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.ღ Saudade lembrada, saudade sentida, saudade hoje e para o resto da vida...saudade eterna! ღ

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ღ NO MOMENTO AS HOMENAGENS ESTÂO SUSPENSAS! Abraços fraternos!

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As homenagens são publicadas conforme a disponibilidade de tempo. Se ela chegar sem foto e mensagem não poderei publicar. As homenagens são publicadas conforme a ordem de chegada no e-mail.

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ღ NO MOMENTO AS HOMENAGENS ESTÂO SUSPENSAS! ABRAÇOS FRATERNOS!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Death is nothing at all. (A morte realmente não é nada)



"Death is nothing at all".
Henry Scott Holland
(1847-1918)


Death is nothing at all.
I have only slipped away into the next room.
I am I and you are you.
Whatever we were to each other,
that we still are.
Call me by my old familiar name.
Speak to me in the easy way
which you always used.
Put no difference in your tone.
Wear no forced air of solemnity or sorrow.
Laugh as we always laughed
at the little jokes we enjoyed together.
Play, smile, think of me, pray for me.
Let my name be ever the household word
that it always was.
Let it be spoken without affect,
without the trace of a shadow on it.
Life means all that it ever meant.
It is the same that it ever was.
There is absolutely unbroken continuity.
Why should I be out of mind
because I am out of sight?
I am waiting for you,
for an interval,
somewhere very near,
just around the corner.
All is well.


"A morte não é tudo".


"A morte não é tudo.
Não é o final.
Eu apenas passei para a sala seguinte.
Nada aconteceu.
Tudo permanece exatamente como foi.
Eu sou eu, você é você,
e a antiga vida que vivemos tão
maravilhosamente juntos permanece
intocada, imutável.
O que quer que tenhamos sido um para o outro, ainda somos.
Chame-me pelo antigo apelido familiar.
Fale de mim da maneira que sempre fez.
Não mude o tom. Não use nenhum ar solene ou de dor.
Ria como sempre fizemos das piadas que desfrutamos juntos.
Brinque, sorria, pense em mim, reze por mim.
Deixe que o meu nome seja uma palavra comum em casa, como foi.
Faça com que seja falado sem esforço, sem fantasma ou sombra.
A vida continua a ter o significado que sempre teve.
Existe uma continuidade absoluta e inquebrável.
O que é esta morte senão um acidente desprezível?
Porque ficarei esquecido se estiver fora do alcance da visão?
Estou simplesmente à sua espera,
como num intervalo, bem próximo,
na outra esquina. Está tudo bem!"


O texto é a tradução de um poema de 1910.
Ele foi escrito pelo padre e poeta inglês,
Henry Scott Holland para o sermão da missa
de morte do rei Eduardo VII, em 1919.

Reflexões sobre a eutanásia


"Animais nossos companheiros",
da Drª Irvênia Prada
Eutanásia!

(trecho do texto)

Quantas vezes esse assunto vem à tona, quando se está diante de um animal em sofrimento intenso.

Sacrificar ou não sacrificar!

Será melhor para ele, acabar com o seu sofrimento? Como vamos saber?

Se isso fosse tão simples, a conduta também seria válida para o homem. Mas, sabemos que não o é. Basta lermos Obreiros da Vida Eterna, de André Luiz.

Por uma questão de bom-senso, concluímos que também não deve ser válida em relação aos animais.

Sei que existem situações muito difíceis, extremas mesmo.

Certa vez uma aluna contou-me que, em extensa fazenda no Mato Grosso,
um cavalo rolou o barranco e quebrou o pescoço. Estavam muito longe da
sede e não tinham como transportar o cavalo. Para não deixá-lo ali, sozinho,
morrendo inclusive de sede, optaram por sacrificá-lo.

Respeito que essa foi a atitude que julgaram ser a melhor, no momento.

Mas, o que se vê por aí é lamentável! Animais companheiros de anos e anos,
de repente são "descartados" pelos motivos mais variados e fúteis: mudou-se
de casa para apartamento, o animal está com urina solta, ou ficou paralítico,
está velho, queremos comprar outro para por no lugar, etc.

Como referiu Konrad Lorenz em Transcomunicação Instrumental relatada
por Sônia Rinaldi na Folha Espírita de dez./92, "Às vezes nos envergonhamos
de ter vivido como ser humano na Terra (referindo-se à matança de animas
na Guerra do Golfo).

Muitas vezes as pessoas me perguntam sobre seus animais velhos ou doentes: - Sacrificar ou não? Sempre respondo lembrando-me de uma página de Emmanuel intitulada "Quanto Puderes", em que recomenda: "Quanto puderes, não te afaste do lar .... Quanto te seja possível, suporta ... Quanto estiver ao teu alcance, tolera ... , etc.". Assim, digo: Quanto puder, quanto lhe seja possível, quanto estiver ao seu alcance, faça opção pela vida. Vale a pena!

O caso de nossa cachorra Nãna foi muito difícil.

Ela veio aqui para casa, com mais ou menos um mês de vida, e em fase terminal de cinomose, uma das piores doenças que acometem cães. Foi abandonada no pátio da Faculdade de Veterinária da USp, aqui em São Paulo, e Cristiana, uma de minhas filhas, a encontrou.

