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.ღ Saudade lembrada, saudade sentida, saudade hoje e para o resto da vida...saudade eterna! ღ

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ღ NO MOMENTO AS HOMENAGENS ESTÂO SUSPENSAS! Abraços fraternos!

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As homenagens são publicadas conforme a disponibilidade de tempo. Se ela chegar sem foto e mensagem não poderei publicar. As homenagens são publicadas conforme a ordem de chegada no e-mail.

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ღ NO MOMENTO AS HOMENAGENS ESTÂO SUSPENSAS! ABRAÇOS FRATERNOS!

sexta-feira, 15 de março de 2013

Estrelinha Billy





Billy

Eu sou sua estrela

Quando você olhar para as estrelas a noite,
Você me verá brilhando, a estrela mais brilhante
que você puder ver
tenha certeza de que sou Eu!
Vou brilhar com toda a minha força, na esperança de
fazer o seu fardo mais leve.
Orando para que você não sofra e perceba, e com o tempo
acabará por ver que o que você fez por
mim é um libertar!
Meu corpo não pode vir quando você me chama, mais te sinto sempre perto de mim.
Nos sonhos você vai me sentir, talvez me veja,
ou um simples suspiro,
esse é o meu Amor sempre próximo.
Nas aberturas do Céu derramarei meu brilho sobre você,
para te avisar...
Quero te ver Bem!
Estou em Paz!

                                                                                                     CSF

Billy deixará muitas saudades.
Deus conforte o coração da familia, amigos(as) e tias(os)

Andréa da Silva Campos

quinta-feira, 14 de março de 2013

História de um cão



História de um cão

Eu tive um cão. Chamava-se Veludo
Magro, asqueroso, revoltante, imundo,
Para dizer numa palavra tudo,
Foi o mais feio cão que houve no mundo.
Recebi-o das mãos de um camarada,
Na hora da partida. O cão gemendo
Enfim — mau grado seu — o vim trazendo.

O meu amigo cabisbaixo mudo
Olhava-o... o sol nas ondas se abismava...
"Adeus" — me disse — e ao afagar Veludo,
Nos olhos seus o pranto borbulhava.

"Trata-o bem. Verá que o rafeiro
Te indicará os mais sutis perigos;
Adeus! E que este amigo verdadeiro
Te console no mundo ermo de amigos."

Veludo a custo habituou-se à vida
Sua rugosa pálpebra sentida
Que o destino de novo lhe escolhera;
Chorava o amigo que perdera.

Nas longas noites de luar brilhante
Febril, convulso, trêmulo, agitando
A sua cauda — caminhava errante
À luz da lua — tristemente uivando.

Toussenel Figuier e a lista imensa
Dos modernos zoológicos doutores
Dizem que o cão é um animal que pensa:
Talvez tenham razão estes senhores.

Lembro-me ainda trouxe o correio
Cinco meses depois do meu amigo
Um envelope fartamente cheio:
Era uma carta. Era uma artigo.

Contendo a narração miúda e exata
Da travessia. Dava-me importantes
Notícias do Brasil e de La Prata.
Falava em rios, árvores gigantes.

Gabava o steamer que o levou: dizia
Que ia tentar inúmeras empresas:
Contava-me também que a bordo havia
Toda sorte de risos e beleza.

Finalmente, por baixo disso tudo
Em nota bem do melhor cursivo
Recomendava o pobre cão Veludo
Pedindo que o conservasse vivo.

Enquanto eu lia, o cão tranquilo e atento
Me contemplou e — creia que é verdade.
Vi, comovido, vi nesse momento
Seus olhos gotejaram de saudade.

Depois lambeu-me as mãos humildemente
Estendeu-se aos meus pés atencioso
Movendo a cauda — e adormeceu contente
Farto dum puro e satisfeito gozo.

Passou-se o tempo. Finalmente um dia
Vi-me livre daquele companheiro;
Para nada, Veludo me servia
Dei-o à mulher dum velho carvoeiro.

E respirei: Graças a Deus já posso
Dizia eu "viver neste bom mundo
Sem ter que dar diariamente um osso
A um bicho vil a um feio cão imundo."

Gosto dos animais, porém prefiro
A essa raça baixa e aduladora
Uma alazão inglês, de sela ou tiro.
Ou uma gata branca cinzadora.

