.ღ Saudade lembrada, saudade sentida, saudade hoje e para o resto da vida...saudade eterna! ღ

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ღ NO MOMENTO AS HOMENAGENS ESTÂO SUSPENSAS! Abraços fraternos!

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

A Story of the Rainbow Bridge



E que acontece aos errantes que não foram especialmente amados por ninguém? Atravessam eles a Ponte do Arco-Íris?
Versão portuguesa: Gatos Livres
 
Contrariamente à maioria dos dias na Ponte do Arco-Íris, aquele dia entardeceu frio e cinzento, húmido como um pântano, e o mais banal que se pode imaginar. Os que tinham acabado de chegar não sabiam que pensar, pois nunca tinham vivido um dia como aquele. Mas os animais que haviam esperado pelos seus amados donos sabiam exactamente o que se estava a passar e começaram a reunir-se no caminho que conduzia à Ponte do Arco-Íris para observarem.
Passado pouco tempo, viram um animal velho, de cabeça baixa e arrastando a cauda. Os outros animais que estavam ali há mais tempo já sabiam qual era a sua história por terem visto aquilo acontecer muitas e muitas vezes.
O velhinho aproximou-se devagar, manifestamente em grande sofrimento moral, mas sem indícios de ferimentos.
Contrariamente aos outros animais que aguardavam junto à Ponte do Arco-Íris,
este não tinha recuperado a saúde nem as forças. À medida que se aproximava da Ponte, observava todos os que o observavam.
Sabia que não estava no sítio certo e que, quanto mais depressa pudesse atravessar, mais feliz seria. Mas, quando se aproximou da Ponte, foi-lhe barrado o caminho por um Anjo que, pedindo-lhe desculpas, lhe disse que não podia passar. Apenas os animais acompanhados pela família podiam atravessar a Ponte do Arco-Íris.
Sem saber para onde ir, o animal regressou aos campos aquém da Ponte e viu um grupo de outros animais como ele, igualmente velhos e doentes. Não estavam a brincar, estavam apenas deitados na relva, fixando desesperadamente o caminho que conduzia à Ponte do Arco-Íris.
Então, juntou-se a eles, à espera,
de olhos fixos no caminho.
Um dos animais que chegara recentemente à Ponte do Arco-Íris não percebia
aquilo a que estava a assistir e pediu a outro que lá vivia já há algum tempo que lhe explicasse o que se passava.
"Sabes? O pobre animal vivia num refúgio. Entrou para o refúgio tal como o vês, velho, com o pêlo baço e os olhos enevoados. Nunca conseguiu sair do refúgio e deixou a existência terrestre tendo apenas como reconforto o amor de um voluntário.
Como não teve família que o amasse,
não tem ninguém para atravessar com ele a
Ponte do Arco-Íris."
O primeiro reflectiu nestas palavras
durante um minuto e perguntou:

"E que vai acontecer agora?"

Quando ia ouvir a resposta,
as nuvens afastaram-se subitamente e a escuridão levantou-se.
Alguém se aproximava da Ponte. Então, todo um grupo de animais mais velhos foi subitamente banhado por uma luz dourada, ficando jovens e saudáveis de novo,
tal como o tinham sido no apogeu da vida.
"Observa", disse o segundo animal.
Um segundo grupo de animais entre aqueles que esperavam abeirou-se do caminho e inclinou-se à medida que a pessoa se aproximava. Esta acariciou cada cabeça curvada e fez a cada um festinhas por detrás das orelhas. Os animais restabelecidos puseram-se em fila e seguiram-na em direcção à Ponte do Arco-Íris, que atravessaram juntos.
"Que aconteceu?"
"Era o voluntário de um refúgio. Os animais que viste inclinados em sinal de respeito foram os que encontraram novos lares devido ao trabalho desse voluntário. Atravessarão a Ponte quando as suas novas famílias chegarem. Os que viste recuperados são aqueles que nunca encontraram família. Quando chega um voluntário, é-lhe permitido fazer um último acto de salvamento.
É-lhe permitido atravessar
a Ponte do Arco-Íris com os pobres animais para os quais não pôde encontrar
família na terra.
"
"Acho que gosto dos voluntários",
disse o primeiro.
 "Deus também", foi a resposta
A Story of the Rainbow BridgeOriginal em língua inglesa em http://groups.yahoo.com/group/lovedachs/.
Esta história é dedicada a todos aqueles que salvaram um animal sénior.

Versão portuguesa: Gatos Livres,
em homenagem a todos os animais errantes e a todos aqueles que lutam por eles.

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