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.ღ Saudade lembrada, saudade sentida, saudade hoje e para o resto da vida...saudade eterna! ღ

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ღ NO MOMENTO AS HOMENAGENS ESTÂO SUSPENSAS! Abraços fraternos!

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As homenagens são publicadas conforme a disponibilidade de tempo. Se ela chegar sem foto e mensagem não poderei publicar. As homenagens são publicadas conforme a ordem de chegada no e-mail.

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ღ NO MOMENTO AS HOMENAGENS ESTÂO SUSPENSAS! ABRAÇOS FRATERNOS!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Pessoas não dão importância à dor da perda de um pet



Pessoas não dão importância à dor da perda de um pet
Segundo psicólogo americano, o assunto é mais significante do que parece
Por Adriana Mori
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O Dr. Lachman diz que a morte de um animal de estimação é uma perda verdadeira e a dor deve ser respeitada. “As pessoas sofrem proporcionalmente ao que amaram o animal. Perdas muito grandes podem demorar de seis meses a quatro anos para serem superadas”, diz Lachman. Para ele, a sociedade em que vivemos lida com o medo da morte negando-a, o que piora o sofrimento causado pela perda. Para quem está sofrendo com a partida de um pet, o psicólogo dá algumas dicas. “Perder, sofrer, curar, entender, tudo faz com que aprendamos e cresçamos como pessoas”, diz Lachman.
- Extravase seus sentimentos
- Proteja-se em um casulo emocional
- Descanse bastante, perder alguém importante cansa bastante
- Respeite a importância de sua perda
- Seja paciente com o processo de aceitação de sua perda
- Não pare de se alimentar
- Coloque as coisas em perspectiva e leve seu sofrimento a sério
- Procure pessoas que compreendam sua situação ou que estejam vivendo a mesma situação para conforto
Conheça as fases do luto
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Segundo Jennifer Marshall, conselheira expert em lidar com a perda de pets, a dor pela morte de um animal de estimação pode ter diferentes estágios. A perda começa no momento em que o pet morre e vem acompanhada pelo sentimento de impotência que pode durar de horas a semanas. É um período descrito normalmente como “irreal” (vivido, por exemplo, por quem opta por eutanizar seu animal). Pessoas nessa fase podem ter idéias confusas, indiferença, pensar em suicídio, sentir-se impotente, euforia ou histeria, sentir-se fora de seu corpo, ficar subitamente falante demais e negar a perda. Quando a saudade do bicho que se foi aperta muito, passamos para a fase de procura. Nesse estágio, o dono se ocupa com pensamentos do animal morto, sonha com ele e chega a ver ou ouvir o bicho chamando. Sentimentos comumente descritos são tristeza, medo, raiva, irritabilidade, culpa e carência. Às vezes a raiva não é direcionada à perda, mas sim a alguém da família, o veterinário, a si mesmo ou a Deus. A pessoa pode de repente ter uma crise de choro e fisicamente, pode ficar doente, sentir dor e ter alterações bruscas de peso, cansaço e mudança no apetite. Na fase de desorganização, acontece a volta e a adaptação à vida sem o pet, o que pode causar um pouco de confusão, já que a pessoa necessita avaliar e aprender novas formas de organizar a vida (por exemplo, como preencher aquele espaço vazio sem que alguém venha cumprimentar pelo “progresso”). As pessoas que sofrem se esquecem que a dor é um processo e por meio dele, aprende a lutar contra ela. O pet que se foi não será esquecido, mas o dono aprende a viver com essa perda e reorganiza sua vida. A intensidade da dor diminui e as pessoas descobrem que elas ainda podem comer e dormir, até ter novos pets. A tristeza e as lágrimas podem acontecer, bem como as alegrias de ter de novo um pet em casa.
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Apoio garantido
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Nos Estados Unidos, existem grupos especializados em dar apoio psicológico a pessoas que perderam seus pets. A American Pet Loss and Bereavement (www.aplb.org), entidade sem fins lucrativos que reúne conselheiros especializados em lidar com a dor da perda de animais de estimação. “Trata-se de um serviço muito importante, pois se a conexão entre o proprietário e o pet era forte, o sofrimento causado pela morte do animal é muito intensa e se não tratada, o trauma pode trazer sérias conseqüências. No caso de deficientes, essa perda é ainda mais crítica”, diz Cheryl Nahas, conselheira responsável por cães de serviço da APLB.
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Céu e Inferno

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“Um homem, o seu cavalo e o seu cão, caminhavam por uma estrada.
Depois de muito caminhar, esse homem deu-se conta de que ele, o seu cavalo e o seu cão tinham morrido num acidente. Por vezes, os mortos levam tempo para se dar conta da sua nova condição...A caminhada era muito longa, morro acima, o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede. Precisavam desesperadamente de água. Numa curva do caminho, avistaram um portão todo magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça, calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. O caminhante dirigiu-se ao homem numa guarita onde guardava a entrada.
Bom dia, ele disse. - Bom dia, respondeu o homem.- Que lugar é este, tão lindo? Perguntou ele.- Isto aqui é o céu, foi a resposta...- Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse o homem.- O senhor pode entrar e beber água à vontade, disse o guarda, indicando-lhe a fonte. - O meu cavalo e o meu cachorro também estão com sede.- Lamento muito, disse o guarda. Aqui não se permite a entrada de animais.
O homem ficou muito desapontado porque a sua sede era grande. Mas ele não beberia, deixando os seus amigos com sede. Assim, prosseguiu seu caminho. Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi-aberta. A porteira abria-se para um caminho de terra, com árvores dos dois lados, que lhe faziam sombra.Á sombra de uma das árvores, estava deitado um homem, com a cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava a dormir:
- Bom dia, disse o caminhante. – Bom dia, disse o homem.- Estamos com muita sede, eu, o meu cavalo e o meu cachorro.- Há uma fonte naquelas pedras, disse o homem e indicando o lugar.- Podem beber à vontade. - O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.- Muito obrigado, disse ele ao sair.- Voltem quando quiserem, respondeu o homem.- A propósito, disse o caminhante, qual é o nome deste lugar?- Céu, respondeu o homem.- Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu!- Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno. O caminhante ficou perplexo.- Mas então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes confusões.- De forma alguma, respondeu o homem. Na verdade, eles até nos fazem um grande favor. Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar até seus melhores amigos..."