Mas respirei porém: Quando dormia,
E a negra noite amortalhava tudo,
Senti que à minha porta alguém batia:
Fui ver que era. Abri. Era Veludo.

Saltou-me às mãos, lambeu-me os pés ganindo.
Farejou toda a casa satisfeito;
E — de cansado — foi rolar dormindo,
Como uma pedra junto do meu leito.

Praguejei furisco. Era execrável
Suportar esse hóspede importuno
Que me seguia como o miserável
Ladrão, ou como um pérfido gatuno.

E resolvi-me enfim. Certo é custoso
Dizê-lo em alta voz e confessá-lo
Para livrar-me desse cão leproso
Havia um meio só: era matá-lo.

Zunia a asa fúnebre dos ventos;
Ao longe o mar na solidão gemendo,
Arrebentava em uivos e lamentos...
De instante a instante o tufão crescendo.

Chamei veludo: ele seguiu-me. Entanto
A fremente borrasca me arrancava
Dos frios ombros o revolto manto.
E a chuva meus cabelos fustigava.

Despertei um barqueiro. Contra o vento,
Contra as ondas coléricas vagamos;
Dava-me força o torvo pensamento:
Peguei num remo — e com furor remamos.

Veludo à proa olhava-me choroso,
Como o cordeiro no final momento.
Embora! Era fatal! Era forçoso
Livrar-me enfim desse animal nojento.

No largo mar ergui o nos meus braços,
E arremessei-o às ondas de repente...
Ele moveu gemendo os membros lassos
Lutando contra a morte! Era pungente!

Voltei à terra — entrei em casa. O vento
Zunia sempre na amplidão profundo.
E pareceu-me ouvir o atroz lamento
De Veludo nas ondas moribundo.

Mas, ao despir dos ombros meus, o manto
Notei — oh grande dor! Haver perdido
Uma relíquia que eu rezava tanto!
Era um cordão de prata: eu tinha-o unido.

Contra o meu coração constantemente.
E o conservava no maior recato,
Pois minha mãe me dera essa corrente
E, suspenso à corrente, o seu retrato.

Certo caíra além do mar profundo
No eterno abismo que devora tudo;
E foi o cão, foi esse cão imundo
A causa do meu mal! Ah! se Veludo

Duas vidas tivera — duas vidas
Eu arrancara aquela besta morta,
E aquelas vis entranhas corrompidas!
Nisto senti uivar à minha porta.

Corri, abri... Era Veludo! Arfava:
Estendeu-se aos meus pés — e docemente
Deixou cair da boca que espumava,
A medalha suspensa da corrente.

Fora incrível, oh Deus! — Ajoelhado
Junto ao cão — estupefato absorto,
Palpei-lhe o corpo, estava enregelado
Sacudi-o, chamei-o! Estava morto.

Luis Guimarães, escritor, poeta e diplomata brasileiro, nasceu no Rio de Janeiro em 1847, falecendo em Lisboa no ano de 1898. Sua obra fabulosa é quase desconhecida pela nova geração que chegou a empastelar os versos, os dramas, os contos, as poesias soltas, envolvendo-as na cultura de seu filho, Luis Guimarães, também escritor, poeta, diplomata e uma das figuras mais representativas do movimento cultural brasileiro. Luis Guimarães Filho nasceu no Rio de Janeiro no ano de 1878 e como diplomata esteve representando o Brasil até no Japão, onde colheu subsídios para um de seus melhores livros, intitulado Samurais e mandarins (1911).

Por este motivo o poema História de um cão, encontra-se como sendo para uns, de Luis Guimarães (1847) e para outros, assim como nós, de Luis Guimarães Filho (1878). Por mais que ouvíssemos grande número de intelectuais norte-riograndenses, estes não souberam identificar o autor, o que é uma pena. Pela beleza dos versos, pela tragédia enfocada na história, pela sensibilidade que o poeta envolve a figura de um simples cão, demonstrando a lealdade, fidelidade, meiguice, carinho, indulgência que procurou dar-lhe fim, é que publicamos essa jóia primorosa da poesia brasileira.


Paz e Bem

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Estrelinha Baby





Baby

Que São Francisco receba meu Anjo Baby que tantas alegrias me deu
obrigada por tudo, estou em pedaços e com o coração partido,
vou te amar para sempre,
um Beijão fica em paz.