Mil cuidados com a Nãna.

Cuidados médicos, espirituais e afetivos. Para surpresa de todos, ela sobreviveu.

Algumas seqüelas persistiram. Ela ficou com uma escoliose
(coluna vertebral torta para um lado), uma mioclonia (uma perninha,
de trás ficava o tempo todo em movimento) e também enxergava pouco.

E se isso não bastasse, passados uns meses ... convulsões.
A Nãna estava epilética!

Mas, tudo bem! Também nos animais as crises convulsivas são
evitadas com medicação diária. E, assim, a situação ficou sob controle.

Num fim de ano, fomos para o interior e deixamos a Nãna, durante três dias,
aos cuidados de uma pessoa que estava acostumada com ela e
com a sua bateria de medicamentos diários.

Nãna voltou com carrapatos ...

E eu pensei comigo: do jeito que a Nãna é complicada, só falta ela
"pegar"alguma doença (transmitida por carrapatos).

"Pegou"!

Passaram-se uns dias e ela começou a mostrar icterícia e outros sintomas.

Apesar do tratamento, sobreveio um derrame cerebral intenso, e a Nãna ficou completamente paralítica. Só mexia a pontinha das orelhas,
os olhos e os bigodinhos.
Montamos, em nossa copa/cozinha, uma verdadeira UTI e cuidamos dela,
nessas condições, durante quase sete meses.

Em nossas preces, pedíamos aos espíritos que a ajudassem -
Konrad Lorenz e outros espíritos zoófilos.

Até hoje, quando lembramos do quanto essa Nãna sofreu,
questionamos se não teria sido melhor, para ela, a eutanásia.

Quem vai saber!

Como aqui em casa, nossa postura é a de sempre optar pela vida,
foi o que fizemos com você, Nãna, e com todos os animais atropelados,
sarnentos ou abandonados que de uma forma ou de outra vieram até nós.

O quanto enriqueceram nossas vidas supera de muito o que fizemos por vocês.

Ao longo dos anos, quanto pude aprender!

Vocês é que despertaram minha sensibilidade para os valores fundamentais
da vida, onde quer que ela se manifeste.

De quanta coisa me arrependo!

Na ciência, somos levados a posturas equivocadas, de "frieza profissional".

Quanta bobagem, quanta omissão!

Quanto sofrimento impingimos a esses pobres seres que se amontoam
nos laboratórios, à mercê de tudo e de todos.

E a gente, na "santa" ignorância, vai entrando no esquema ...
Felizmente, todo sono tem seu despertar e hoje é bem acordada
que peço perdão a todos os animais que prejudiquei ou não pude ajudar.

Felizmente, também a vida me colocou no contato com eles, em
oportunidades de aprendizado para enxergar a beleza da criação
e respeitar a todos.

E para nós, enquanto humanidade, que histórica e egocentricamente
sempre nos colocamos como seres excelsos, a quem tudo o mais na
natureza devia se curvar e servir, abre-se a maravilhosa compreensão
de que somos parte integrante desse imenso Universo, rede cósmica
de interligações que comprometem as menores partículas, inclusive
as de que somos formados.

Não estamos mais sozinhos no topo da pirâmide aristotélica pois
entendemos, agora, nossa participação no todo e a do todo em nós.
Somos hoje yin e yang, razão e intuição. Cultivamos a Ciência e
queremos merecer a Poesia. Afinal, como já ouvi de nosso querido
confrade Hermínio C. Miranda, a Ciência é para os que estão aprendendo e,
a Poesia, para os que já sabem.

Um dia chegaremos lá!

Irvênia Prada


*Irvênia dos Santis Prada é médica veterinária pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado e doutorado em anatomia animal. Professora titular em Anatomia Animal desta mesma instituição, e docente da Pós-Graduação na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo, onde recebeu o título de Profa. Emérita. É estudiosa do assunto “Interação Cérebro-Mente” dos animais e palestrante espírita, há mais de 30 anos.


Fonte: http://www.comunidadeespirita.com.br/animais/questaoespiritual/os%20animais%20nosso%20companheiros.htm

Prece para nossos animais de estimação



Prece para nossos
animais de estimação

Oh Senhor, em Sua infinita sabedoria quando o Senhor criou o Universo
nos abençoou com todas as criaturas vivas. Em especial, agradecemos-lhe
por nos dar em nossos animais de estimação que são Nossos Amigos tantas
alegrias na vida.
Por muitas vezes, a presença deles nos ajuda em situações difíceis.
Abençõe meu AMIGO e que meu animal de estimação possa continuar trazendo-me felicidade e me lembrando de
Sua Presença e Força.

Que nós possamos perceber o quanto nossos animais de estimação precisam de cuidados, de carinho e proteção, e, que nesta percepção, possamos compartilhar Seu Amor por todas as criaturas.
Ilumine a todos para que possamos preservar todas as espécies em perigo de extinção para que continuemos a desfrutar todas as SUAS criaturas.