O Coelho e o Cachorro

De vez em quando surgem umas histórias que todos que contam juram ser verdade e até dizem que tem um primo que conheceu a vizinha da sobrinha da pessoa com a qual aconteceu o caso. A mais célebre é aquela do sapatinho vermelho da sogra que desliza debaixo do banco do carro. Lembrou?
Agora pintou uma nova. Simplesmente genial. Quem me contou garante que aconteceu na Granja Vianna, bairro da classe média alta em São Paulo, semana passada.
Eram dois vizinhos. O primeiro vizinho comprou um coelhinho para os filhos. Os filhos do outro vizinho pediram um bicho para o pai. O doido comprou um pastor alemão. Papo de vizinho:
- Mas ele vai comer o meu coelho.
- De jeito nenhum. Imagina. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, pegar amizade. Entendo de bicho. Problema nenhum.
E parece que o dono do cachorro tinha razão. Juntos cresceram e amigos ficaram. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes.
Eis que o dono do coelho foi passar o final de semana na praia com a família e o coelho ficou sozinho. Isso foi na sexta-feira. No domingo, de tardinha, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche, quando entra o pastor alemão na cozinha. Pasmo.
Trazia o coelho entre os dentes, todo imundo, arrebentado, sujo de terra e, é claro, morto. Quase mataram o cachorro.
- O vizinho estava certo... E agora, meu Deus?
- E agora?
A primeira providência foi bater no cachorro, escorraçar o animal, para ver se ele aprendia um mínimo de civilidade e boa vizinhança. Claro, só podia dar nisso. Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora? Todos se olhavam. O cachorro rosnando lá fora, lambendo as pancadas.
- Já pensaram como vão ficar as crianças?
- E você cala a boca, porra!
Não se sabe exatamente de quem foi a idéia, mas era infalível. Vamos dar um banho no coelho, deixar ele bem limpinho, depois a gente seca com o secador da sua mãe e coloca na casinha dele no quintal.
Como o coelho não estava muito estraçalhado, assim fizeram. Até perfume colocaram no falecido. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. E lá foi colocado, com as perninhas cruzadas como convém a um coelho cardíaco.
Umas três horas depois eles ouvem a vizinhança chegar. Notam o alarido e os gritos das crianças. Descobriram! Não deu cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta. Branco, lívido, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi? Que cara é essa?
- O coelho... O coelho...
- O quê que tem o coelho?
- Morreu!
Todos:
- Morreu? Inda hoje de tarde parecia tão bem...
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
- Foi. Antes da gente viajar as crianças enterraram ele no fundo do quintal!
***
A história termina aqui, neste domingo de páscoa, de noite. O que aconteceu depois não interessa. Nem ninguém sabe.
Mas o personagem que mais me cativa nessa história toda, o protagonista da história, é o cachorro.
Imaginem o pobre do cachorro que, desde sexta-feira procurava em vão pelo amigo de infância, o coelho. Depois de muito farejar, descobre o corpo. Morto. Enterrado. O que faz ele? Provavelmente com o coração partido, desenterra o pobrezinho e vai mostrar para os seus donos. Provavelmente estivesse até chorando, quando começou a levar porrada de tudo quanto é lado.
O cachorro é o herói. O bandido é o dono do cachorro. O ser humano. Sim, nós mesmos, que não pensamos duas vezes. Para nós o cachorro é o irracional, o assassino confesso. E o homem continua achando que um banho, um secador de cabelos e um perfume disfarçam a hipocrisia, o animal desconfiado que tem dentro de nós.
Julgamos os outros pela aparência, mesmo que tenhamos que deixar esta aparência como melhor nos convier. Maquiada.
Coitado do cachorro. Coitado do dono do cachorro. Coitado de nós, animais racionais.
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ISTO É
1998



domingo, 16 de agosto de 2009

Oração da Paz




Oração da Paz
Oração de S. Francisco de Assis
Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz;
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvidas, que eu leve a fé;
Onde houver erros, que eu leve a verdade;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, fazei com que eu procure mais consolar,
que ser consolado;
Compreender, que ser compreendido;
Amar, que ser amado;
Pois é dando que se recebe;
É perdoando, que se é perdoado;
E é morrendo que se vive para a vida eterna.
Amém








Saudação à Virgem Maria



Saudação à Virgem Maria
(S. Francisco de Assis)
Salve, ó Senhora Santa, Rainha Santíssima,
Mãe de Deus, ó Maria, que sois Virgem feita igreja,
eleita pelo Santíssimo Pai celestial,
que vós consagrou por seu Santíssimo edilecto Filho e o Espírito Santo Paráclito.
Em vós residiu e reside toda plenitude da graça e todo o bem.
Salve, ó palácio do Senhor!
Salve, ó tabernáculo do Senhor!
Salve, ó morada do Senhor!
Salve, ó manto do Senhor!
Salve, ó serva do Senhor!
Salve, ó mãe do Senhor!
E salve vós todas, ó santas virtudes derramadas,
pela graça e iluminação do Espírito Santo,
nos corações dos fiéis, transformando-os de infiéis
em fiéis servos de Deus!
Amém.










