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ღ NO MOMENTO AS HOMENAGENS ESTÂO SUSPENSAS! Abraços fraternos!

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Eutanásia Animal



Eutanásia Animal

(Respostas dadas por Marcel Benedeti, publicadas no site Comunidade Espírita.)

P: O que você pensa da eutanásia aplicada nos animais?

R: Acredito na eutanásia como meio de aliviar-lhes um sofrimento que não se pode aliviar com os métodos terapêuticas convencionais. Mas note que não há restrições desde que seja praticado por um profissional devidamente apto, ou seja, um médico veterinário que, segundo a legislação e segundo a recomendação do próprio Emmanuel, mentor de Francisco Cândido Xavier, é a única pessoa capaz de avaliar esta necessidade. O veterinário também é a única pessoa habilitada a manipular as substâncias próprias deste procedimento com segurança, de modo brando e sem sofrimento. Ele usará uma anestesia que tirará a consciência do animal e provocará uma sedação para, em seguida, aplicar uma outra substância capaz de provocar a parada cardíaca.

A interrupção da vida de um animal por qualquer motivo que seja e não vise ao alívio de algum sofrimento recebe outro nome: assassinato. Tirar a vida de um animal futilmente é motivo de condenação nossa e certamente teremos de responder por atitudes como esta posteriormente.


P: Sou veterinária e tenho uma dúvida importante. O que fazer quando aparece um animalzinho doente, sofrendo em fase terminal. Posso fazer eutanásia ou não, segundo a visão espírita?

R: Para os animais não é levada em grande consideração a Lei de causa e efeito como é para os seres humanos. Para nós é importante que vivamos cada segundo até o derradeiro, mas para os animais esta lei não exige deles retratações e pagamento de dívidas, porque eles são como crianças. Não podemos cobrar de uma criança a atitude ou responsabilidade de um adulto. Os animais vivem no mundo físico para adquirir experiências de vida que contribuam para esta evolução e como eles não possuem tais débitos elevados com aquela Lei, a eutanásia, quando os animais estão passando por casos extremos de sofrimento, não havendo como se recuperar desta dor, tendo sido tentados todos os meios conhecidos e possíveis de amenizar-lhe tal sofrimento, é um método terapêutico. Interrompemos uma vida de sofrimento para que renasçam em um novo corpo sadio e completo para retomar as suas experimentações.

A eutanásia já está nos planos dos Espíritos superiores que cuidam dos animais e que a incluem como meio de aliviar-lhes os sofrimentos.


P: Fale sobre eutanásia praticada por veterinários, às vezes a pedido do dono do animal.

R: A eutanásia é um último recurso usado para aliviar o animal de um sofrimento do qual não se recuperará e não um meio de os donos descontentes de se livrarem de um incômodo. Se for retirada a vida de um animal sadio por simples comodidade dos que querem se livrar de seu animal, por ser velho ou por ser imperativo, por exemplo, neste caso não se falará em eutanásia, mas, sim, em assassinato. Não se pode tirar a vida de uma pessoa ou animal por simples comodidade. O veterinário consciente de suas obrigações, como médico, não deveria aceitar proceder a eutanásia a pedido dos donos, a menos que concorde que não haja tratamentos que possam recuperá-lo do sofrimento. O médico veterinário, após passar anos pelos bancos de faculdades, sabe avaliar a necessidade ou não de se proceder à eutanásia. Os donos podem até mesmo cogitar da possibilidade, mas é o veterinário quem dirá se é ou não válida esta prática em um caso específico. Proceder à eutanásia por comodismo ou por simples meio de obter vantagens financeiras é condenável.




P: Eu gostaria de saber o que acontece a um cão que falece por eutanásia.

R: Quando um animal falece, seu Espírito é amparado por espíritos encarregados de encaminhá-lo aos locais adequados no Plano Espiritual. Não importa se falecem naturalmente ou por eutanásia, eles são igualmente assistidos e amparados pelas equipes espirituais. Quando um veterinário procede à eutanásia, ele usa anestesia geral para que, perdendo a consciência e dormindo profundamente, o animal se desligue parcialmente do corpo. Em seguida a equipe espiritual, que se encarrega deste animal, procede aos desligamentos complementares deste corpo para que seu corpo espiritual separe-se de modo definitivo, enquanto o espírito do animal mantém-se também inconsciente naquela outra dimensão. Então, além do desligamento parcial criado pela anestesia, há o desligamento complementar promovido pelos espíritos. Logo após, o veterinário, aplicando alguma substância letal, consegue provocar uma parada cardíaca no corpo físico. Neste momento o espírito do animal já não se encontra mais ligado a ele. Portanto, deste modo não há sofrimento nem dor neste procedimento.