Ivonete Aparecida Litaldi

Estrelinha Gaita





Gaita

Se eu te perdi é porque Deus quis, sim.. 
Mas fala isso pro meu coração 'Gaitinhaaa'.. 
Explica isso pro 'Cervejinha' e pra todo mundo que esta esperando você vir brincar com a gente.. Foram 10 anos de uma vida linda minha pequena, você alegrou e encantou a todos que te conheceram.. 
Vai sempre viver com a gente teu carinho, tuas reboladas, brincadeiras, travessuras, sua gordaaaa, loucaaa.. 
Que Deus lhe tenha junto aos mais puros, e que essa dor que estamos passando agora, aos poucos se torne essa saudade que ja estamos sentindo de ti, saudade de quem foi parte de uma linda história, saudade de um ser divino que só viveu pra dedicar amor à nós ... vc me fez feliz vc esyeve comigo nas horas tristes e felizes....depois de dez anos comigo vai ser dificil chegar em casa e vc nao estar p me receber,vai ser dificil acostumar dormir sem vc usando minha perna de travesseiro... dói demais que saudade que vontade de apertar agora,espero um dia estar contigo mais uma vez minha amiguinha,minha melhor amiga, minha filhinha, eu te amei demais e vc sentiu esse amor... nunca vou te esquecer , esquecer o que vc fez por mim as alegrias que me deu e o conforto nas horas dificeis...te amarei por todo sempre,
minha menina linda,
cuida de nós agora.

Claciane Reginatto

terça-feira, 12 de março de 2013

Perda de afetos



Perda de afetos

Quando a morte arrebata do convívio um ser amado, algumas pessoas perdem a vontade de viver.

De uma forma até egoísta, esquecem os que convivem no mesmo lar e se enclausuram na própria dor.

Não se dão conta que, agindo assim, maltratam os corações que os amam e que, exatamente como eles, sofrem a ausência daquele que partiu para a Pátria verdadeira.

Quando a dor da separação pela morte nos ferir o coração, não nos recolhamos em concha, desistindo da vida.

A dor deve nos motivar à continuidade da luta diária, principalmente porque guardamos a lição da Imortalidade. Os que partiram estão mais próximos de nós do que possamos imaginar. E não nos esqueçamos dos que partilham conosco da mesma dor e de idêntica saudade.

Em nome do amor, não nos tornemos egoístas. Não nos isolemos, nem firamos ainda mais os que, ao nosso lado, aguardam pela migalha do nosso carinho, o sorriso da nossa ternura, nutrindo-se do nosso afeto.


Paz e Bem

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quarta-feira, 6 de março de 2013

Estrelinha Charlotte





★ 04/03/2013

Charlotte


Eu sou sua estrela

Quando você olhar para as estrelas a noite,
Você me verá brilhando, a estrela mais brilhante
que você puder ver
tenha certeza de que sou Eu!
Vou brilhar com toda a minha força, na esperança de
fazer o seu fardo mais leve.
Orando para que você não sofra e perceba, e com o tempo
acabará por ver que o que você fez por
mim é um libertar!
Meu corpo não pode vir quando você me chama, mais te sinto sempre perto de mim.
Nos sonhos você vai me sentir, talvez me veja,
ou um simples suspiro,
esse é o meu Amor sempre próximo.
Nas aberturas do Céu derramarei meu brilho sobre você,
para te avisar...
Quero te ver Bem!
Estou em Paz!

                                                           CSF

Saudades...


Andréa da Silva Campos


Estrelinha Bob





★ 04/03/2013

Bob

Hoje, ele partiu de tão velho. 
Ficou comigo apenas dois anos, mas o pouco que fiquei com ele foi o suficiente para ele me acompanhar. 
Foi encontrado na rua, perdido, quase cego. Eu o mandei entrar, dei banho e tirei todas as pulgas, a partir daí ele ficou aliviado, pois ganhara um novo lar. 
Ficou bonito, tomava banho no pet shop, mas o tempo passou, ficou velho, pois já estava velho, não sabia quem foi o seu dono, pois eu o encontrei perdido, ou abandonado e ele teve que deixar este mundo, pelo menos teve mais um breve período de vida, junto comigo. 
Adeus cachorrinho, que eu o apelidei de Bob. Fique com Deus, e os anjos te proteja, e obrigado por sua companhia aqui na terra. 
Sua alma vive e estará sempre comigo.
 Te amo muito. São Francisco o proteja e o acolhe. Adeus. 
Um grande beijo.