quinta-feira, 13 de agosto de 2009

ADOCEI MINHA VIDA COM MEL


ADOCEI MINHA VIDA COM MEL
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Se algum tempo atrás alguém me dissesse que eu seria "mãe" de um cachorro, eu com certeza nem iria rir da piada, pois seria de muito mau gosto. Morando numa casa grande, ter um cachorro seria comum, mas fui criada sem me apegar a animais, já que a posição oficial de meus pais é: "Não maltrate os animais. Mas não tenha animais em casa." Quando casei, meu marido também não se animou muito em ter qualquer animalzinho, e assim fomos vivendo. Quando meu segundo filho era ainda um bebê, não sei porque, tinha um incrível e inexplicável medo de cachorro. Além de "papai" e "mamãe", uma de suas primeiras palavras foi "carrorro", dita inevitavelmente de maneira apavorada, e acompanhada de uma rápida carreira e subida no colo de quem estivesse mais acessível. Preocupados com isso, resolvemos que teríamos um cachorro, para tentar quebrar esse bloqueio de Abelzinho com "carrorros". Compramos uma cadelinha pincher miniatura, número 00, isto é, a menor que existia. Pepita era tão pequena, que seu pratinho era uma tampa de nescafé. Mas apesar de aceitar Pepita, parecia que ela não era "carrorro", e ele continuava com seu medo incondicional de qualquer outro cachorro. Os outros habitantes da casa tratavam Pepita com respeito, mas não com carinho, seguindo a lei de não maltratar, mas além de dar banho e alimentar, o máximo que eu fazia era passar meu pé nela, fazendo um carinho.
É claro que a estada de Pepita em nossa casa não durou muito. Uma amiga que se propôs ficar com ela durante nossa viagem anual de férias a Recife, para a casa de meus sogros, terminou ficando com ela para sempre, pois em sua casa Pepita tinha um lugar especial no sofá para assistir televisão, dormia no quarto e comia na mesa. Eu jamais faria isso, então não tive coragem de tirá-la de tão boa vida e trazê-la para um lugar onde ela teria cuidado, mas não amor. Algum tempo depois, com o objetivo de vigiar a casa, adquirimos um casal de fox paulistinha, Pongo e Pepita (a criatividade na escolha de nomes limitava-se ao filme "101 Dálmatas"!). Esses conseguiram um pouco de afeto, mas moravam num canil, especialmente construído para eles. Abelzinho chamava Pongo de "meu cachorro", mas não descia da cadeira ou de um tamborete se o "cachorro dele" estivesse solto. A Segunda Pepita teve 7 ninhadas de 5 cachorrinhos cada. Todos os nossos amigos que quiseram foram presenteados com lindos filhotinhos brancos de manchas pretas, que certamente em suas casas tinham mais regalias do que seus pais. Em uma época, tínhamos 6 fox paulistinhas (4 em casa e 2 na roça), e mais uma Dálmata , Prenda, e um Rotweiller, Big Doo. Todos em seus devidos lugares, com suas carteiras de vacinação em dia, banhos semanais e nada além disso. E eu me considerava uma expert em cachorros. Eu tinha 8! Sabia cuidar de filhotinhos recém-nascidos, meu marido aprendeu a cortar a cauda dos pequenos e até a dar injeções.
Mas durante o ano 2000, meus filhos tiveram aulas de artes no ateliê de uma artista, minha colega, que tinha um casal de Yorkshires, Boris e Lara. As crianças logo se apaixonaram por eles, e surpreendentemente o medo de Abelzinho não existia quando era para brincar com os cachorrinhos de tia Marlove. Mas Aline, minha filha mais velha, foi quem mais se afeiçoou ao casalzinho, tanto que conseguiu da professora a promessa de que quando Lara tivesse filhotes, conseguiria um para ela. Eu tinha um certo receio até do que isso poderia custar, pois não havia ficado claro se seria dado ou vendido. Mas o tempo passava, e nada de Lara ter filhotinhos. Até que em 18 de outubro de 2001 chegou o tão esperado presente. Antes mesmo de conhecê-la, começamos a pensar no nome, e após muitas sugestões, resolvemos que seria Mel, porque os pais eram cor de mel, e este nome certamente combinaria com ela. Fui com meu marido buscá-la, enquanto as crianças estavam na escola. Que decepção! Não era cor de mel! Parecia um filhote de Rotweiller, toda preta, com parte da cabeça amarelada em nada parecida com os pais, que tinham pelos longos e claros. Creio que nossa decepção foi evidente, pois Marlove repetiu várias vezes que ela iria mudar a pelagem, e clarear...
Desde a promessa da vinda de Mel, já havia um trato feito, de regras não negociáveis: Eu permitiria a presença de um cão "doméstico", desde que ele fosse ensinado a fazer suas necessidades em local determinado, e se fizesse fora de lugar, Aline e Abel limpariam imediatamente e sem reclamar. Ela jamais entraria no meu quarto e nem subiria nos sofás (nada pior do que uma casa com cheiro de cachorro nos sofás e camas). Iria comer apenas ração, nada de "comida de gente". Mas Mel veio mesmo para revolucionar nossas vidas. Todos os nossos conceitos sobre relacionamento com cachorros, e os limites que deviam ter foram mudados. Pra começar, eu me vi chamando: "Vem com a mamãe, Melzinha!" Continuo exigindo o cumprimento das regras, e ela não entra mesmo no meu quarto nem sobe nos sofás, ou pelo menos não fica, porque quando sobe é intimada a descer imediatamente. Infelizmente ela não aprendeu a usar o jornal como banheiro, e volta e meia alguém grita: "cocô!" ou "xixi!" indicando que acabou de pisar em um deles! Mas os responsáveis limpam sem nojo e rapidamente. Aline tem até um chavão para quando recolhe o "serviço" com papel higiênico: "peguei um quentinho, saído do forno!"
Para felicidade nossa, o medo de Abelzinho se foi completamente, e Mel o escolheu como seu preferido. Hoje nós não temos dúvida da razão: ela é viciada em chulé! Quando ele chega da escola, ela fica esperando, ansiosa, pela meia suada, que exibe como um troféu, e fica oferecendo para que tomemos, só para provar que é mais competente do que nós e não conseguimos tomar dela. O tênis dele é um travesseiro que provoca – imaginamos - viagens alucinógenas, por seu cheiro peculiar. E já descobrimos: Quando alguém chega aqui em casa e Mel fica cheirando o pé do visitante, o diagnóstico secreto para os membros da família é: Chulé! Até andando pela avenida beira-mar, às vezes passamos por algum completo desconhecido e ela muda de direção, acompanhando-o, e nós já sabemos: Chulé!Hoje sei que a escolha do nome foi mais do que apropriada. Mel adoçou o relacionamento entre meus dois filhos, hoje com 14 e 10 anos, que aprenderam que cada um tem seu espaço no coração dela e suas preferências de brincadeiras. Ela é mesmo uma doçura. Obedece ordens básicas como "senta", "deita" e "em pé", e mais do que isso, entende quando não queremos brincar, ou quando algum de nós está doente ou triste, deita-se ao lado, como que a dizer: "estou aqui, pode contar comigo". Há alguns dias precisei "guardá-la" (não podemos dizer "prendê-la", senão ela corre e é uma dificuldade conseguir pegá-la) porque tínhamos visitas que não gostavam de cachorro, e eu expliquei: "Mel, tia Cláudia não gosta de cachorrinho pulando nas pernas dela, então você vai ficar aqui quietinha. Quando ela for embora eu solto você". E sem reclamar ela ficou tranquila em seu quarto. Assim que minha amiga saiu ela latiu, pedindo por sua liberdade.
Uma de suas brincadeiras preferidas é "cabo de guerra" com uma meia suja ou com uma sandália de borracha. Ela traz a meia e fica oferecendo para que peguemos. Só que não entrega, e fica rosnando enquanto puxamos de um lado e ela do outro, e, acreditem: nós nos cansamos antes dela! Quando um cansa, ela leva para outro, até esgotar todos os presentes à sala. Trazer de volta algo que jogamos, também é algo apreciado. E ela se esforça ao extremo. Outro dia Aline jogou um de seus palitos de couro comestíveis, e ele caiu entre o sofá e a parede, ficando impossível de ser trazido de volta. Ela rodou pela casa e logo voltou... trazendo na boca um lápis, que tinha o formato semelhante ao do palito!Como uma característica da raça é o pêlo longo (que felizmente já está ficando claro), temos que escová-la pelo menos duas vezes por dia. Sinceramente, achei que não daríamos conta. A vida já é tão corrida... e gastar tempo penteando cachorro... mas inexplicavelmente Mel vive bem penteada, exibindo um "coqueirinho" no alto da cabeça com borrachinhas coloridas, lacinhos charmosos, e até teve um laço especial no Natal, vermelho com detalhes dourados. Hoje, na estréia do Brasil na Copa do Mundo, ela estava com duas borrachinhas: uma verde e outra amarela, participando da nossa torcida. Não posso negar que fiquei com pena dela, com o susto que tomou com nossos gritos na hora do primeiro gol! E talvez em represália ela mastigou a bandeira enquanto vibrávamos grudados na TV.
Eu me sinto a própria mãe coruja quando saio com ela para passear. É uma delícia responder perguntas do tipo: "Qual é a raça dela?" "Como é o nome?" "Ainda vai crescer?" E fico orgulhosa com os elogios! Tendo já trocado os dentes e acabado de passar pelo primeiro cio, já se tornou adulta, o que quer dizer que não crescerá mais. Seus 23 cm de altura e 45 cm da cabeça à cauda são uma maravilhosa fonte de alegria em nossa casa. Não ocupa muito espaço, não come muito, e a despesa que dá é mínima, tendo em vista o quanto nós lucramos com seu amor.
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Anabel Silveira Cavalcanti