Agradecemos ao SENHOR
e ao protetor de todos os animais São Francisco Assis
AMÉM.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

SAUDADES DE UM VERDADEIRO AMIGO



SAUDADES DE UM VERDADEIRO AMIGO

A força da nossa amizade vence todas as diferenças…
Aliás… para que diferenças se somos amigos?
Quando erramos… nos perdoamos e esquecemos
Se temos defeitos… não nos importamos…
Trocamos segredos…
e respeitamos as diferencas…
Nos amparamos…
nos defendemos…
sem pedir…
fazemos porque nos sentimos felizes em fazer…
Nos ajudamos… .
Nos mostramos amigos de verdade,
Nos aceitamos , sem querer mudanças…
Estamos sempre presente,
não só nos momentos de alegria,
compartilhando prazeres,
mas principalmente nos momentos mais difíceis…
Como agora, sinto você bem perto...
Eu e vc lado a lado ate o fim...
A força da nossa amizade vence a distância...
Te amo meu amigo!

SEMPRE JUNTOS LADO A LADO
PARA SEMPRE
MESMO SEPARADOS

Estrelinha San

✰ 13/09/2010

San

Minha Estrelinha
Minha querida e amada San,
Hoje vai brilhar no céu.
Como uma estrela maior.
Saudades...

Ana Maria




domingo, 12 de setembro de 2010

Oração do cachorro













Conservai, ÓH! SENHOR, o coração dos meus donos sempre jovens e repletos deste constante espírito brincalhão que eu possuo!
Fazei com que continuem sendo bons homens da mesma maneira que sou um bom cachorro!
ÓH! SENHOR, fazei, enfim, que meus donos sejam eternamente dignos de mim, seu cachorro, sempre.

http://blog.cancaonova.com/fotosquefalam/?p=1491

Haig, um Buldogue Inglês



Haig, um Buldogue Inglês
O Túmulo do Cão da Casa
Robinson Jeffers


Minha vida mudou um pouco; agora não posso
Correr com você na praia aos finais de tarde,
Exceto em um tipo de sonho; e você, se sonhar por um momento,
Lá poderá me ver.
Então deixe por um tempo as marcas de patas na porta da frente
Onde eu costumava arranhar pedindo para entrar ou sair,
E que você logo abria; deixe no chão da cozinha
As marcas da minha vasilha de água.
Não posso deitar-me perto do seu calor como costumava
Na pedra quente,
Nem ao pé de sua cama; não, durante toda a noite
Eu me deito sozinho.
Mas seu pensamento gentil deu-me menos que sete palmos
Diante de sua janela onde a luz do fogo tão freqüentemente brinca,
E onde você se senta para ler — e temo que sofre por mim —
Toda noite sua luz ilumina o meu lugar.
Vocês, homem e mulher, vivem tanto tempo, é difícil
Pensar em vocês morrendo um dia
Um cachorrinho ficaria cansado de viver por tanto tempo.
Espero que quando vocês estiverem deitados sob
A terra como eu, suas vidas pareçam
Tão boas e alegres quanto a minha.
Não, queridos, isto é esperar demais: vocês não são tão bem cuidados
Quanto eu o fui.
E nunca conheceram a apaixonada e indivisível
Fidelidade que eu conheci.
Suas mentes são talvez muito ativas, muito ocupadas...
Mas para mim vocês eram verdadeiros.
Vocês nunca foram donos, mas amigos. Eu era amigo de vocês.
Eu os amei muito, e fui amado. Amor profundo permanece
Até o final e muito além dele. Se é o meu fim,
Não estou sozinho. Não estou com medo. Ainda sou de vocês.


http://www0.poemhunter.com/robinson-jeffers/poems/

sábado, 11 de setembro de 2010

Oração á Deus por nossos Anjos



ORAÇÃO

“Senhor, receba em tua casa os nossos queridos anjos,

e que sendo eles criaturas por Ti idealizadas,

compartilhem com os demais seres a vida eterna.

Dai-nos ainda paz , esperança e conforto

para prosseguirmos em nossas vidas

enquanto aguardamos o dia de um feliz reencontro.”



AMÉM!

Partida de um amigo


Partida de um amigo

Quando alguém parte, fica muita coisa.
Esperava, ingenuinamente, que nada ficasse, porém,
às vezes, fica muito mais do que poderia pensar.

É como que digitais invisíveis,
mas sensíveis a olhos atentos.
Olhos que deverão se acostumar com o que foi,

olhos que deverão se acostumar com o que ficou
e ficou tanto, embora tanto e nada se abracem
de uma forma que se apresentam aparentemente inseparáveis.

Fica a falta mais presente e evidente,
ficam lugares que não mais serão ocupados como eram,
ficam vozes perdidas em corredores escuros,

fica a lembrança do afago,
ficam quartos desocupados
e histórias separadas,

fica tudo,
fica nada,
fica tudo e nada e mais alguma coisa,
fica a dor do adeus,
a lágrima depois da despedida,
a temerária constatação de que nada será como antes,

ficam objetos encantados pela essência ausente
de alguém que habitou aquela casa com você
e fica, em suma, um gostinho de morte nas papilas gustativas e no coração.