P: Tive de sacrificar uma pastora de 13 anos que estava com câncer, mas isso me pesou muito. Fiquei triste e até arrependida. Queria saber se ela sofreu muito com este procedimento e como é a vida espiritual dos animais.

R: Quando o animal sofre muito em função de alguma enfermidade degenerativa que não poderá ser curada com os meios terapêuticos disponíveis e o sofrimento já se configurou como algo insuportável, o melhor é a eutanásia, que é uma conduta terapêutica que visa aliviar o sofrimento. Por meio dela são feitas aplicações de substâncias que provoquem uma parada respiratória e cardíaca. No entanto isso somente é feito após a aplicação de um sedativo potente que desconecte a consciência do animal da realidade, para que não sofra no momento em que a substância letal esteja agindo. Este procedimento apenas pode ser feito por um médico veterinário, da maneira mais adequada e para que não haja sofrimento ao animal. O animal e o médico que age neste sentido nunca estão sozinhos. Sempre há uma equipe espiritual acompanhando os procedimentos de eutanásia visando a um retorno tranquilo dos animais ao mundo espiritual, onde serão preparados para a nova experiência que se seguirá, em outra reencarnação que lhe será oferecida.

Uma vez entrando na dimensão espiritual, são assistidos de perto e acompanhados com toda a atenção possível, e seu retorno poderá ocorrer rapidamente ou não.

O espírito não sente dor nem sofre como sofria quando encarcerado no corpo físico. Estando livre do físico, a recuperação da saúde é imediata.




P: Meu cachorrinho sofria de insuficiência renal crônica, um tumor no testículo e inflamação crônica na coluna. Decidimos pela eutanásia, mas me sinto culpada desde que vi seu corpinho sem vida. Queria saber se o Espírito dele já está livre das dores que o corpo terreno lhe proporcionava. Queria ter certeza de que ele está bem e feliz.

R: As equipes espirituais, que se encarregam dos animais, se esmeram em evitar que sofram desnecessariamente. Quando desencarnam, eles imediatamente se vêem livres das dores que lhes provocavam sofrimento. Eles são tratados de modo a eliminar as dores e corrigir as formas corporais e fisiologia corporal (do corpo espiritual) antes de serem enviados à reencarnação ou trabalhos voluntários ao lado dos Espíritos. Quando encaminhados à reencarnação, seus corpos são reconstituídos e preparados para a miniaturização que antecedem ao retorno ao mundo físico. Neste processo, todo o sofrimento evidente nos momentos que antecederam o desligamento (em decorrência da própria enfermidade) desaparece para dar lugar a um corpo, sadio e perfeito em que não há mais dores e sofrimento. No entanto, no caso de morte provocada sem as devidas providências preventivas (provocada por algum leigo e não por um veterinário), as consequências são diferentes. Quando no desligamento não foi usada anestesia e substâncias tóxicas causaram lesões ao corpo espiritual, as equipes espirituais têm mais trabalho em recuperar a saúde do animal lesado e o sofrimento é maior também. E prolonga-se porque o desligamento entre o corpo físico e o espiritual é mais lento. Neste caso o animal mantém a consciência por mais tempo, permanece ligado ao corpo físico por mais tempo, mas mesmo assim o alívio é imediato quando as equipes o desligam em definitivo. Então, em geral, são tornados inconscientes e permanecem em estado de suspensão. Algumas vezes têm permissão para ficar acordados durante o processo de desligamento e após também. Uma vez desligados, o sofrimento desaparece e a felicidade toma o lugar da dor.

Se a eutanásia foi feita por uma pessoa que evitou a dor, então ele nada sentiu e somente encontrou a felicidade no outro lado da vida.


