.ღ Saudade lembrada, saudade sentida, saudade hoje e para o resto da vida...saudade eterna! ღ

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ღ NO MOMENTO AS HOMENAGENS ESTÂO SUSPENSAS! Abraços fraternos!

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As homenagens são publicadas conforme a disponibilidade de tempo. Se ela chegar sem foto e mensagem não poderei publicar. As homenagens são publicadas conforme a ordem de chegada no e-mail.

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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Saudades... Rafleys



DOIS MESES SEM MEU RAFLYNHO

Tento fazer uma homenagem ao poodlezinho Rafleys, meu anjinho de quatro patas com quem tive a felicidade de conviver por quase 15 anos.
Não está sendo fácil escrever, pois é muito difícil descrever e encerrar um ser, um ser muito especial, com um espírito brilhante, um coração de ouro, com uma capacidade enorme de dar e de receber amor. Tenho de tentar por ele, para homenageá-lo e por mim, para recordá-lo.
Posso certamente afirmar que minha vida fica assim marcada: antes e depois de Rafleys. Antes, não cabe aqui comentar, mas depois, uma vida diferente, emocionante e apaixonante a cada dia. Prefiro omitir a expressão terrivelmente triste, pois apesar de toda a tristeza e sensação de vazio pelas quais estou passando hoje, após sua partida, não são sentimentos que quero atribuir-lhe, pois tenho consciência de que se dependesse dele, minha vida seria uma eterna fonte de felicidades.
Passamos juntos por tantos momentos hilários, tristes e felizes e, talvez por isso, nutríamos um grande amor um pelo outro. Fez-me tão feliz. Não era apenas o meu cachorrinho, o meu filhinho, mas meu companheiro, meu melhor amigo.
As lições que me ensinou são muito valiosas para me distanciar delas ou esquecê-las. Ofereceu-me as maravilhas do amor, da tolerância, do companheirismo e da lealdade. Ensinou-me mais sobre todos esses sentimentos que alguém algum dia poderá me ensinar. Não era nenhum “santinho”: tinha suas manhas, birras e pirraças, suas crises de ciúmes. Vez por outra teimava em fazer coisas erradas, como por exemplo, subir na mesa da sala e fazer xixi, quando o deixava em casa sozinho (hoje sorrio ao lembrar dessas bobagens).
Fez-me sentir útil e necessária e, o mais importante de tudo, fez-me sentir imensamente amada, pois podia perceber no brilho de seus olhos, no seu suspirar, o imenso amor que nutria por mim. Será que ele soube do meu grande amor por ele? Deu-me muita coisa. Sei que deu tudo que tinha. Deu-me amor e alegria suficientes para dez vidas.
Há exatamente dois meses o meu Raflynho desapareceu repentina e dolorosamente da minha vida. Encantou-se, virou estrelinha.
Meu coração está batendo num compasso diferente e os dias sem ele parecem não ter fim. Choro ao ouvir ou pronunciar seu nome, ao pegar em sua coleira e sentir seu cheiro tão familiar. Seus latidos ainda ecoam nos meus ouvidos. Olho suas fotos tiradas em diferentes ocasiões e não consigo entender porque toda aquela vida, aquele amor incondicional, aquela energia desapareceram bruscamente. Será que aquele focinho lindo e divertido, aqueles olhinhos com tanta expressão e brilho, aquele coraçãozinho que conheci melhor até que o meu próprio coração, o melhor amigo que ele se tornou para mim, realmente desapareceu e hoje só vivem em minha memória? Por que apesar de ter lhe dedicado (e recebido) tanto carinho e tanto amor eu o perdi? Achava que se dependesse do amor que tive e tenho, ele teria vivido cem anos ou mais, mas mesmo amando-o do fundo do meu coração, não foi suficiente para tê-lo comigo por mais tempo ou, talvez, eu não o merecesse.
Suas coisas ainda estão intactas, não suporto a idéia de me desfazer delas. Trabalho, tento preencher meus dias e noites, mas não consigo fugir do sofrimento da perda, das lembranças, nem da saudade (às vezes insuportável) dele. Por causa dos corações que oferecemos um ao outro, das inúmeras alegrias que partilhamos nesses quase quinze anos, não posso afastá-lo de mim.
Quero que sua memória viva eternamente. A dor ainda é muito grande, mas com certeza, se tivesse a oportunidade, voltaria ao tempo e começaria tudo de novo. Não trocaria esses anos por nada desse mundo. Não sinto nenhum arrependimento ou mágoa por mais duro que esteja sendo agora. Não dispenso um segundo dos que passei com ele.
Raflynho querido trago-o comigo no meu coração. Você estará sempre junto de mim de várias formas. Você fará para sempre parte da minha vida. Não quero nem posso lhe perder. Em meu coração, filhinho querido, você não morreu.
É um tesouro que guardarei e recordarei para sempre. Amo você Rafleys, meu filhinho, meu amigo, meu companheiro, meu amado, minha vida, meu amor. Obrigada por tudo. Perdoe-me por não ter conseguido evitar nossa separação física. Que Deus, São Francisco e a Mãe Natureza lhe abençoem, guardem e lhe amparem na sua viagem. Espero, acima de tudo, que você esteja feliz. Voltaremos a nos encontrar um dia.
Beijos, afagos e carinhos no seu enorme coraçãozinho.
Sua mãe que é loucamente apaixonada por você.

Vanda

3 comentários:

  1. A saudade é sinônimo de amor. Só sente saudades quem amou e foi amado. Que privilégio tem os que conseguiram ter amor em sua vida.
    Tenha paz em seu coração Vanda, Rafleys jamais te esquecerá também.

    Beijos

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  2. Amiga Vanda, que linda homenagem!!! Eu também perdi minha siamesa Chubiska de 12 anos há quase 5 meses e me sinto assim como você. Ah se o tempo voltasse, talvez conseguisse salvá-la, mas Deus quis assim, temos que aceitar. Como é difícil né? Não consigo passar um só dia sem derramar lágrimas de saudade. Vamos tentar levar nossas vidas, pois eles devem estar brincando todos juntos e São Francisco os prepara para nosso reencontro.
    Muita Paz e conforto para você.
    Abraços
    Keli

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  3. Querida! Compartilho com você essa dor que não tem fim... Também perdi meu amor faz quase dois anos. Ainda sinto o cheiro dele pela minha casa.... parece loucura! Mas é real. Espero que você consiga superar essa dor. Abraços.

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Saudade lembrada, saudade sentida, saudade hoje e para o resto da vida...saudade eterna!

Nosso pedacinho do céu...