Narciso

http://narcisoanidrico.blogspot.com/2007/

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

5 minutos



5 minutos
Rui Maroja

Olá pessoal.
Vou contar uma história real que aconteceu comigo.
"Dia 7 de fevereiro de 2010, estava fazendo meu 20º aniversário, nesse dia dormi na casa de minha namorada e resolvi acordar mais cedo para vir para a minha casa, quando cheguei na portaria do prédio vi 3 crianças ao redor de um animal que mais parecia um ratinho, ai cutuquei minha namorada e brinquei,
- olha aquele rato nem tenta fugir!
só que quando cheguei mais perto vi que não era um rato, e sim um gatinho que tinha acabado de ser abandonado dentro de uma sacola plástica em baixo de uma arvore, ele tinha menos de 12 horas de vida, ainda estava com o cordão umbilical e de olhos fechados.
Quando vi aquilo me bateu uma tristeza muito grande, e me perguntei como alguém consegue fazer isso com um animalzinho tão indefeso?
Para mim não teve como deixá-lo lá, pedi para a minha namorada subir no apto e pegar uma caixa de sapato e um pouco de leite, quando ela voltou na portaria com a caixa e o leite demos as primeiras gotas de leite para ele ( num conta gotas de Sorine), depois que o tempo foi passando o gatinho foi crescendo e acabamos descobrindo que não era um gatinho e sim uma gatinha,
então mais problemas,
temos que mudar o nome, hahaha,
ele não se chamaria mais Thor, e sim LUA.
Nos deu muito trabalho cuidar de uma gatinha com tão pouco tempo de vida, eu e minha namorada acordávamos pelo menos umas 6 vezes de madrugada para poder alimentá-la (com leite NAM),
mas a coisa mais linda do mundo foi quando ela completou seu 10º dia de vida, que ela começou a abrir os olhos, ai reparei de vez que valeu todo o nosso esforço para SALVAR UMA VIDA!
Essa semana ela completará 7 meses de VIDA E ALEGRIA ao nosso lado.

E o que o assunto de 5 minutos tem a ver com essa história?
Tem haver que a partir desse dia, comecei a conversar com muitas pessoas que adoram animais e conversava em média 5 minutos com cada uma, e convenci muitas pessoas a não comprarem mais animais.

POR QUE AMIGO NÃO SE COMPRA, AMIGO SE CONQUISTA!

E a maioria das pessoas com que eu conversava, eu contava a história da LUA.
Agradeço a quem passar essa história a diante.

LUA TE AMO MINHA GATA VIRA-LATA.

Esta é a Lua



Rui Maroja

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Parabens Amados Veterinários!




Dia do Veterinário

Profissionais dedicados
Dos animais muito amigos
Conhecem a sua realidade
E também quando estão em perigo
Não tem gato ou papagaio
Periquito ou cachorro
Todos são seus pacientes
E tratados como gente
Como amor e afeição
Carinho e muita atenção.

Cuidando dos nossos "bichinhos"
Eles também cuidam de nós
Pois quando os vemos sadios
Ficamos felizes também

É uma profissão linda
E também abençoada
E a sua clientela
É um pouco complicada
Pois não sabem falar
Muito menos escrever
Mas nem por isso eles deixam
De se fazer compreender.

Parabéns veterinários
Pela sua profissão
Pelo seu dom divino
E a sua dedicação.

Autora: Sandra Mamede

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

DIA DO VETERINÁRIO - 09 de setembro




Oração do Veterinário


Senhor, perante o altar da minha consciência neste templo
universal com a alma ajoelhada, venho pedir-te:
A força para doar meus conhecimentos profissionais de Médico Veterinário
em prol da salvação e do bem-estar da vida animal.
A graça de compreender a responsabilidade e o privilégio
que me é concedido de promover o convívio fraterno
entre os homens e demais espécies.
A correção das minhas atitudes.
Que eu ame, socorra e alivie os animais, nossos irmãos menores,
como faria ao ser humano.
Afastai do meu coração a cobiça e a mesquinhez.
Que eu tenha compaixão, caridade e respeito por tudo que criastes.

Amém

Abraços aos nossos amigos Veterinários
Capelinha de São Francisco
Memorial e Comunidade

