontade do homem, pois nos obriga a nos concentrar para refletir, e força-nos a domar as paixões . A dor é o caminho do aperfeiçoamento. Física ou moral, é um meio poderoso de desenvolvimento e de progresso. É purificação suprema, é a escola em que se aprendem a paciência, a resignação e todos os deveres austeros. É a fornalha onde se funde o egoísmo em que se dissolve o orgulho.

Em A Gênese, de Allan Kardec, no capítulo XVIII, nº 8, encontramos que plantas e animais são atingidos por enfermidades. Considerando que as plantas têm sensibilidade, podemos inferir que tal lhes causa sofrimento. Não temos condições de afirmar que “sentem dor”; apenas podemos constatar que:

- Uma árvore cortada perde seiva e morre;
- Galhos queimados definham rapidamente; antes, à simples aproximação do fogo, se retraem;
- Muitas são as pragas que atacam culturas, além de parasitas que lhes causam danos.

No caso dos animais, não há a menor dúvida que sentem dor tanto quanto nós. Mas aí , não poucas pessoas ponderam: “Se o homem resgata débitos contraídos por ações equivocadas, afastam das leis morais, como justificar que os animais e plantas também sofram? Que culpa lhes pode ser atribuída, se não têm, como nós, inteligência, livre arbítrio e consciência?”

Realmente, eis aqui um aparente contra – senso da natureza. Mas, na verdade, nada há de errado nisso.

Quanto aos homens não resta dúvida de que – para que cada ser galgue os degraus do progresso através de responsabilidade e esforço próprios – a Justiça Divina lhes proporciona o mecanismo das reencarnações, e engendrou o corpo físico suscetível a doenças e dor. Inicialmente, posicionou-se em mundos primitivos e dali os transfere para mundos apropriados ao progresso individual de cada um.

Doenças são próprias do patamar evolutivo dos planetas atrasados, como a Terra. Ajudam o homem a desenvolver a inteligência, para debelá-las. A dor funciona como poderoso alerta de que algo não vai bem, espiritual ou fisicamente falando.

Além do mais, a Lei de Causa e Efeito baliza o equilíbrio da Justiça, fazendo retornar à origem, o bem ou o mal. No caso do mal, ainda pela bondade suprema de Deus, o devedor pode ressarcir seu débito através de ações de auxílio ao próximo. Nesse caso, mesmo visitado por sofrimentos, estes já não lhe pesam tanto, eis que a esperança e a fé na justiça do Pai são poderosos anestésicos, além de potentes energéticos para suplantar dificuldades.

Muito bem. E a dor nos animais? Não tendo inteligência, livre-arbítrio ou consciência, suas ações, necessariamente instintivas, apenas visam à sobrevivência. E, sendo assim, como lhes imputar culpa e o respectivo resgate?

Partindo da premissa de que Deus é a Perfeição Suprema e o Amor Absoluto, em nenhuma hipótese poderíamos aventar a menor possibilidade de que isso consista injustiça ou equívoco da natureza. O enfoque tem de ser outro. Aqui, em cena a condição esclarecedora do Espiritismo.

Vamos nos demorar mais um pouco nas reflexões sobre a dor, de modo geral:

a) – Em A Gênese, capítulo III, Allan Kardec filosofa com grande profundidade sobre o bem e o mal, analisando detalhadamente sobre instinto e inteligência, e particularmente sobre a “destruição dos seres vivos uns pelos outros”. No item 21, esclarece que “a verdadeira vida, tanto do animal como do homem , não está no invólucro corporal, do mesmo modo que não está no vestuário. Está no princípio inteligente que preexiste e sobrevive ao corpo”. Aqui, já temos conteúdo suficiente para refletir que danos físicos que destruam a matéria, isto é, dos quais resulte a morte, não destroem o espírito (naturalmente, revestido do perispírito, que os animais também os têm, embora de matéria mais rudimentar que a humana).

Kardec prossegue, agora no item 24: “Nos seres inferiores da criação, naqueles a quem ainda falta o senso moral, nos quais a inteligência ainda não substitui o instinto, a luta é pela satisfação da imperiosa necessidade – a alimentação; lutam unicamente para viver; é nesse primeiro período que a alma se elabora e ensaia para vida”.

b) – O Espírito Emmanuel nos esclarece, de forma a não deixar quaisquer dúvidas, que a dor representa aprendizado constante da trilha evolutiva de cada ser vivo, rumo à evolução; essa informação é textual, cristalina e não deixa margem a derivações filosóficas. Ei-la:

“Ninguém sofre, de um modo, tão somente para resgatar o preço de alguma coisa. Sofre-se também, angariando os recursos preciosos para obtê-la”.