Maria José Gomes

Estrelinha Fofo





Fofo

Eu sou sua estrela

Quando você olhar para as estrelas a noite,
Você me verá brilhando, a estrela mais brilhante
que você puder ver
tenha certeza de que sou Eu!
Vou brilhar com toda a minha força, na esperança de
fazer o seu fardo mais leve.
Orando para que você não sofra e perceba, e com o tempo
acabará por ver que o que você fez por
mim é um libertar!
Meu corpo não pode vir quando você me chama, mais te sinto sempre perto de mim.
Nos sonhos você vai me sentir, talvez me veja,
ou um simples suspiro,
esse é o meu Amor sempre próximo.
Nas aberturas do Céu derramarei meu brilho sobre você,
para te avisar...
Quero te ver Bem!
Estou em Paz!

                                                                    CSF

Saudades...

Lourdes Muniz de Lima

terça-feira, 5 de março de 2013

PROCURA-SE LILO



PROCURA-SE LILO

ENCONTRADO!!!!

Vila Valqueire | Rio de Janeiro/RJ

Yorkshire, Feminino. Perdido dia 01/03/2013, no Vila Valqueire - Rio de Janeiro / RJ
Preto, atende pelo nome de Lilo.

Mais informações: Lilo saiu pelo portão de casa por volta de 08h da manhã do dia 01/03/2013. Não estava de coleira pois quando ela dorme tiramos. Quem achar ou tiver informações, pode ligar ou ir até a Locadora LOB, na Rua Ouro Branco, tel 21-3833-1108. Obrigada!

Contato: Monique dos Santos Torres
Email: monique0509@gmail.com
Telefone: (21)9465-4470
Telefone: (21)3269-7576
Site: https://www.facebook.com/monique0509


São Francisco misericordioso
Peço ajuda para encontrar este animal
O cão lilo
Com a plenitude de tua compaixão,
Não permita que ele seja cruelmente tratado,
Nem que permaneça em cativeiro.
Peço ajuda a São Francisco,
Padroeiro dos animais,
Que me ajude a encontrá-lo
Em qualquer lugar da terra.
Em nome de São Francisco
Que está presente em toda parte,
Guia-me com teus olhos,
Para que possa encontrá-lo.
Cuide para que o Lilo

Esteja a salvo!
Que assim seja,
Amém.

Sônia Almeida



PROCURA-SE PIPOCA



PROCURA-SE PIPOCA

Prezada Rejane,

É com pesar que comunico que meu gato Pipoca foi morar com as estrelinhas.

Fiquei sabendo que ele foi atropelado. Estou muito triste, mas tenho o consolo dos momentos que pude passar com ele, das brincadeiras que fizemos durante os 8 anos que estivemos juntos.

Fique em paz Pipoquinha, nunca vamos te esquecer.

Se puder, publique na sua seção "Saudades".

Obrigada,

Angela, Roque, Sophie e Yellow



Sumiu Av. da Aclimação com Turmalina, em São Paulo.
Cel. 11 - 97286-6133

São Francisco misericordioso
Peço ajuda para encontrar este animal
O gatão Pipoca
Com a plenitude de tua compaixão,
Não permita que ele seja cruelmente tratado,
Nem que permaneça em cativeiro.
Peço ajuda a São Francisco,
Padroeiro dos animais,
Que me ajude a encontrá-lo
Em qualquer lugar da terra.
Em nome de São Francisco
Que está presente em toda parte,
Guia-me com teus olhos,
Para que possa encontrá-lo.
Cuide para que o Pipoca

Esteja a salvo!
Que assim seja,
Amém.

Angela, Roque, Sophie e Yellow

segunda-feira, 4 de março de 2013

Estrelinha Polly





Polly

"Lindinha, passado 1 ano, não consigo hoje traduzir em palavras, tudo o que sinto
a saudade bate, dói
vem o reconforto, tudo o que passamos,
momentos únicos que ficarão eternamente marcados em meu coração!
Te amo e esteja bem onde estiver!"


Gabriella Duarte

Estrelinha Lucy





      18/05/2011
★ 27/02/2013

Lucy

Saudades minha filhota Lucy!

Filhota, mamãe já está sentindo muitas saudades de você.
Que você esteja nos braços de São Francisco de Assis.

Saudades eternas.

Mamãe Mariângela.