terça-feira, 7 de setembro de 2010

SAUDADES DE NOSSOS QUERIDOS


SAUDADES DE NOSSOS QUERIDOS
QUE FORAM PARA OUTRAS MORADAS DE DEUS
REFLETINDO

Na terra, quando perdemos a companhia de seres amados, ante a visitação da morte
sentimo-nos como se nos arrancassem o coração para que se faça alvejado fora do peito.
Ânsia de rever sorrisos que se extinguiram, fome de escutar palavras que emudeceram.
E bastas vezes tudo o que nos resta no mundo íntimo é um veio de lágrimas estanques, sem
recursos de evasão pelas fontes dos olhos.
Compreendemos, sim, neste OUTRO LADO DA VIDA, o suplicio dos que vagueiam entre as paredes
do lar ou se mobilizam no espaço exíguo de um túmulo, indagando porquê...
Se varas semelhantes sombras de saudade e distância, se o vazio te atormenta o espírito,
asserena-te e ora, como saibas e como possas, desejando a paz e a segurança dos entes inesquecíveis que te antecederam na Vida Maior.
Lembra a criatura querida que não mais te compartilha as experiências no Plano Físico, não por pessoa que desapareceu para sempre e sim à feição de criatura invisível, mas não de todo ausente. Os que rumaram para outros caminhos, além das fronteiras que marcam a desencarnação, também lutam e amam, sofrem e se renovam. Enfeita-lhes a memória com as melhores lembranças que consigas enfileirar e busca tranqüilizá-los com o apoio de tua conformidade e de teu amor.
Se te deixas vencer pela angústia, ao recordar-lhes a imagem, sempre que se vejam em sintonia mental contigo, ei-los que suportam angústia maior, de vez que passam a carregar as próprias aflições sobretaxadas com as tuas.
Compadece-te dos entes amados que te precederam na romagem da Grande Renovação.
Chora, quando não possas evitar o pranto que se te derrama da alma; no entanto, converte quanto
possível as próprias lágrimas em bênçãos de trabalho e preces de esperança, porquanto eles todos
te ouvem o coração na Vida Superior, sequiosos de se reunirem contigo para o reencontro no
trabalho do próprio aperfeiçoamento, à procura do amor sem adeus.

Emmanuel

A Story of the Rainbow Bridge



E que acontece aos errantes que não foram especialmente amados por ninguém? Atravessam eles a Ponte do Arco-Íris?
Versão portuguesa: Gatos Livres
 
Contrariamente à maioria dos dias na Ponte do Arco-Íris, aquele dia entardeceu frio e cinzento, húmido como um pântano, e o mais banal que se pode imaginar. Os que tinham acabado de chegar não sabiam que pensar, pois nunca tinham vivido um dia como aquele. Mas os animais que haviam esperado pelos seus amados donos sabiam exactamente o que se estava a passar e começaram a reunir-se no caminho que conduzia à Ponte do Arco-Íris para observarem.
Passado pouco tempo, viram um animal velho, de cabeça baixa e arrastando a cauda. Os outros animais que estavam ali há mais tempo já sabiam qual era a sua história por terem visto aquilo acontecer muitas e muitas vezes.
O velhinho aproximou-se devagar, manifestamente em grande sofrimento moral, mas sem indícios de ferimentos.
Contrariamente aos outros animais que aguardavam junto à Ponte do Arco-Íris,
este não tinha recuperado a saúde nem as forças. À medida que se aproximava da Ponte, observava todos os que o observavam.
Sabia que não estava no sítio certo e que, quanto mais depressa pudesse atravessar, mais feliz seria. Mas, quando se aproximou da Ponte, foi-lhe barrado o caminho por um Anjo que, pedindo-lhe desculpas, lhe disse que não podia passar. Apenas os animais acompanhados pela família podiam atravessar a Ponte do Arco-Íris.
Sem saber para onde ir, o animal regressou aos campos aquém da Ponte e viu um grupo de outros animais como ele, igualmente velhos e doentes. Não estavam a brincar, estavam apenas deitados na relva, fixando desesperadamente o caminho que conduzia à Ponte do Arco-Íris.
Então, juntou-se a eles, à espera,
de olhos fixos no caminho.
Um dos animais que chegara recentemente à Ponte do Arco-Íris não percebia
aquilo a que estava a assistir e pediu a outro que lá vivia já há algum tempo que lhe explicasse o que se passava.
"Sabes? O pobre animal vivia num refúgio. Entrou para o refúgio tal como o vês, velho, com o pêlo baço e os olhos enevoados. Nunca conseguiu sair do refúgio e deixou a existência terrestre tendo apenas como reconforto o amor de um voluntário.
Como não teve família que o amasse,
não tem ninguém para atravessar com ele a
Ponte do Arco-Íris."
O primeiro reflectiu nestas palavras
durante um minuto e perguntou:

"E que vai acontecer agora?"

Quando ia ouvir a resposta,
as nuvens afastaram-se subitamente e a escuridão levantou-se.
Alguém se aproximava da Ponte. Então, todo um grupo de animais mais velhos foi subitamente banhado por uma luz dourada, ficando jovens e saudáveis de novo,
tal como o tinham sido no apogeu da vida.
"Observa", disse o segundo animal.
Um segundo grupo de animais entre aqueles que esperavam abeirou-se do caminho e inclinou-se à medida que a pessoa se aproximava. Esta acariciou cada cabeça curvada e fez a cada um festinhas por detrás das orelhas. Os animais restabelecidos puseram-se em fila e seguiram-na em direcção à Ponte do Arco-Íris, que atravessaram juntos.
"Que aconteceu?"
"Era o voluntário de um refúgio. Os animais que viste inclinados em sinal de respeito foram os que encontraram novos lares devido ao trabalho desse voluntário. Atravessarão a Ponte quando as suas novas famílias chegarem. Os que viste recuperados são aqueles que nunca encontraram família. Quando chega um voluntário, é-lhe permitido fazer um último acto de salvamento.
É-lhe permitido atravessar
a Ponte do Arco-Íris com os pobres animais para os quais não pôde encontrar
família na terra.
"
"Acho que gosto dos voluntários",
disse o primeiro.
 "Deus também", foi a resposta
A Story of the Rainbow BridgeOriginal em língua inglesa em http://groups.yahoo.com/group/lovedachs/.
Esta história é dedicada a todos aqueles que salvaram um animal sénior.

