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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

ESSES NOSSOS IRMÃOS, OS ANIMAIS




ESSES NOSSOS IRMÃOS, OS ANIMAIS

A medida que nós, seres racionais, evoluímos e conquistamos mais amplos conhecimentos de nossa própria origem, de nossa peregrinação pelos reinos mineral, vegetal e animal, até atingir o atual estágio hominal, o patamar da razão, mais cresce a nossa responsabilidade junto aos nossos irmãos que ainda estagiam na irracionalidade, os animais.

Como é de conhecimento público, para atender às necessidades da pesquisa científica, muitos desses animais são levados aos laboratórios experimentais na condição de cobaias. Ali são empregados nos testes de toda sorte de medicamentos, por vezes doloridos e venenosos.
São inoculados com vírus, bacilos e vacinas que os levam à morte prematura.
Tudo isso para que o homem, animal que pensa, tenha melhorados os seus dias durante a sua vida terrena.
Essa prática certamente será substituída, pois os nossos homens de ciência haverão de encontrar opções outras para os seus experimentos e, assim, poupar os irracionais, que também possuem afetividade, sofrem, alegram-se e choram, pois essas manifestações de sentimentos não constituem privilégio dos chamados racionais.
E não são poucas as manifestações em defesa dos animais visando acabar ou diminuir esses experimentos.
Muitas associações, pensadores e humanistas, de todo o mundo, assim como gente simples do povo, dirigem os mesmos apelos em favor desses nossos irmãos, os animais.
Recentemente, a revista “Universo Espírita” (edição 34) divulgou excelente matéria, na qual encontramos valiosas citações de grandes vultos do Espiritismo e da Humanidade em defesa dos animais.
Dentre essas citações, vale destacar a que fala de uma comunicação espiritual obtida por Kardec, em Paris, divulgada na “Revista Espírita” de março de 1858.
Nessa comunicação, aqueles Espíritos Superiores falam da vida dos animais nos mundos mais elevados.
Fica provado que, tanto o Codificador como a Doutrina Espírita, no seu todo, manifestam respeito para com os animais.
A propósito, é interessante mencionar dois excelentes artigos, relativos a esse tema, publicados na Itália pelo “Giornale dei Misteri” (Jornal dos Mistérios), editado na cidade de Siena, nos quais encontramos, num dos mais recentes números, dois esclarecedores textos assinados, respectivamente, por Stefania Genovese e Giulio La Greca.
O primeiro, intitulado “Os animais e o além” (Gli Animali e L’Aldilà), enfoca a vida dos irracionais nas colônias espirituais, surpreendendo pelas colocações da articulista que, não tendo intimidade com as obras esclarecedoras de André Luiz, faz apontamentos coerentes com aquilo que lemos do conhecido autor espiritual através da psicografia de Chico Xavier.
Cita, ainda, declarações do teólogo católico padre Luigi Lorenzetti, que afirma a sobrevivência animal, pois também os mesmos são dotados do princípio de eternidade.
E, logo adiante, lembra o Papa Paulo VI, que disse:
“Um dia voltaremos a ver nossos queridos animais na eternidade”.
E completa as palavras do pontífice, no seu pronunciamento sobre os animais:
“Vos exprimimos nossos agradecimentos pelos cuidados que prestastes aos animais, também estes criaturas de Deus”.

No segundo artigo, Giulio La Greca aborda os “Sentimentos animais” (Sentimenti Animali) e faz uma meticulosa análise a fisiologia dos sentimentos animais e e como estes vivenciam suas emoções, alegrias, temores, sofrimentos, amor materno a grande capacidade de aprender e memorizar aquilo que os humanos lhes ensinam.
E ambos os articulistas renovam pelos a favor dos animais e se colocam em defesa dos mesmos.
E vem, a propósito, esta definição de Léon Denis, quando enfoca o roteiro evolutivo do homem desde os primórdios da Criação:
“A alma dorme no mineral, vibra no vegetal, agita-se no animal e desperta no homem”.
E também o Espírito Emmanuel, no livro “O Consolador”, ditado a Chico Xavier, que colabora com essa síntese sobre o roteiro evolutivo do binômio alma-homem:
“O mineral é atração, o vegetal é sensação, o animal é instinto, o homem é razão, o anjo é divindade”.
Na literatura espírita brasileira contamos com excelentes obras retratando os nossos irmãos que ainda se encontram nos primeiros degraus da evolução. Entre essas, citamos:
“Animais, nossos irmãos” e “Animais, amor e respeito”, de Eurípedes Kuhl;
e “Os animais têm alma?”, de autoria do cientista italiano Ernesto Bozzano.
Que possamos ver os animais como sendo nossos amigos e auxiliares, como fez o Cristo ao utilizar um burrinho para a Sua triunfal entrada na capital do judaísmo.
E recordemos também que foi junto dos animais “que o Senhor encontrou o seu primeiro lar, na insegurança da estrebaria”,
conforme lembra Emmanuel no capítulo 28 do livro
“Antologia mediúnica do Natal”.

Artigo retirado do semanário do SEI

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