Coisas que aprendi com meu cachorro

Semanas atrás, durante a madrugada, tive vontade de ir até o pátio da minha casa para respirar um ar fresco e observar as estrelas. Enquanto fazia isso, escutei o ronco do meu cachorro que dormia profundamente em sua casinha. Fui até lá e tive a interessante ideia de passar a mão em seu focinho, até que ele acordou repentinamente e, talvez não sabendo bem o que estava se passando, me deu uma mordida violenta. Por sorte eu puxei a mão na hora e o estrago foi pouco. Levando em conta que meu cachorro é da raça Rottweiler e tem três anos, você deve imaginar que tive muita sorte ou que perder a mão não estava escrito no livro da vida desta encarnação.
Enquanto eu observava os hematomas na minha mão, algo aconteceu, meu cachorro começou a me fazer carinho, como se nada tivesse acontecido poucos segundos antes. Foi então que eu percebi que meu cachorro é um ser iluminado!
Ele não se culpou pela mordida e nem me culpou por tê-lo importunado enquanto dormia tranqüilamente. E então eu percebi algo profundo: MEU CACHORRO SÓ VIVE NO AGORA!
Ele vive segundo por segundo e jamais trás o segundo anterior para o presente e nem perde o segundo atual projetando um provável futuro.
Meu cachorro está Universalizado e ele tem plena noção disso. Enquanto que nós, espíritos humanizados, raramente vivemos no presente, no agora, pois estamos constantemente trazendo o passado para o presente ou projetando o futuro enquanto deveríamos estar vivendo o agora. Quantas vezes fazemos algo e sofremos porque nos sentimos culpados por ferir alguém?
Quantas vezes as pessoas fazem algo conosco e sofremos porque achamos que elas queriam nos ferir?
Quantas vezes temos medo de ferir alguém?
Quantas vezes temos medo que alguém possa nos ferir?
Meu cachorro provavelmente conhece a lei do carma, ou seja, a justa reação a uma ação sentimental anterior. Ele deve saber que no Universo nada ocorre por acaso, e que ninguém pode ferir ninguém, a não ser se o espírito se sentir ferido. Por isso ele não está nem aí se eu gostei ou não da mordida. Naquele segundo a função dele no Universo era me morder. No segundo posterior era me dar carinho. Agora, se eu me sentir ferido ou não, o problema não é dele, mas meu. Ele apenas fez o que tinha que fazer para manter o equilíbrio do Universo.
Que tal levarmos isso para nossas vidas?
Quando você se sentir culpado por algum ato, pense que naquele momento a sua função no Universo era participar daquele ato, ser um agente carmático do outro. Não sofra com o ato, pois todo ato é neutro, ele jamais pode ferir um espírito ou o próprio Universo. O que vai determinar se um espírito vai ou não se sentir ferido com o seu ato é como ele vai se relacionar sentimentalmente com aquele ato. Lembre-se: viver não é uma atividade física, mas sentimental.
E não esqueça, se isso serve para você não se sentir culpado por nada que faça ou deixe de fazer aos outros, isso também tem que servir para que você não culpe ninguém por ter lhe feito algo que você julgou como ‘errado’, ‘mau’ e ‘injusto’.
Novamente, não seja um espiritualista ‘de araque’, aquele que vê Deus nas coisas que faz, mas o diabo nas coisas que os outros fazem ‘contra’ ele. Se você sempre está dando ao outro o que ele precisa receber como oportunidade de elevação espiritual, o outro também vai estar sempre lhe dando o que você necessita receber para elevar-se. Esta é a interdependência das coisas: espíritos vivenciando estorinhas ilusórias em comum onde só se sente ferido quem leva a sério demais este teatrinho e troca os pés pelas mãos, onde o ator se acha o próprio personagem. Nunca esqueça que o sofrimento é livre-arbítrio de cada um, assim como a felicidade. E isso independe de qualquer ato ou acontecimento.
abraços
Rafael BC
Filed under Universalismo na prática




terça-feira, 4 de agosto de 2009

Meu amigão se foi - E agora?