“Assim é que o animal atravessa longas eras de prova a fim de domesticar-se, tanto quanto o homem atravessa outras tantas longas eras para instruir-se”.

“Espiritismo algum obtém elevação ou cultura por osmose, mas sim através de trabalho paciente e intransferível”.

“O animal igualmente para atingir a auréola da razão deve conhecer benemérita e comprida fieira de experiências que terminarão por integrá-lo na posse definitiva do raciocínio”.

“Dor física no animal é passaporte para mais amplos recursos nos domínios da evolução”.

( O Reformador, junho, 1987. FEB).

Assim, mesmo que para muitos de nós tal seja penoso aceitar, prudente será refletir muito sobre o tema e sobre o quanto a ignoramos das coisas de Deus; alenta-nos considerar, com veemência, que o Pai jamais abandona qualquer dos Seus filhos. Com essa certeza, fica afastada, ab initio, que a crueldade que vitima animais seja indiferente à Vida e ao Amor de Deus, presente no infinitamente perfeito Plano de Criação.

c) – Juvanir Borges de Souza, em Tempo de Renovação, capítulo 20, página 164 (Ed. FEB, 1989), arremata: “Para bem compreendermos o papel da dor será necessário situá-la como a grande educadora dos seres vivos, com funções diferentes no vegetal, no animal e no homem, mas sempre como impulsionadora do processo evolutivo, uma das alavancas do progresso do princípio espiritual” (grifamos).

DIANTE DAS ASSERTIVAS ACIMA, REFLETIMOS:

- animais sofrem para que registrem em sua memória espiritual, eterna, que a dor dói, é ruim; assim, ao evoluírem, alcançando a inteligência, já trarão na bagagem cognitiva que a dor deve ser evitada – a própria, por autopreservação, e a do próximo, por ser esse um dos conselhos de Jesus para a evolução espiritual;

- nada nos impede de considerar que a dor, nos animais, completado e aprendizado, não mais se repetirá, sendo muito provável que, ao desencarnarem, sejam quais forem as condições, o sofrimento é interrompido no ato da desencarnação e sob patrocínio caridoso dos Missionários do Amor Eterno;

- aliás, não cremos que seja necessária mais de uma experiência dolorosa para fixação do aprendizado; como existem milhares de espécies e milhões de moradas no universo, há grande probabilidade de que os animais percorram muito desses mundos, em corpos adequados, acumulando experiências;

- com a restauração perispirítica é uma realidade do Plano Maior, nada nos impede também de imaginar que os perispírito dos animais, se danificados, ali serão recompostos por Geneticistas Siderais, os mesmos que promovem as modificações tendentes à escala evolutiva da espécie (vide A Caminho da Luz, capítulo, A Grande Transição);

- se os animais forem “anestesiados” por Espíritos Protetores na hora do abate, para evitar a dor, ali não ocorreria fixação do aprendizado evolutivo; contudo, nada nos abjeta raciocinar que em muitos, muitos casos mesmo, isso ocorra, porém em outras circunstâncias; por exemplo, quando a crueldade humana esteja presente, infligindo sofrimento a animais cujo programa reencarnatório não o previa;

- aos espíritos que amam os animais provavelmente é delegada a função de orientar as espécies animais quando no plano espiritual e de os proteger, quando no material; neste, fazem-no com abnegação e amor, criando habitats e mantendo os ecossistemas; assistindo-os nos momentos difíceis pelos quais passam. Consideramos por exemplo, que quando um predador de grande potencial ofensivo (nunca se esquecer que foram os Promotores da Vida que disso o equiparam) ataca uma presa indefesa (também de organismo engendrado pelos Guardiões da Vida Eterna), Deus está presente num e noutro animal; pela Lei do Progresso, certamente, no avançar do tempo, os papéis talvez sejam invertidos, após o quê ambos já terão em sua memória espiritual tal lembrança (automatismo biológico – espiritual); atingindo a razão/inteligência, só cometerão violência por decisão própria, a bordo do livre arbítrio; e, a partir do livre – arbítrio, a evolução passa a ser balizada pela Lei de Causa e Efeito – Ação e Reação.