Estrelinha Dudu





Dudu

Que saudade de você meu Dudu...

Fabiane Klagenberg

Eu sou sua estrela

Quando você olhar para as estrelas a noite,
Você me verá brilhando, a estrela mais brilhante
que você puder ver
tenha certeza de que sou Eu!
Vou brilhar com toda a minha força, na esperança de
fazer o seu fardo mais leve.
Orando para que você não sofra e perceba, e com o tempo
acabará por ver que o que você fez por
mim é um libertar!
Meu corpo não pode vir quando você me chama, mais te sinto sempre perto de mim.
Nos sonhos você vai me sentir, talvez me veja,
ou um simples suspiro,
esse é o meu Amor sempre próximo.
Nas aberturas do Céu derramarei meu brilho sobre você,
para te avisar...
Quero te ver Bem!
Estou em Paz!

                                                                     CSF


Estrelinha Bethoven





Bethoven

Hoje Deus te chamou, quem diria que esse seria o seu grande dia.
Nas asas dos anjos você se foi, e teve o voo mais lindo e mais colorido como todo anjo merece.
O céu ganhou uma linda estrela, essa que brilha mais radiante que o sol.
Agora sabemos que você esta feliz, que anda e brinca igual a um bebe, esta cheio de vida e nos iluminará de onde estiver.

Seu destino foi vir parar no CCZ ?
Não sabemos !
Mas temos certeza que foi um imenso prazer conhecer você, e poder fazer parte da sua história foi um privilégio para todos nós.

Amamos você, e sempre lembraremos disso com muito carinho no coração ♥
Obrigada Bethoven !

Keké Flores

Pedido de homenagem feito por
Suzete Monteiro

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

E seguirão bem vivos, sempre...



HÁ ALGO MAIS... UM AMOR. UMA LUZ

Que calendário poderá marcar a eternidade do espírito?
As vidas passam, as eras se sucedem nos eons e eons de tempo, pessoas e espíritos vão e vêm, mas o que importa é sempre o que fica no coração, em Espírito e Verdade. E isso não se explica, só se sente...
Não é passado ou futuro, é presente de quem sente algo mais...
Um Amor. Uma Luz.
Ah, nada pode matar o espírito – nem o que é real.
Ao longo das diversas vidas, quantos corpos perecíveis ficaram para trás, na poeira do tempo?
E outros mais se seguirão, na longa fieira evolutiva pela qual os seres evolvem e se aprimoram no infinito...
Mas, o SER real é imperecível, eterno e autoluminoso, além de qualquer tempo ou condição. E nenhuma arma pode feri-lo!
É algo mais... Um Amor. Uma Luz.
Nenhuma tumba pode segurá-lo, pois o seu lugar é além do zimbório celeste – sim, o seu lar verdadeiro é muito além, no Grande Coração do Eterno, onde são forjadas as estrelas no fogo do Amor Divino.
Ah, os sentidos do corpo não percebem isso, mas, não há morte, de forma alguma!
A vida segue, além, e os espíritos também, algures...
Enquanto os corpos perecíveis retornam ao seio dos elementos terrestres para sua reciclagem planetária natural, o princípio espiritual, essência real e imperecível, voa pelo Invisível Imanente, de onde veio.
Porque há algo mais... Um Amor. Uma Luz.
E, por isso, as consciências espirituais continuam sua saga cósmica e eterna...
Sim, continuam... Bem vivos!
Ah, eles vivem! Eles vivem! Eles vivem!

P.S.:
O passado não pertence a ninguém.
Pois o que passou, passou mesmo...
E o futuro também não pertence a alguém.
Será o que tiver de ser...
Então, qualquer tipo de apego é inútil.
E ansiedade não faz o tempo passar mais rápido.
O que importa é o momento presente, sempre tempo de aprender...
Ah, o Amor é um estado de consciência.
E o agora é sempre! É algo mais... Coisa do coração.
Sim, algo mais... Um Amor. Uma Luz.