Paz e Bem


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3 comentários:

  1. Foi Deus que fez encontrar a capelinha de São Francisco,pois hoje perdi minha cachorinha e estou em pedaços, entrei na internet para ocupar a cabeça e encontrei este sit, que benção,obrigada por ajudar a aliviar meu coração

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  2. Lindo este site, me reconforta bastante.
    Há duas semanas tive que praticar a eutanásia no meu tão amado labrador, Billy tinha 7 anos e pegou leishmaniose, tratamos a doença por 2 anos, mas o próprio tratamento sobrecarregou o fígado, o que causou uma lesão irreversível. Ainda sinto muita dor, e me sinto muito culpada por não ter feito mais por ele,por ter concordado com o veterinário de que o tratamento seria inútil, acho que deveria ter aguardado a morte natural. Fico pensando se ele me culpa por não tê-lo protegido...

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  3. Há dois meses descobri que meu neném (minha Vicky) tornara-se um nefropata, pois apresentava um quadro de insuficiência renal crônica (IRC)... Deste dia em diante, travamos uma luta diária por sua vida... Medicamentos, fluidoterapia, alimentação especial, visitas constantes à veterinária, exames e mais exames, além de muito amor, paciência e perseverança. Dediquei horas do meu dia, todo meu amor e até o último centavo tentando reverter seu quadro, mas a IRC é cruel, principalmente em animais idosos...
    Quando o prognóstico não era favorável, quando todos me diziam pra desistir, meu coração, minha fé me mandavam lutar mais um pouco, mais um pouco e mais um pouco. E ela era tão perseverante quanto eu, mesmo com 18 kg a menos, mesmo sem apetite, mesmo sem aquele vigor que sustentava em seus quase sete anos de vida... Mesmo tão frágil, ela se mostrava forte e me fazia sentir que todo esforço valia a pena! E de fato valeu e valerá por toda vida, pois sei que fiz tudo que pude e até o que não pude...
    Acontece que para minha infelicidade, de uma semana para cá, o organismo do meu neném não correspondia a toda minha esperança e cuidados, nem mesmo aquele olhar tão profundo que queria me dizer o contrário, então estivemos na veterinária para novos exames e para uma conversa nada agradável... Os resultados dos exames alterados em demasia e uma expectativa de vida curta... A doença era progressiva e debilitante, cujo tratamento seria tão somente paliativo, adiando o que seria inevitável...
    Então conversamos sobre vida e morte, sobre sofrimento de um paciente terminal e misericórdia, sobre amor e egoísmo, sobre seus últimos dias de vida e não me decidi, pois ainda sentia uma esperança imensurável e não conseguia admitir que aquele vínculo tão forte fosse quebrado subitamente, e o que é pior: por uma decisão minha!
    Foi então que entramos no último estágio, a fase do sofrimento, que eu não poderia conter por mais que a amasse... Foi aí que comecei a trabalhar meu consciente e minha coragem, e cada dia que me acovardava era um dia a menos de vida e a mais de sofrimento. Tive que repensar meus sentimentos e não permitir que aquele amor se transformasse em obsessão, a ponto de mantê-la ao meu lado a todo custo...
    Sinceramente, desejei que o fim chegasse no aconchego do nosso lar, durante seu sono, mas para minha Vicky foi diferente... Seu olhar implorava por um alívio, e foi assim, após incontáveis pesquisas na internet e reiteradas conversas com a veterinária que decidimos a forma mais humana de lhe dizer adeus... Aliviar seu sofrimento foi uma forma sublime de amor por minha cadela!
    E foi assim que meu neném partiu... Serenamente, olhando em meus olhos, ao lado dos meus irmãos que a amaram tanto quanto eu! Um fim rápido e indolor para minha fiel companheira que me amou, me fez feliz, me defendeu durante toda sua vida!

    É triste ter que aceitar que seu cãozinho não viverá para sempre... Que não vou encontrá-la quando voltar pra casa, dividir minha rosca no café da manhã ou um pedacinho de bife no almoço, do seu latido forte, defensivo e imponente, ou quando devorava os gatos dos vizinhos, ou quando simplesmente me olhava com ternura e me amava por amar, sem motivos ou intenções... É inevitável o sofrimento e a dor da despedida... Agora permanecem as lembranças e a saudade do meu neném valente e uma vontade imensa de que essa dor que estou sentindo se transforme em um provável alívio por tê-la libertado desse sofrimento...

    VICKY (meu neném) 17/12/2007 – 12/09/2014

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Nosso pedacinho do céu...