Por ser oportuno, vejamos alguns trechos das sempre elucidativas instruções de Allan Kardec, Espírito, clareando o assunto através de mensagem contida em O Diário dos Invisíveis, psicografada por Zilda Gama ( páginas 73 a 75 da 1º edição, 1927, Editora O Pensamento):

“[...] Bem sabeis que a dor, física e moral é a lixívia que alveja a alma enodoada do ser consciente e responsável por seus atos; é a lâmpada que a inunda de luz, tornando-a eternamente radiosa”.

“[...] Se só o homem fosse suscetível à dor e às enfermidades e os irracionais os organismos imunes ao sofrimento, insensíveis como ao aço, romper-se-ia o elo que os vincula pela matéria, que é semelhante em todos os animais”.

“[...] Os animais, quer os de constituição semelhante à do homem, quer os de organismos imperfeitos, não padecem, como os racionais, unicamente para progredir espiritualmente, pois são inconscientes e irresponsáveis, mas Deus, que tudo prevê, não os fez insensíveis à própria defesa e conservação, como meio de serem domesticados, tornando-os úteis às coletividades”.

“Um cavalo que fosse indiferente à dor seria capaz de precipitar-se, com o cavaleiro, ao primeiro abismo que se lhe deparasse, tentando livrar-se da sela e da carga importuna que lhe tolhem os movimentos, privando-o de viver às soltas pela vastidão dos prados ou à sombra das florestas. Por que recuam, temerosos, ante a ameaça de um calhau ou de uma farpa, um cão ou um touro enfurecido? Com receio do sofrimento que teriam se fossem por eles atingidos”.

“[...] Os irracionais necessitam da dor para que possam, em estado de liberdade, defender a própria liberdade, defender a própria vida, temer as sevícias, sofrear os impulsos ferozes, procurar repouso e alimento, torna-se menos perigosos ao homem, manter o instinto de conservação, que não teriam se seus corpos fossem desprovidos de sensibilidade. O homem progride mais pelos padecimentos morais que pelos físicos; nos irracionais predominam estes sobre aqueles”.

“[...] A dor é útil aos animais para que os fracos e pequenos se defendam dos fortes e cruéis, procurando esconderijos inacessíveis a seus adversários nas furnas ou nas mais altas frondes”.


Fonte: Revista Espiritismo e Ciência Nº38 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Estrelinha Yummy





Yummy

"Quem me conhece, sabe um pouco de minha história com Yummy que eu soube da existência dela através de um sonho, 
surgindo em minha vida, para acabar com toda solidão e carência afetiva que existia em minha pessoa, 
seu companheirismo, sua sensibilidade em estar sempre perto de mim nos momentos mais difíceis, me tornei vegetariano por causa dela, passei a ser mais paciente, amar mais os animais, 
quando ela adotou 5 gatinhos que encontrei no lixo recem-nascidos e ela teve gravidez psicológica e salvou todos foi um exemplo de humanidade pra mim,
 passei a trabalhar por causa dela, por que tinha que pagar minha faculdade e precisava ter grana para suas despesas, 
passei a morar sozinho ha quase 4 anos por causa dela e dos meus outros filhotes para ter um espaço melhor pra eles, entre milhões de outras coisas que essa criaturinha contribuiu para eu me tornar um ser humano melhor,
 sempre ficava do meu lado quando eu estava estudando, assistindo filme, limpando a casa, fazendo comida na cozinha, quando ia tomar banho, se eu acordasse 200 vezes na noite ela acordava e ficava do meu lado, sempre fiel.
Só eu sei como ta sendo difícil, entrar em casa e não encontra-los, acordar de manha e não ver a carinha deles me dando bom dia."

                                                                    Glauber Oliveira


Para meu querido amigo Glauber, que soube como ninguém, retribuir todo esse amor!

Suzi Leopoldino


Estrelinha Suzy




     
21/07/2011
19/02/2013

Suzy

Suzy, todos os seus sofrimentos cessaram, como você lutou!
Eu sei que agora você está nos braços de São Francisco de Assis.
Saudades eternas da sua mãe, seus irmãos calopsitas, sobrinhos também calopsitas e seus irmãos de pelo.

Mary Zagar