Meu Amigão se Foi ... E Agora?

Estou escrevendo pois acredito que todos os dias alguem perde um animalzinho de estimaçao,
e a dor é geralmenente tao grande que buscamos todos os tipos de consolo e a internet tem sido um meio facil e rapido.
Dia 29.06.05 minha ferret Pikku com 8 anos de idade se foi e deixou um enorme vazio. Hoje dia 04.07 resolvi escrever sobre a perda, pois os sentimentios ainda estao aflorados e com isso espero que os que leiam esta pagina se identifiquem e encontrem um pouco de paz no coraçao.
Encontrar o animal ja sem vida (como foi no meu caso), ter que decidir sobre a eutanasia, ver o animal ir embora nos seus braços ou ficar sabendo por familiares ou veterinario, independente de como seja a perda, ela é sempre dolorosa.
Mesmo que esperada, por exemplo quando o animal padece de alguma doença terminal.
Os sentimentos de culpa, tristeza, impotencia, raiva sao comuns.
Geralmente a perda começa com um choque, tudo parece surreal, como um pesadelo. Depois vem as duvidas:
„por que agora?“
„Porque o meu bebe“
Depois o sentimento de culpa :
..“devia ter feito mais“
devia ter ficado ao lado dele (a) „ se eu soubesse que ele (a) estava partindo“
Por que nao procurei outro veterinario „Depois bate a raiva :
“O remedio (ou a fata dele) matou meu bebe “ Aquele veterinario nao era competente“
„ Nao devia ter operado“
Ai vem uma tristeza que parece que nao tem fim:
tudo lembra o animalzinho, e tudo o que o (a) pertencia passa a virar reliquia : o paninho, a casinha, o brinquedo preferido, a coleira...e o cheirinho que ficou nos pertences do animal, sao um alivio para o coraçao.
A tristesa é tao profunda que nao se vontade de fazer nada, as tarefas diarias viram um martirio, ha alteraçao no sono e no apetite (pra mais ou pra menos). Um cansaço gigantesco toma conta do corpo e da mente.
Nesta fase meu conselho é: ouça seu coraçao extravase todos seus sentimentos da forma que você quiser. Chore se tiver vontade ou curta o silencio. Converse com pessoas que vao entender seus sentimento, ou se isole se você se sentir melhor. Nao deixe que ninguem te diga se esta certo ou errado ou o tempo que deve durar o seu luto. Nao ligue quando algumas pessoas que nao sao capazes de amar os animais vierem te dizer „ era so um bicho“!
So você sabe a ligaçao de amor que você e seu animal tinha, so você sabe o quanto o seu animal significava para você.
E nos que amamos os animais sabemos que eles sao capazes do nos amar e nos entender .
A perda de um animal é comparavel a perda de um ser humano e nao menos importante!
Aos poucos a vida vai voltando ao seu ritmo normal. Voltar as atividades diarias nao significa que voce esqueceu seu bebe. Você jamais o (a) esquecera pois o amor os conectou pra sempre!
Devagar a raiva e a tristeza vao dando lugar a saudade. Ja sera possivel ver as fotos ou olhar para a casinha ou o local onde ele (a) dormia, sem sentir aquela dor no coraçao.
Alguns rituais podem talvez ajuda-lo (a) no processo da perda, como por exemplo, fazer um altar com a foto do animal e acendar uma vela ou incenso.
Escreva sobre seus sentimentos e sobre os momentos bons que voces dividiram juntos.
Ou preste um tributo pessoal em nossa pagina. Faça o que seu coraçao mandar , o importante é que você se sinta sintonizado com seu animal
Para muitos, a esperança de que a vida sobrevive a morte e de que um dia em algum lugar você o (a) encontrara alivia o sofrimento.
Mas sera que os animais tem mesmo alma ?
Sera que eles reencarnam em seres humamos ou em outros animais?
Eu procurei em varios sites sobre reencarnaçao e alma do animal, mas as respostas nao me foram convincentes.
Cada religiao da uma explicaçao diferente :
As religioes ocidentais sao praticamente uninime em dizer que o animal possue uma alma coletiva ou alma grupo.Que nos seres humanos com nosso amor somos capazes de auxiliar essas almas a evoluirem pois „atenuamos“ o instinto selvagem do animal.
A evoluçao dos animais acontece lentamente mas um dia serao seres humanos. Porem nos seres humamos somos „especiais „ e jamais reencarnaremos como animais pois esses sao espiritos „inferiores“ ao do homem.
Nao tenho a intençao de ofender a religiao crença ou moral de ninguem. Cada pessoa encontra na sua crença a resposta que mais lhe convem.
Para os que como eu questionam a importancia do animal no mundo dominado pelos seres humaos, lançarei algumas duvidas para que possamos refletir juntos.
Ressalto novamente que nao tenho a intençao de ofender a religiao de ninguem. Sao duvidas que sempre acercaram meu coraçao.
Vamos la:
Nos possuimos a capacidade de fala e escrita e podemos espalhar nossas ideias pelo mundo afora, influenciando costumes. Num tempo distante onde a sociedade era patriarcal, a Terra era quadrada e os animais eram essenciais para a sobrevivencia do homem , quem escreveria algo para que o mundo lesse dizendo que nos somos seres humanos somos inferiores ou iguais aos aniamis ?
Por que a evoluçao tem que culminar no homem?
Porque somos inteligentes, temos disernimento do certo e do errado ?
E quem disse que os animais nao sao inteligentes?
Eles simplemente nao podem se comunicar verbalmente nem por escrita pra se defender .
Os animais que nao tem contato com o homem e nao sao amandos, nao terão a oportunidade de evoluir?
E as religioes que pregam que os animais sao sagrados como o Budismo, Hinduismo e o Xamanismo , nao merecem credito ?
Nestas religioes ate nos seres humanos podemos reencanar como um animal.
E por fazermos parte da mesma natureza, devemos respeita-los e reverencia-los.
Eu particularmente acredito que os animais sao como nos seres humanos, apenas num involucro diferente.
Nao compro a ideia de alma coletiva, pra mim cada animal é um ser impar com personalidade distinta.
Porem nao sou dona da verdade e nao tenho qualquer embasamento cientifico nas minhas afirmaçoes, quero apenas deixar aqui minhas duvidas e angustiasCabe a cada um procurar as respostas nas suas crenças seja ela qual for, refletir e tirar suas proprias conclusoes.