Versão portuguesa: Gatos Livres,
em homenagem a todos os animais errantes e a todos aqueles que lutam por eles.

domingo, 5 de setembro de 2010

Oração de despedida aos nossos peludinhos



DESPEDIDA CARINHOSA AOS ANIMAIS DE
ESTIMAÇÃO

ORAÇÃO
Descanse nos braços amorosos da Mãe Narureza.
Que ela acolha o seu corpo e acalente a sua alma na morte,
como em vida voce foi amado e acolhido.
Voce passou por todas as estações da vida.
Na promavera, era um filhotinho,
cheio de vida, energia e curiosidade,
e foi crescendo dia após dia.
No verão, chegou à juventude,
explorando, brincando e aprendendo;
aprendeu a amar sua família humana
e a se adaptar aos ritmos da vida.
Dos dias wquentes de verão
ao fescor e amadurecimento do outono,
voce foi nosso amado amigo e companhia.
Fiel em seu amor, verdadeiro em seu coração, leal na sua
amizade;
ofereceu a todos nós amor incondicional
e nos protegeu de todos os perigos.
Um dia o inverno chegou.
Os seus passos foram ficando mais lentos,
com a idade, o seu amor se sublimou.
Tornou-se mais puro, mais maduro,
mais precioso.
Agora o inverno acabou, meu amiguinho.
Precisamos libertá-lo para que encontre
outra primavera.
Que a sua alma se eleve e encontre os braços amorosos da
Natureza.
Que os espíritos do Fogo iluminem o seu caminho nesta nova
jornada.
Que os Espíritos do Ar o acompanhem com uma canção alegre.
Que os Espíritos da Terra o libertem das areias do tempo .
E que os Espíritos da Àgua suavizem a sua transição.
Que as forças da divindade abrandem a dor do nosso coração
e nos ajudem a nos adaptar à sua ausência.
Que a sua alma possa ser livre
E brilhar com as estrelas no céu.
Se voce ainda sofre com o apego aos amores terrenos,
Saiba que estamos bem,pode descansar o seu Espírito.
Quando a sua alma estiver renovada,
Voce adquirirá uma nova forma
E voltará a compartilhar o seu amor com a sua família.
Nosso coração e nossas portas
sempre estarão abertos para voce,
caso escolha um dia voltar.
Abençoado seja.

Extraído e adaptado de "Pet Memorials", de Elizabeth Hazel,

sábado, 4 de setembro de 2010

A LOJA de DEUS


A Loja de DEUS

Certo dia uma pessoa querendo comprar um presente,
deparou com uma loja diferente.
Tinha um nome que lhe chamou àtenção,

Loja de Deus.

Entrou na loja e víu um anjo no balcão.
-Anjo, o que vendes? perguntou
Respondeu-lhe o anjo
-Todos os dons de Deus.
-Custa muito caro?
-Não, tudo é de graça.
A pessoa contempla a loja e vê vasos de vidro de fé, pacotes de esperança, caixinhas de felicidade e sabedoria.
Meio ainda sem entender resolve pedir,

-Por favor, quero muito amor de Deus,
todo o perdão dEle, vidros de fé, bastante alegria e felicidade eterna para mim e para minha família.

Então, o anjo preparou um pequeno embrulho que cabia na palma da sua mão.

-É possível, tudo aqui?
indagou meio espantado

O anjo respondeu sorrindo:
-Meu querido irmão, na loja de Deus não vendemos frutos, apenas sementes.
Plante a sua e seja feliz...

Os olhos de quem vê



Os olhos de quem vê

Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as
pessoas podem ser pobres.

O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, o status, o prestígio social; o pai queria desde
cedo passar esses valores para seu herdeiro.

Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo...

Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho:

- E aí, filhão, como foi a viagem para você?

- Muito boa, papai.

- Você viu a diferença entre viver com riqueza e viver na pobreza?

- Sim pai! Retrucou o filho, pensativamente.

- E o que você aprendeu, com tudo o que viu naquele lugar tão paupérrimo?

O menino respondeu:

- É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa, e eles têm quatro.

Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, eles têm um riacho que não tem fim.

Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes e eles têm as estrelas e a lua no céu.

Nosso quintal vai até o portão de entrada e eles têm uma floresta inteirinha.

Nós temos alguns canários em uma gaiola eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas!

O filho suspirou e continuou:

- E além do mais papai, observei que eles oram antes de qualquer refeição, enquanto que nós em casa, sentamos à mesa falando de negócios,
dólar, eventos sociais, daí comemos, empurramos o prato e pronto!

No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto que ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo,
inclusive a nossa visita na casa deles. Lá em casa, vamos para o quarto, deitamos, assistimos televisão e dormimos.

Outra coisa, papai, dormi na rede do Tonho, enquanto que ele dormiu no chão, pois não havia uma rede para cada um de nós.

Na nossa casa colocamos a Maristela, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulhos, sem nenhum conforto, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando.

Conforme o garoto falava, seu pai ficava estupefado, sem graça e envergonhado.