Dedicado aos mentores espirituais que há algumas noites me levaram fora do corpo para assistir à passagem final de um cachorro – da raça pastor alemão -, em uma clínica veterinária. Vi os estertores finais do animal e sua agonia para respirar, e o sofrimento dos seus donos diante da perda de seu companheiro fiel.
Mas vi, também, uma presença extrafísica elevada, sem forma humanóide - eu só via o seu olhar em meio a uma massa de luz viva -, que estava ali para dar suporte espiritual invisível. E senti o Amor que ela irradiva serenamente, além de um contentamento interno de estar no raio de ação de suas energias amistosas.
Então, irradiei energias pelas mãos extrafisicas e fiz uma prece ao Senhor da Vida, pelo bem de todos que ali estavam, humanos e animais.
Na sequência, quando o cão finalmente desencarnou, e o seu corpo ficou imóvel, tentei ver o seu corpo espiritual desprendendo-se de volta para casa, mas nada vi, somente o seu cadáver, que me dava a impressão de ser um boneco frio e duro.
E também vi os seus donos chorando e fazendo carinho no corpo abandonado, e também o veterinário, visivelmente constrangido com a situação, sem saber direito o que dizer para eles.
Como eu não vi nenhuma luz e nem o cão partindo para o “lado de lá”, olhei para aquela entidade amorosa, que me comunicou, pelo seu olhar lúcido e pacífico, que eu estava ali apenas para ajudar espiritualmente – e que, posteriormente, eu saberia mais sobre o caso.
E, hoje, enquanto eu escrevia essas linhas, um dos amparadores extrafísicos trouxe o cão aqui em casa. O animal estava tranquilo e brincando em volta dele. E ele não precisou me dizer nada, pois eu compreendi tudo.
Ah, como eu gostaria de dizer para os seus donos que ele está bem vivo e brincando com os espíritos, lá em cima, na Casa das Estrelas...
Sim, como eu gostaria que o Grande Arquiteto Do Universo fizesse esses escritos chegarem até eles, de alguma maneira.
Há algo mais... Um Amor. Uma Luz.

E os homens e os animais – e também todos os seres -, são centelhas vivas do Eterno. E seguirão bem vivos, sempre...

- Wagner Borges –
mestre de nada e discípulo de coisa alguma, agradecido ao Todo, por tudo.
São Paulo, 26 de junho de 2012.

Notas:
* Esse texto fará parte de um novo livro sobre vida após a morte que publicarei daqui a alguns meses (com diversos textos alusivos à temática da imortalidade da consciência).
Fonte: http://www.ippb.org.br/


Paz e Bem


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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Estrelinha Pituka





★ 19/02/2013

Pituka

No dia 19.02.2013, tomei a decisão mais difícil de minha vida, pedi para terminarem com o sofrimento da minha querida Pituka, ela iria completar 9 anos no próximo dia 17 de março, mais infelizmente não estará presente ao meu lado. 
Peço perdão a Deus e principalmente a ela por essa decisão, espero que ela tenha me compreendido. A Pituka me trouxe só amor, carinho compreensão e muitas alegrias.
Ela sempre foi desde filhote muito frágil, eu nunca medi esforço , tempo e dinheiro para tratar dela. Em março de 2012 ela teve pancreatite passou muito mal, cuidamos, tomou muitos remédios, exames, felizmente ficou mais um ano comigo, agora durante o carnaval fizemos mais alguns exames e descobrimos que ela estava com um grave problema no coração, aumento do fígado e deficiencia respiratória. 
Eu não sei explicar mais diante de tudo isso ela estava aparentemente bem... mais novamente o destino nos pregou uma peça, ela já era ceguinha também, havia mais ou menos 2 anos... na madrugada de segunda feira dia 18 de fev. ela sofreu uma queda horrível e fraturou sua coluna , o pior diagnóstico que ela poderia ter. 
Cuidamos, internamos, mais eu havia prometido para ela que nunca a deixaria sozinha e fui na clínica buscá-la e a levei para veterinária que sempre cuidou dela. 
Já cheguei com a decisão tomada, conversei com a médica e aplicou-se a injeção na minha bebê.
Ela ficou calma, tranquila, não a deixei partir sozinha, fiquei a seu lado o tempo todo.
Pedi muito perdão para ela e a Deus. 
Agora ela descansa feliz, sem dor , sofrimento e cegueira.
Descanse e seja feliz, porque aqui você me fez uma pessoa melhor e muito, muito, muito feliz também.
Perdoe a mamãe, sinto muito sua falta.
bj no seu coração.