sábado, 1 de agosto de 2009

Oração do Animal de Estimação

Amada Deusa Mãe que a tudo permeia,
Sempre ampare o meu amigo amado.
Para que a sua presença seja sempre o meu refúgio, quando sentir medo e a solidão.
Que a Tua luz Senhora seja a força, para a calma do seu coração,
Não zangando-se comigo, na minha grande empolgação, quando o vejo retornar.
Não permitas que o alimento que sempre me serve, o carinho e o amor que me faz sentir tão feliz, ele venha por algum motivo se esquecer de mim.
Perdoe às vezes as suas impaciências,
Assim como eu o perdôo, lambendo-lhe suas mãos.
E fazes Senhora, que a voz do meu amigo, seja sempre um hino de acalento,
Me fazendo descansar profundo, quando deitado aos seus pés.
E se a idade avançada retirar dos meus olhos a luz do dia, ou os meus membros ficarem difíceis nas caminhadas,
Não deixes que meu amigo querido me desampare.
Dai a ele a paciência e o carinho que sempre me foram dedicados.
Para que eu possa levar no meu sono eterno, os agradecimentos,
E as saudades da grande felicidade de ser junto com ele, tão feliz.
Autor desconhecido





quarta-feira, 29 de julho de 2009

A MORTE DO ANIMAL DE ESTIMAÇÃO E AS CRIANÇAS


A MORTE DO ANIMAL DE ESTIMAÇÃO E AS CRIANÇAS
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Muitas pessoas não percebem como a morte pode ser traumática e confusa para uma criança. As crianças tendem a ficar enlutadas por um período mais curto, mas a sua dor não é menos intensa. Crianças também tendem a voltar ao assunto com mais frequência , então muita paciência é necessária quando se lida com uma criança enlutada. Algumas dica importantes para ajudar uma criança nessa situação incluem:
1. Dar à criança permissão de lidar com a sua dor.
- contar ao professor sobre a morte do animal.
- encorajar a criança a falar livremente sobre o animal.
- dar à criança muito carinho e conforto.
- discutir a morte, o morrer e a dor honestamente.
2. NUNCA dizer coisas como "Deus levou o seu bichinho," ou o animal está "dormindo para sempre."
- A criança pode temer que Deus vá levá-la, seus pais ou seus irmãos.
- A criança pode ficar com medo de ir dormir.
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3. Inclua a criança em tudo o que se passa.
4. Explique que a morte é permanente.



OS ANIMAIS SOFREM COM A MORTE?

OS ANIMAIS SOFREM COM A MORTE?
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Muitas pessoas acham difícil acreditar que animais criem laços muito fortes um com o outro. Mesmo animais que parecem mal se suportar podem exibir fortes sinais de stress quando separados.
Na verdade, animais que perderam um companheiro podem exibir vários sintomas idênticos aos experimentados pelo pelo proprietário enlutado. O animal sobrevivente pode ficar inquieto, ansioso e deprimido. Ele pode suspirar com frequência, e ter a respeito de comer e dormir.
É comum que os animais procurem por seus companheiros mortos e exijam mais atenção dos seus donos.
Como o proprietário pode ajudar um animal que sofre? Atenção para as seguintes recomendações:
1. Mantenha a rotina do animal sobrevivente o mais normal possível.
2. Tente não reforçar (mesmo que não intencionalmente) as mudanças de comportamento.
*se o animal fica "escolhendo" comida, não fique trocando o "cardápio". Isso só leva a um animal ainda mais difícil.
*não exagere na atenção dada ao animal sobrevivente, já que isso pode levar à ansiedade de separação.
3. Permita que os animais sobreviventes trabalhem a nova hierarquia por eles mesmos.podem haver brigas enquanto isso não fica resolvido (principalmente com cachorros).
4. Não adote um novo animal para fazer companhia para o animal sobrevivente a não ser que o proprietário esteja pronto.não funciona a não ser que o proprietário esteja emocionalmente pronto para um novo animal. pessoas que ainda estejam enlutadas não terão a energia necessária.
O proprietário deve permitir que os outros animais vejam e cheirem o companheiro morto?
Não há evidências que afirmem que esse gesto vá ajudar os animais sobreviventes, mas algumas pessoas afirmam que sim. Geralmente tudo o que acontece é que o proprietário se sente melhor. Assim, se o proprietário deseja que os outros animais "digam adeus," então isso deve ser permitido.



quarta-feira, 22 de julho de 2009

Meu Testamento

Meu Testamento
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Minhas posses materiais são poucas e eu deixo tudo para você...
Uma coleira mastigada em uma das extremidades, faltando dois botões,
uma desajeitada cama de cachorro e uma vasilha de água que se encontra rachada na borda.
Deixo para você a metade de uma bola de borracha, uma boneca rasgada que você vai encontrar debaixo da geladeira, um ratinho de borracha sem apito que está debaixo do fogão da cozinha e uma porção de ossos enterrados no canteiro de rosas e sob o assoalho da minha casinha.
Além disso, eu deixo para você a memória, que aliás são muitas.
Deixo para você a memória de dois enormes e meigos olhos, marrons, de uma caudinha curta e espetada, de um nariz molhado e de choradeira atrás da porta.
Deixo para você uma mancha no tapete da sala de estar junto à janela, quando nas tardes de inverno eu me apropriava daquele lugar, como se fosse meu, e me enrolava feito uma bolinha para pegar um pouco de sol.
Deixo para você um tapete esfarrapado em frente de sua cadeira preferida, o qual nunca foi consertado com o tipo de linha certo.... isso é verdade. Eu o mastiguei todinho, quando ainda tinha cinco meses de idade, lembra-se?
Deixo para você um esconderijo que fiz no jardim debaixo dos arbustos perto da varanda da frente, onde eu encontrava asilo durante aqueles dias de verão. Ele deve estar cheio de folhas agora e por isso talvez você tenha dificuldades em encontrá-lo. Sinto muito!
Deixo também só para você, o barulho que eu fazia ao sair correndo sobre as folhas de outono, quando passeávamos pelo bosque.
Deixo ainda, a lembrança de momentos pelas manhãs, quando saíamos junto pela margem do riacho, e você me dava aqueles biscoitos de baunilha.
Recordo-me das suas risadas, porque eu não consegui alcançar aquele coelho impertinente.
Deixo-lhe como herança minha devoção, minha simpatia, meu apoio quando as coisas não iam bem, meus latidos quando você levantava a voz aborrecido... e minha frustração por você ter ralhado comigo.
Eu nunca fui à igreja e nunca escutei um sermão. No entanto, mesmo sem haver falado sequer uma palavra em toda a minha vida, deixo para você o exemplo de paciência, amor e compreensão.
Sua vida tem sido mais alegre, porque eu estive ao seu lado!
Deixo o meu Amor tambem, esse não vai acabar nunca!!
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Autoria Desconhecida