O filho na sua sábia ingenuidade e no seu brilhante desabafo, levantou-se, abraçou o pai e ainda acrescentou:

- Obrigado papai, por me haver mostrado o quanto nós somos pobres!


MORAL DA HISTÓRIA:

Não é o que você tem, onde está ou o que faz, que irá determinar a sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto! Tudo o que você tem, depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, então... Você tem tudo!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Bom seria viver entre os animais


Bom seria viver entre os animais !
Enéas Martim Canhadas

Queria encontrar um amigo que fosse igualzinho a um cão. Não na aparência, mas de coração, isto é, por dentro. Sempre bem disposto, sem nunca ter preguiça de levantar-se para vir me cumprimentar. Mesmo quando não estivesse bem com um mal estar qualquer, mesmo que o calor do meio dia estivesse a estourar os seus miolos. Quando convidado para dar uma volta junto comigo, estaria pronto e saltitante, como quando saímos a caminhar pela primeira vez. Se lhe confiasse um segredo, seria meu cúmplice para sempre. Se me zangasse com ele, apenas baixaria a cabeça, pondo o rabo entre as pernas ou mostrar-se-ia humilde de verdade, indo recolher-se a um canto, esperando que a minha raiva se aquietasse. Se em seguida, insinuasse brincar com ele e dar-lhe atenção, pularia no meu peito e abanando o rabo ou vibrando de alegria sincera, me diria que fui e serei sempre perdoado.

Gostaria que o meu vizinho fosse como a tartaruga que, sem emitir sons, na sua calma infinita vai levando a vida. Se, por acaso ou infelicidade, piso em seu casco, ela agüenta firme, e faz de conta que foi sem querer. Nunca teve uma atitude agressiva nem de precipitação. Na maior calma, inofensiva e tranqüila, pode passar todos os dias em frente a minha casa, sem implicar comigo, sem me fazer perguntas que eu não gosto de responder, nem naquela hora e nem em qualquer outra hora das nossas vidas de vizinhos e, muito menos seria capaz de intrometer-se na minha vida, me dizendo o que devo fazer.

Vivo a procura de um empregado que seja tão obsessivo como a formiga. Além de trabalhar incansavelmente, meticulosamente, cuidadosa e respeitosamente, consegue fazer muito mais do que seu tamanho e sua aparente força podem prometer. Cumprimenta todos os colegas, não esquece as suas tarefas e as faz com o mesmo esmero todos os dias. Brincar em serviço, nem pensar! É capaz de trabalhar todos os dias, como se fosse sempre um dia inteiramente útil. Além de tudo, possuir também uma das suas maiores virtudes, a organização!

Seria o mais feliz dos homens se a minha esposa fosse como a leoa. Além de cuidar da nossa casa, amamentar os filhos e ensinar-lhes desde os bons modos, educa-os em todos os aspectos não esquecendo nenhum detalhe do seu desenvolvimento. Logo logo, na adolescência dos nossos filhos, daria as lições certas e oportunas de como trabalhar para ajudar os pais. Que bom seria! Mas o melhor desta expectativa, ainda estaria por vir, quando depois de um belo sono de descanso embaixo da sombra de uma árvore frondosa, acordando faminto, ela surgisse trazendo para mim o mais farto dos almoços. Depois disso tudo, só mesmo, me fazendo carinhos e cofiando a minha cabeleira.

Fico pensando e desejando que o meu chefe fosse como o touro, apesar dos seus grandes e poderosos chifres, raramente faz uso deles, preferindo ruminar longamente os problemas para depois emitir o seu mugido longo e apaziguador. Previsível e paciente, ele seria inspirador de calma e do dever, sempre feito dentro dos conformes previamente estabelecidos. Forte para agüentar as pressões, de modo que, os seus subordinados, nunca sejam duramente castigados, além de manter um olhar complacente que parece compreender muito mais do que está enxergando.

Mas pondo-me a meditar, quando coloco o miolo de pão sobre o muro para que os pássaros venham logo buscar o seu bocado, descubro que existem também os pardais. A quem os compararei. Tudo é obra divina, mas vou deixar para lá qualquer comparação porque não convém a esta crônica. Mas existem certas pessoas que parecem existir em todos os cantos do mundo, sempre vestidas do mesmo jeito, emitindo sons e fazendo algazarras parecidas, fazendo as coisas semelhantes e causando problemas semelhantes também.

Nervosa e agitadamente bicam aqui e ali, palpitam e ousam a invadir nossa intimidade tanto moral quando física e, embora possam prestar algum serviço à comunidade, têm uma vida muito curta para serem necessários e muito longa para que não desse tempo de que desejássemos que desaparecessem!

E, pensando bem, gostaria que meus inimigos fossem como as borboletas, pois que desfilando o seu orgulho logo que saem da fase lagarta, rapidamente se vão para ali, adiante e acolá, vivendo no máximo, por um dia ou pouco mais.

Bem, como ser humano, talvez tivesse para cada animal um destino comparativo, e sem dúvidas teria nos bichos muito mais qualidades e aplicações para que a nossa vida humana fosse harmoniosa e pudesse acontecer em paz.