Mamãe Elaine

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Estrelinha Kiko





      15/03/2006
★ 20/02/2013

Kiko

"Há momentos na vida em que nosso coração se despedaça, momentos em que a luz se apaga, e a saudade, a dor, tomam conta do nosso coração de profundos sentimentos de pesar. Mas Jesus enxugará todas as lágrimas e não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor.Tudo isso passou para sempre e tornarão alegria, pois hoje onde há saudade amanhã haverão rostos felizes pelo reencontro. Eternas saudades de nós que para sempre iremos te amar, Kiko, cãozinho amado permaneça em paz com todo o nosso amor. amém."

Larissa Catelan

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Eutanásia Animal



Eutanásia Animal

(Respostas dadas por Marcel Benedeti, publicadas no site Comunidade Espírita.)

P: O que você pensa da eutanásia aplicada nos animais?

R: Acredito na eutanásia como meio de aliviar-lhes um sofrimento que não se pode aliviar com os métodos terapêuticas convencionais. Mas note que não há restrições desde que seja praticado por um profissional devidamente apto, ou seja, um médico veterinário que, segundo a legislação e segundo a recomendação do próprio Emmanuel, mentor de Francisco Cândido Xavier, é a única pessoa capaz de avaliar esta necessidade. O veterinário também é a única pessoa habilitada a manipular as substâncias próprias deste procedimento com segurança, de modo brando e sem sofrimento. Ele usará uma anestesia que tirará a consciência do animal e provocará uma sedação para, em seguida, aplicar uma outra substância capaz de provocar a parada cardíaca.

A interrupção da vida de um animal por qualquer motivo que seja e não vise ao alívio de algum sofrimento recebe outro nome: assassinato. Tirar a vida de um animal futilmente é motivo de condenação nossa e certamente teremos de responder por atitudes como esta posteriormente.


P: Sou veterinária e tenho uma dúvida importante. O que fazer quando aparece um animalzinho doente, sofrendo em fase terminal. Posso fazer eutanásia ou não, segundo a visão espírita?

R: Para os animais não é levada em grande consideração a Lei de causa e efeito como é para os seres humanos. Para nós é importante que vivamos cada segundo até o derradeiro, mas para os animais esta lei não exige deles retratações e pagamento de dívidas, porque eles são como crianças. Não podemos cobrar de uma criança a atitude ou responsabilidade de um adulto. Os animais vivem no mundo físico para adquirir experiências de vida que contribuam para esta evolução e como eles não possuem tais débitos elevados com aquela Lei, a eutanásia, quando os animais estão passando por casos extremos de sofrimento, não havendo como se recuperar desta dor, tendo sido tentados todos os meios conhecidos e possíveis de amenizar-lhe tal sofrimento, é um método terapêutico. Interrompemos uma vida de sofrimento para que renasçam em um novo corpo sadio e completo para retomar as suas experimentações.

A eutanásia já está nos planos dos Espíritos superiores que cuidam dos animais e que a incluem como meio de aliviar-lhes os sofrimentos.


P: Fale sobre eutanásia praticada por veterinários, às vezes a pedido do dono do animal.

R: A eutanásia é um último recurso usado para aliviar o animal de um sofrimento do qual não se recuperará e não um meio de os donos descontentes de se livrarem de um incômodo. Se for retirada a vida de um animal sadio por simples comodidade dos que querem se livrar de seu animal, por ser velho ou por ser imperativo, por exemplo, neste caso não se falará em eutanásia, mas, sim, em assassinato. Não se pode tirar a vida de uma pessoa ou animal por simples comodidade. O veterinário consciente de suas obrigações, como médico, não deveria aceitar proceder a eutanásia a pedido dos donos, a menos que concorde que não haja tratamentos que possam recuperá-lo do sofrimento. O médico veterinário, após passar anos pelos bancos de faculdades, sabe avaliar a necessidade ou não de se proceder à eutanásia. Os donos podem até mesmo cogitar da possibilidade, mas é o veterinário quem dirá se é ou não válida esta prática em um caso específico. Proceder à eutanásia por comodismo ou por simples meio de obter vantagens financeiras é condenável.




P: Eu gostaria de saber o que acontece a um cão que falece por eutanásia.