sexta-feira, 17 de julho de 2009

Estrelinha Freddy


07/03/2008
†09/07/2009
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Freddy
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Agora me resta a saudade e a lembrança de você,
todas as noites bagunçando o meu quintal,
pulando na janela pra me ver,
comendo bananas, que você adorava ,
destruindo as plantas do jardim e correndo feliz pelas escadas...
Obrigada por me alegrar durante 1 ano e 4 meses...
Por proteger minha casa e ser meu grande companheiro.
Vá com Deus, meu grande amigo Freddy !!!!
Saudades...
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Ana Paula




quarta-feira, 15 de julho de 2009

Estrelinha Bubinha


28/02/93
†14/07/09
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Bubinha
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Amiguinha Bubinha
Eu ainda não acredito..que perdi a Bubinha.
mais sei..que ela ..esta no céu...brilhando para
todos nós...
e sei que encontrou muitos amiguinhos lá....
que faz parte da constelação...de todos os outros
amiguinhos gatinhos q partirão...
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Vou te Amar Sempre...
Mamãe
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Brilhe Amiga Linda!
Brilhe muito!!!
A estrela mais branquinha do céu...
Nós Saudades...



terça-feira, 14 de julho de 2009

Na Escuridão

Na escuridão
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Nenhum outro animal compartilhou tanto com o homem quanto o nosso cão doméstico. Na verdade, nos últimos doze mil anos essa espécie trocou a sua liberdade por uma relação incerta com a espécie humana.A amizade entre o homem e o cão alcançou o ápice de nossa experiência. O animal foi um silencioso e nunca festejado companheiro no início da era do Homo Sapiens. Mais tarde, rotulado como um objeto desprezado de superstição, foi chamado de "lobisomem", ou coisa pior, mesmo tendo desempenhado ações relevantes, como parceiro e companheiro amado.
Mesmo desprezados, explorados ou acariciados, os cães continuaram nossos mais leais companheiros.Eles caçam, divertem, fazem companhia, vão à guerra e têm sido ao mesmo tempo usados e recompensados por algum e raro ser humano.
Mas por que os seres humanos gostam de cães? Quando pequenos são engraçadinhos? Quando adultos nos dão segurança ? Os com pedigree são símbolos de status? Porém, ultimamente, amamos os cães porque eles simplesmente nos amam.
Nossa amizade com os cães é uma relação simbiótica, que desafia a explicação racional. Esse animal talvez seja uma criatura selvagem a ser domesticada e acariciada, um espelho que reflete nossas principais emoções, um participante dos nossos lamentos, um ser que contribui para nossa felicidade ou um portador de paz.
Não sabemos por quê os cães nos amam, seja o seu "dono" rico ou aquele que dorme a céu aberto tendo como seu anjo da guarda ao seu lado, o cão. Parece que esse desconhecimento nunca vai ser revelado ao ser racional. Para isso teríamos que ser altruístas o tempo todo.
Impossível.
A nós, pensadores e tão cheios de explicações lógicas, o que resta é admirar esse desconhecido e respeitoso mundo animal.
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Este texto é dedicado àqueles que amam os animais e, por conseguinte, à própria vida.
Dentro de um cão existe uma escuridão pra se ler...

A Morte do nosso Amigo

A Morte do nosso Amigo
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O nosso animal, no final da sua vida, já nos terá proporcionado imensas alegrias. É nossa obrigação, portanto, garantir-lhe um fim digno, com atenção e carinho. E não é difícil: basta que deixemos que ele permaneça ao nosso lado, um dos poucos prazeres que lhe restarão na velhice. Quando se aproxima a despedida desta vida, o animal sabe-o por instinto. Não deve ser abandonado, mesmo que já não seja o mesmo animal bonito de antes; que tenha o pêlo a cair e um caminhar sem elegância, com a cabeça sempre pendente. O seu olhar será o único gesto que acompanhará os nossos passos. Lembremo-nos que dentro do seu peito cansado, ainda existe um coração, o mesmo que já vibrou com o som da nossa voz. E, quando chegar o fim, não nos devemos envergonhar, se chorarmos. Na verdade, nesse momento, acabamos de perder um amigo dedicado como poucos.
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Substituindo um Animal de Estimação
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Perder um animal de estimação pode ser bastante traumático. A maior parte das pessoas precisa passar por um perí­odo de lamentação antes de conseguir pensar em um novo animal. Na fase inicial, muitos proprietários sentem que não querem outro animal de estimação porque não agüentam o sofrimento de outra perda similar. Para muitos, este sentimento passa e, finalmente, saem à procura de um substituto.Antes de fazer isso, no entanto, é importante aceitar o falecimento de seu animal original. Se não fizer isso, pode ser difí­cil aceitar um animal novo. Ou seja, não é boa idéia amigos ou parentes darem um animal novo ao proprietário que está lamentando a morte de seu animal querido, a não ser que ele queira.
Para algumas pessoas, a vida sem um animal de estimação pode ser intolerável e precisam de um animal para substituir o falecido logo. Estas pessoas sentem que isso ajudará a superar a tristeza. Caso sinta-se desta forma, é um caminho perfeitamente aceitável .
Caso decida substituir seu animal, pense em como está sua vida agora, pode ser que esteja em condições diferentes das que estava quando adquiriu seu animal anterior. Uma raça diferente ou mesmo outra espécie pode ser melhor no momento. Também deve decidir se conseguirá lidar com o exercí­cio e treinamento de que um animal jovem necessita ou se seria uma idéia melhor pegar um adulto.
Finalmente, lembre-se de que o novato é um indiví­duo com sua própria personalidade. Vai demorar um certo tempo para que o relacionamento cresça e, inicialmente, pode ser difí­cil deixar de fazer comparações com o animal morto. Mesmo assim, com o passar do tempo, este novato, com suas caracterí­sticas próprias, irá encontrar um lugar em seu coração - tão especial quanto o do animal anterior.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Estrelinha Toti