Mas, de repente, caio na realidade novamente e me vejo cercado dos seres humanos e como eles são. O que posso fazer é pedir a Deus para que tudo que pensei a respeito dos animais, não chegue aos ouvidos dos homens, porque senão é possível que eles virem bichos e eu tenha que fugir rápido como um coelho, e tenha que entrar no buraco mais próximo para, muito provavelmente, dar de cara com outro bicho!

MORAL DA HISTÓRIA: Compreender a criação de Deus que, “olhando para todas as coisas que fizera , viu que era muito bom e assim houve tarde e manhã ao fim do sexto dia.”

Gênesis, capítulo 1, vers. 31

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

A Evolução da alma dos animais


A Evolução da alma dos animais
Marcel Benedeti


Há diversos estudos feitos por universidades conceituadas dos Estados Unidos e Índia que comprovam, ainda que a ciência acadêmica, por vezes, não aceite, a existência do espírito e a sua imortalidade. A ciência prova que há algo, que se conhece como espírito.
O catolicismo, por exemplo, aceita a sobrevivência do espírito, mas não crê na comunicabilidade deste.
O judaísmo aceita a imortalidade do espírito e aceita a possibilidade da reencarnação. Mas, não aceita, que as almas dos animais reencarnem ou que seus espíritos cheguem a fase de humanidade.
O Budismo e o Hinduismo aceitam a existência do espírito e aceitam sua reencarnação, mas crêem, ao contrário do Espiritismo, que um espírito possa reencarnar em um corpo de animal inferior ou em um vegetal.
As religiões aceitam, quase que com unanimidade a existência do espírito e sua imortalidade, mas cada religião tem suas particularidades sobre o assunto, pois a verdade não esta concentrada em apenas uma religião, mas dispersas em diversas.
O fato é que o princípio espiritual (ou Espírito) existe, se individualiza incessantemente e evolui constantemente. O princípio inteligente teve início, mas não terá fim, pois desde que este é criado, passa a ser eterno.
Há pessoas que não acreditam que os animais tenham alma. Ora, crer que Deus tenha criado algo sem uma finalidade útil, seria descrer em sua infinita bondade e justiça. Crer que Deus tenha criado seres privilegiados, como os seres humanos, por exemplo, seria crer que Deus seja parcial e injusto. Crer que Deus dê privilégios a algumas de suas criaturas em detrimento de outras é irreal, pois todas as suas criações são sujeitas à pelo menos duas (entre outras) Leis Universais: a Lei de Igualdade e de Progresso. Ambas dão oportunidades idênticas a todas as suas criações a evoluírem e progredirem sem privilégios a nenhuma delas, até atingirem o grau de perfeição relativa. Para evoluírem, as almas dos animais, antes de se tornarem almas de animais, passam por diversas fases de aprendizado nos mais variados reinos da natureza.
O princípio Espiritual ou o Espírito, que nasceu simples e ignorante evoluem e segundo a codificação espírita, do “átomo ao arcanjo”.
Mas o que há antes do átomo?

A ciência vem procurando partículas cada vez menores e parece ter se aproximado da descoberta da menor delas, mas o Espiritismo já tem um nome para ela: Elemento Cósmico Universal. Esta partícula daria origem as coisas do mundo físico, onde o espírito estagiará, desde o momento em que seja introduzido neste mundo.

Não podemos confundir o corpo, com o espírito, pois este último comandará o outro. O espírito evolui infinitamente e chegará a condição de espírito elevado, mas o corpo físico, não. Os corpos se destroem e nunca evoluirão.
Já disse Lavoisier, que nada se cria, nada se perde, mas tudo se transforma Ao longo destas transformações é que o princípio espiritual aprende e evolui.

No início, corpos simples serviam de instrumento ao espírito, mas a medida em que evolui, ele ingressa em outro patamar e conhece como é viver em corpos mais complexos.

O principio espiritual primitivo, passa ao reino vegetal simples. Depois passam a vegetais complexos.


A medida em que o Espírito, evolui e adquire conhecimentos, ele ultrapassará a fase de humanidade e se servirá de corpos, que continuam a ser, apenas, seus instrumentos de manifestação no mundo físicos, eles se tornam cada vez mais sutis e eterizados. Assim continuam evoluir e se tornarão aptos em algum dia, a estagiarem nos “arcanjos”.
Concluímos que o espírito, passará pela fase humana e chegará a de arcanjo a fim de alcançar outras fases que o levarão a perfeição.



Marcel Benedeti Era veterinário e homeopata. Autor de diversos livros como “Todos os Animais Merecem o Céu” e “Errar é Humano, perdoar é canino”, entre outros.


Apresentava um programa na Rádio Boa Nova (“Nossos Irmãos Animais”), único no gênero, que mostrava os animais como seres inteligentes e sensíveis, capazes de compreender as nossas ações sobre eles. Com o programa Marcel Benedeti conseguiu mudar o ponto de vista de milhares de pessoas que se tornaram vegetarianas por simples demonstração de respeito aos animais. Milhares de pessoas que não davam importância aos seus animais passaram a respeitá-los e a tratá-los com a dignidade que merecem, tanto quanto nós.

Fonte http://augustoabrigo.blogspot.com/