R: Quando um animal falece, seu Espírito é amparado por espíritos encarregados de encaminhá-lo aos locais adequados no Plano Espiritual. Não importa se falecem naturalmente ou por eutanásia, eles são igualmente assistidos e amparados pelas equipes espirituais. Quando um veterinário procede à eutanásia, ele usa anestesia geral para que, perdendo a consciência e dormindo profundamente, o animal se desligue parcialmente do corpo. Em seguida a equipe espiritual, que se encarrega deste animal, procede aos desligamentos complementares deste corpo para que seu corpo espiritual separe-se de modo definitivo, enquanto o espírito do animal mantém-se também inconsciente naquela outra dimensão. Então, além do desligamento parcial criado pela anestesia, há o desligamento complementar promovido pelos espíritos. Logo após, o veterinário, aplicando alguma substância letal, consegue provocar uma parada cardíaca no corpo físico. Neste momento o espírito do animal já não se encontra mais ligado a ele. Portanto, deste modo não há sofrimento nem dor neste procedimento.




P: Tive de sacrificar uma pastora de 13 anos que estava com câncer, mas isso me pesou muito. Fiquei triste e até arrependida. Queria saber se ela sofreu muito com este procedimento e como é a vida espiritual dos animais.

R: Quando o animal sofre muito em função de alguma enfermidade degenerativa que não poderá ser curada com os meios terapêuticos disponíveis e o sofrimento já se configurou como algo insuportável, o melhor é a eutanásia, que é uma conduta terapêutica que visa aliviar o sofrimento. Por meio dela são feitas aplicações de substâncias que provoquem uma parada respiratória e cardíaca. No entanto isso somente é feito após a aplicação de um sedativo potente que desconecte a consciência do animal da realidade, para que não sofra no momento em que a substância letal esteja agindo. Este procedimento apenas pode ser feito por um médico veterinário, da maneira mais adequada e para que não haja sofrimento ao animal. O animal e o médico que age neste sentido nunca estão sozinhos. Sempre há uma equipe espiritual acompanhando os procedimentos de eutanásia visando a um retorno tranquilo dos animais ao mundo espiritual, onde serão preparados para a nova experiência que se seguirá, em outra reencarnação que lhe será oferecida.

Uma vez entrando na dimensão espiritual, são assistidos de perto e acompanhados com toda a atenção possível, e seu retorno poderá ocorrer rapidamente ou não.

O espírito não sente dor nem sofre como sofria quando encarcerado no corpo físico. Estando livre do físico, a recuperação da saúde é imediata.




P: Meu cachorrinho sofria de insuficiência renal crônica, um tumor no testículo e inflamação crônica na coluna. Decidimos pela eutanásia, mas me sinto culpada desde que vi seu corpinho sem vida. Queria saber se o Espírito dele já está livre das dores que o corpo terreno lhe proporcionava. Queria ter certeza de que ele está bem e feliz.

R: As equipes espirituais, que se encarregam dos animais, se esmeram em evitar que sofram desnecessariamente. Quando desencarnam, eles imediatamente se vêem livres das dores que lhes provocavam sofrimento. Eles são tratados de modo a eliminar as dores e corrigir as formas corporais e fisiologia corporal (do corpo espiritual) antes de serem enviados à reencarnação ou trabalhos voluntários ao lado dos Espíritos. Quando encaminhados à reencarnação, seus corpos são reconstituídos e preparados para a miniaturização que antecedem ao retorno ao mundo físico. Neste processo, todo o sofrimento evidente nos momentos que antecederam o desligamento (em decorrência da própria enfermidade) desaparece para dar lugar a um corpo, sadio e perfeito em que não há mais dores e sofrimento. No entanto, no caso de morte provocada sem as devidas providências preventivas (provocada por algum leigo e não por um veterinário), as consequências são diferentes. Quando no desligamento não foi usada anestesia e substâncias tóxicas causaram lesões ao corpo espiritual, as equipes espirituais têm mais trabalho em recuperar a saúde do animal lesado e o sofrimento é maior também. E prolonga-se porque o desligamento entre o corpo físico e o espiritual é mais lento. Neste caso o animal mantém a consciência por mais tempo, permanece ligado ao corpo físico por mais tempo, mas mesmo assim o alívio é imediato quando as equipes o desligam em definitivo. Então, em geral, são tornados inconscientes e permanecem em estado de suspensão. Algumas vezes têm permissão para ficar acordados durante o processo de desligamento e após também. Uma vez desligados, o sofrimento desaparece e a felicidade toma o lugar da dor.

Se a eutanásia foi feita por uma pessoa que evitou a dor, então ele nada sentiu e somente encontrou a felicidade no outro lado da vida.


Paz e Bem


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