2001
♰ 2008
AO MEU GRANDE AMIGO E SAUDOSO
TOTI.
É APENAS UM CÃO.
"De vez em quando, escuto alguém me dizer:
"- Para com isso! É apenas um cão."Ou então:"
- Mas é muito dinheiro para gastar com ele! É apenas um cão!"Estas pessoas não sabem do caminho percorrido, do tempo gasto ou dos custos que significam "apenas um cão".
Muitos dos meus melhores momentos foram trazidos "apenas por um cão".
Por muitas horas em minha vida minha única companhia era "apenas um cão". E eu não me senti desprezado.
Muitas tristezas que tive foram amenizadas por "apenas um cão".
E, naqueles dias sombrios, o toque gentil de "apenas um cão"me deu conforto e motivos para seguir em frente."Apenas um cão" deu à minha vida a verdadeira essência da amizade, da pura e irrestrita felicidade."Apenas um cão" fez aflorar a compaixão e a paciência que fazem de mim uma pessoa melhor. Porque - pra mim e para as pessoas como eu - não se trata de "apenas um cão", mas da incorporação dos sonhos e esperanças do futuro, das lembranças afetivas do passado e da felicidade do momento presente.
Eu espero que, algum dia, as pessoas entendam que ele não é "apenas um cão", mas um anjo que me tornou mais humano e me permitiu não ser "apenas um homem".
Então, na próxima vez que alguém lhe disser que ele é "apenas um cão", apenas sorria para esta pessoa, porque essa infeliz criatura, com toda a certeza, só entende bem expressõs como:"apenas um amigo","apenas um nascer do sol","apenas uma promessa..."
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A Eternidade..
Cada segundo é uma eternidade.
Eu não sei onde tu estás. Só minhas lágrimas, rezas, fotos, e teus objetos são mostras de que não fora um sonho a tua existência.
Todos os dias penso, procuro e tento sentir a tua presença. São quase dois meses da tua partida, mas amor verdadeiro parece ter sido esta madrugada.
Meu filho, jamais, em toda a minha existência esquecerei a miha razão de viver por muito momentos.
Obrigada.
Tu mereces cada segundo do meu pensamento.
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Mamãe



quarta-feira, 8 de julho de 2009

Estrelinha Simba


♰ 2008
Amado Simba
Saudades do nosso anjo que se foi...
Meu lindo,
Brinque, Brilhe mas não se esqueça de nós
Quanta Saudade...
Vamos te amar sempre!
Marta

 



Amada Familia

Amada Familia
"A morte não é tudo.
Não é o final.
Eu apenas passei para a sala seguinte.
Nada aconteceu.
Tudo permanece exatamente como foi.
Eu sou eu, você é você, e a antiga vida que vivemos tão maravilhosamente juntos permanece intocada, imutável.
O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos.
Chame-me pelo antigo apelido familiar.
Fale de mim da maneira que sempre fez.
Não mude o tom.
Não use nenhum ar solene ou de dor.
Ria como sempre fizemos das piadas que desfrutamos juntos.
Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim.
Deixe que o meu nome seja uma palavra comum em casa, como foi.
Faça com que seja falado sem esforço, sem fantasma ou sombra.
A vida continua a ter o significado que sempre teve.
Existe uma continuidade absoluta e inquebrável.
O que é esta morte senão um acidente desprezível?
Porque ficarei esquecido se estiver fora do alcance da visão?
Estou simplesmente à sua espera, como num intervalo,
bem próximo, na outra esquina.
Está tudo bem!"
Amo Você!

sábado, 4 de julho de 2009

SABEDORIA CANINA

Já se imaginou agindo com a sabedoria canina?
A vida teria uma perspectiva mais amistosa:
Tente:
1- Nunca deixe a oportunidade de sair para um passeio.
2- Experimente a sensação do ar fresco e do vento na sua face por puro prazer.
3- Quando alguém que você ama se aproxima, corra para saudá-lo.
4- Quando houver necessidade, pratique a obediência.
5- Deixe os outros saberem quando invadiram o seu território.

6- Sempre que puder tire uma soneca e se espreguice antes de se levantar.
7- Corra, pule e brinque diariamente.
8- Coma com gosto e entusiasmo, mas pare quando estiver satisfeito.
9- Seja sempre leal.
10- Nunca pretenda ser algo que você não é.
11- Se o que você deseja está enterrado, cave até encontrar.
12- Quando alguém estiver passando por um mau dia, fique em silêncio, sente-se próximo e, gentilmente tente agradá-lo.
13- Quando chamar a atenção, deixe alguém tocá-lo.
14- Evite morder quando apenas um rosnado resolver.
15- Nos dias mornos, deite-se de costas sobre a grama.
16- Nos dias quentes, beba muita água e descanse embaixo de uma árvore frondosa.
17- Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
18- Não importa quantas vezes for censurado, não assuma a culpa que não tiver e não fique amuado... corra imediatamente de volta para seus amigos.
19- Alegre-se com o simples prazer de uma caminhada.
20- Ame seus amigos incondicionalmente.
Tente!!!
Viva uma vida de "cão"!
No melhor sentido é claro!!!

Cachorrinho Manco

Cachorrinho Manco
Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes 'a venda. "Entre 30 e 50 dólares", respondeu o dono da loja.
O menino puxou uns trocados do bolso e disse:
- "Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?
"O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pelo.
Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível.
Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:
- "O que é que ha com ele?
"O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar.
O menino se animou e disse:
- "Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!"
O dono da loja respondeu:
- "Não, você não vai querer comprar esse.
Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente.
"O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse:
- "Eu não quero que você o de para mim.
Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo.
Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 centavos por mês, ate completar o preço total.
"O dono da loja contestou:
- "Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho.
Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos.
"Ai', o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calca para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar.
Olhou bem para o dono da loja e respondeu:
- "Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso."